Consórcio Anhanguera pede fim de seções tarifárias da linha intermunicipal 860

Foto: Gustavo Bonfate/Ônibus Brasil

Linha é gerenciada pela EMTU e tem tarifa atual de R$ 7,45

GUILHERME STRABELLI

O Consórcio Anhanguera, que engloba empresas que operam linhas intermunicipais gerenciadas pela Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), apresentou uma proposta para o fim do seccionamento tarifário da linha 680 – Itapevi (Cohab/Jardim Paulista)/Osasco (Vila Yara), operada pela Viação Osasco. O pedido foi publicado no Diário Oficial do Estado de São Paulo no último dia 8 de novembro de 2024.

No documento, o Consórcio solicita a “descontinuidade dos seccionamentos tarifários S01 e S02 da linha metropolitana 860TRO”. Além disso, o documento cita que as “demais características operacionais” devem ser mantidas e que a Coordenadoria e Transporte Coletivo (CTC) irá receber “impugnações e reclamações relacionadas” sobre a proposta dentro do prazo de 10 dias da publicação.

A tarifa tem valor de R$ 7,45. No entanto, quem circula entre o Jardim Gabriela (Jandira) e a Rua Primitiva Vianco (Osasco), só paga R$ 6,50. Já em outro trecho, entre Jardim Gabriela e Terminal Vila Yara, o valor é de R$ 7,05. Caso o pedido seja acatado, todos os passageiros pagarão R$ 7,45, independentemente do percurso percorrido.

Guilherme Strabelli, para o Diário do Transporte

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Comentários

Comentários

  1. Wesley disse:

    Como q faço pra reclamar dessa proposta?
    Eu pego esse ônibus de carapicuiba pra barueri e faço integração com a linha 246ex.

    Não acho justo pagar 7.45 pra andar 4 pontos.

    Isso não pode ser aprovado, soh pq a empresa quer tirar o cobrador a qualquer custo.

    1. ISRAEL ANDRÉ DE OLIVEIRA disse:

      Essas empresas deveriam tomar vergonha na cara, colocando em risco a vida de dezenas de passageiros,uma coisa não entendo nesse Brasil,o motorista de ônibus é proibido falar ao celular,mas,cobrar a passagem dos passageiros podem,qual a lógica desses trabalhos escravos,e além disso pagam uma miséria para o motoristas fazerem essas dupla função!😡
      Ah,mas o motorista deve cobrar parado, impossível isso,pq trabalhei no ônibus e nunca ninguém dava o dinheiro qdo estava parado, sempre qdo estava andando, aí vc tem que olhar as vias,as portas traseiras qdo descem passageiros e ainda dar troco,onde está a lógica disso?
      Ah detalhe ein,se o motorista não fizer o horário dele no ponto inicial,em algumas empresas ele é punido pelos fiscais, encarregado de operações, enfim!
      Kd os políticos fdps que aprovam essas leis em favores desses empresários,ou mesmos sindicatos que eram pra defender os funcionários,eles defendem os patrões!😡😡

  2. Santiago disse:

    Eu não o conheço essa linha. Porém entendo que não se justifica unificar a tarifa pelo valor-teto, pois geralmente a maior parte dos passageiros utilizam essas linhas nos segmentos intermediários do percurso.
    Ou se unifica a tarifa por um valor intermediário, ou se a linha for muito extensa que se adote aquele sistema de uma catraca na entrada e outra na saída, pagando-se apenas pelo trecho percorrido – como já ocorre em algumas linhas da EMTU.

  3. Bruno Marques disse:

    Olha que modelo excelente essa linha e empresa tem !!!! Meus parabéns 🎂 🎂!!! Deveria ser o padrão mínimo !!!!

    Pois a maior parte das frotas dos ônibus intermunicipais da Grande São Paulo, são tudo de motores dianteiros ou caminhões disfarçados !!!!

    Houve uma queda nas qualidades, nas regiões do ABC paulista (que chegaram a ter modelos da Scania nas viações Riacho Grande; E.A.O.S.A.; ABC; e na Transbus, teve monoblocos Mercedes O 362 e O364, assim como a ABC) e de Embu das Artes; Taboão da Serra (que chegaram a ter nas frotas, os monoblocos Mercedes O 371 nas antigas viações Pirajussara e Soamin e tiveram os Scania na Viação Campo Limpo) !!!!

    Hoje ???? Só tem lixos na maior parte das frotas !!!!

  4. Alberto disse:

    Acho isso totalmente errado injustiça com a população muitos vão pagar mais por pouca distância percorrida dependendo da onde ela pegar o ônibus além da empresa sair ganhando porque irão tirar os cobradores e sobrecarregar os motoristas que vão ter que dirigir e cobrar tira a atenção do trânsito além de colocar a vida das pessoas em risco estão tirando serviço de muitos pais de família é muita injustiça

  5. TIAGO disse:

    É fácil pedir e argumentar. O Chat GPT faz isso com extrema facilidade

    À Coordenadoria de Transporte Coletivo (CTC):

    Venho apresentar uma contestação fundamentada em relação à proposta do Consórcio Anhanguera para descontinuidade dos seccionamentos tarifários S01 e S02 na linha 680 – Itapevi (Cohab/Jardim Paulista)/Osasco (Vila Yara), publicada no Diário Oficial do Estado de São Paulo no dia 8 de novembro de 2024. Esta contestação visa preservar os direitos e o benefício econômico dos passageiros que utilizam trechos específicos da linha e que, caso a proposta seja aceita, seriam prejudicados financeiramente.

    O seccionamento tarifário permite que os passageiros paguem uma tarifa proporcional ao trecho percorrido, garantindo maior justiça e acessibilidade no valor da passagem. Para muitos usuários, que realizam deslocamentos curtos e já enfrentam dificuldades econômicas, o aumento para uma tarifa integral de R$ 7,45 representaria um impacto significativo no orçamento, desconsiderando as necessidades dos que não percorrem o trajeto completo. Atualmente, os valores reduzidos para os trechos parciais da linha 680, como os percursos entre Jardim Gabriela e Rua Primitiva Vianco (R$ 6,50) e entre Jardim Gabriela e Terminal Vila Yara (R$ 7,05), são essenciais para viabilizar o uso do transporte público por esses passageiros.

    Além disso, a manutenção do seccionamento tarifário é uma medida que incentiva o uso do transporte público nos municípios atendidos, promovendo a mobilidade urbana e colaborando para a diminuição de veículos particulares nas vias. A unificação das tarifas sem considerar a quilometragem percorrida pode desestimular o uso do transporte coletivo, contrariando princípios de acessibilidade e equidade no transporte público.

    Portanto, considerando o impacto negativo sobre os passageiros e a função social do transporte coletivo, solicito que a proposta de descontinuidade dos seccionamentos tarifários S01 e S02 seja rejeitada, mantendo-se as tarifas proporcionais aos trechos percorridos.

    Estão metendo o louco
    Se colar colou

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