SPTrans comprará 1,2 milhão de litros de óleo diesel marítimo para o transporte aquaviário
Publicado em: 17 de julho de 2024
Combustível abastecerá por 15 meses a frota de embarcações da travessia Mar Paulista e Cantinho do Céu, na represa Billings; valor estimado é de R$ 4,7 milhões
ALEXANDRE PELEGI
A Prefeitura de São Paulo vai contratar uma empresa especializada para o serviço de fornecimento e abastecimento de óleo diesel marítimo para a frota de embarcações do Aquático, Sistema Hidroviário de Transporte Público Coletivo de Passageiros na Represa Billings.
Atualmente operado pela SPTrans, após a intervenção na Transwolff, a travessia Mar Paulista e Cantinho do Céu, com aproximadamente 5,5 km, está em operação assistida.
A viagem por barcos é realizada utilizando duas embarcações, cada uma com capacidade para 60 passageiros. com horário inicial às 09:00 horas e término às 18:00 horas.
Além das duas embarcações operacionais, integra a frota uma lancha para transporte com capacidade de 30 passageiros, que é utilizada quando um dos barcos está indisponível, e ainda um barco de apoio, utilizado em eventuais situações de ocorrências de resgate, reboque, manutenção, entre outras operações.
Para garantir o funcionamento desse sistema de transporte, a SPTrans abriu um Pregão Eletrônico para o fornecimento de combustível pelo prazo de 15 meses.
A abertura do certame ocorrerá no dia 01 de agosto às 10:00 horas, procedida pelo Pregoeiro Eduardo Gracio Relva Dias e equipe de apoio.
Para um prazo de 15 meses, o Pregão vai colher a melhor oferta para o fornecimento de 80 mil litros por mês, ou 1,2 milhão de litros para todo este período.
De acordo com a ANP (Agência Nacional de Petróleo), no dia 16 de junho de 2024, o valor do litro do diesel marítimo estava cotado a R$ 3,98.
Isso implica que a compra do combustível para o sistema Aquático deverá custar em torno de R$ 4,7 milhões. Além do diesel, o Pregão contempla a aquisição de 3,6 mil litros de aditivo estabilizador do diesel marítimo,
A SPTrans esclarece no Termo de Referência do Edital, que o Aditivo Estabilizador é destinado para tratamento de combustível marítimo, e deverá possuir selo verde de sustentabilidade certificado por um instituto renomado a nível nacional.


Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes


