MP apreende 23 armas atribuídas a presidente afastado da UpBus em mais um desdobramento da Operação Fim da Linha que investiga o PCC nos transportes da capital paulista
Publicado em: 25 de junho de 2024
Ação ocorreu nesta terça-feira (25). Companhia está em intervenção da prefeitura
ADAMO BAZANI
O Ministério Público de São Paulo realizou nesta terça-feira, 25 de junho de 2024, a apreensão de 23 armas de fogo atribuídas ao presidente afastado da empresa de transportes UpBus, Ubiratan Antônio da Cunha.
Foi um desdobramento da Operação Fim da Linha, deflagrada em 09 de abril de 2024, que investiga a possível relação de diretores da UpBus, e da Transwolff, que opera na zona Sul da capital paulista, com o PCC (Primeiro Comando da Capital), facção criminosa que atua dentro e fora de presídios.
A ação desta terça-feira (25) teve apoio da 2ª Delegacia da Divisão de Investigações sobre Crimes contra o Patrimônio (DEIC), da Polícia Civil.
Ubiratan Antônio da Cunha é um dos réus no processo que apura as supostas ligações entre parte dos transportes da cidade de São Paulo e o crime organizado.
Desde a operação, tanto a Transwolff quanto a UpBus estão sob intervenção da prefeitura.
Segundo o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado ), do Ministério Público, a Polícia Civil havia sido procurada por integrantes da cooperativa Aliança Paulistana, que deu origem à UpBus por terem sido expulsos, com emprego de força física e intimidação verbal, da sede da empresa.
Ainda de acordo com a promotoria, a expulsão e a ameaça ocorreram no dia 05 de junho de 2024, por Ubiratan, mesmo sendo impedido por ordem da Justiça de frequentar a garagem.
“Ciente do ocorrido e diante da notícia da medida violenta e autoritária, o MPSP requereu a suspensão dos registros de posse e porte de arma de fogo do réu, em razão do risco a toda coletividade e aos envolvidos na administração atual da empresa. Os mandados foram cumpridos pela Polícia Civil, que além das 23 armas de fogo, apreendeu também o celular do acusado e o dispositivo de armazenamento de imagens do sistema de monitoramento da empresa” – diz o MPSP em nota.
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes



E só piora a situação da empresa.
E a desse sr. , o atual Prefeito kkkkkkk
Espero que esses Motoristas e Fiscais e demais Funcionários, sejam APROVEITADOS em outras Empresas.
Isso aí vai acabar mal! A porcaria da corda, sempre arrebenta do lado mais fraco!