Patinetes elétricas estão de volta ao Rio de Janeiro
Publicado em: 22 de junho de 2024
Serviço de aluguel começou neste sábado (22), e meta é chegar a 2,6 mil equipamentos em três meses
ALEXANDRE PELEGI
Desde este sábado, 22 de junho de 2024, está de volta ao Rio de Janeiro o aluguel de patinetes elétricas.
A responsável pelos serviços é a Whoosh, multinacional de micromobilidade, com operações em mais de 60 cidades ao redor do mundo.
Em nota à imprensa, a empresa destaca que “opera com sucesso no Brasil, desde 2023, em Florianópolis e Porto Alegre, além de estar presente em outras cidades da América Latina, como Santiago e Temuco, no Chile, e Lima, no Peru”.
A Whoosh promete instalar mil equipamentos com cerca de 200 pontos de estacionamento em diversos bairros da zona sul, como Ipanema e Leblon, e norte, como Tijuca e Maracanã.
A capital fluminense poderá ter até 2.6 mil patinetes nos próximos três meses, projeta a Whoosh, o que levaria a 550 pontos de estacionamento no período.
A cidade do Rio de Janeiro conta atualmente com mais de 400 quilômetros de infraestrutura cicloviária, e é o cenário ideal para a popularização das patinetes elétricas no Brasil, acredita a Woosh.
COMO USAR
O serviço estará disponível 24 horas por dia, com uma taxa de desbloqueio de R$ 2 e um custo adicional de R$ 0,80 por minuto de uso. Os pagamentos poderão ser feitos por cartão de crédito ou PIX.
Todas as operações são conduzidas por meio do aplicativo da Whoosh, disponível para download em dispositivos iOS e Android. Para localizar um veículo disponível, os usuários podem consultar o mapa no aplicativo. Com apenas alguns toques na tela, é possível reservar uma patinete, verificar o nível de carga da bateria e os preços das viagens. O processo começa com a leitura do QR Code no guidão do veículo e é concluído com a devolução do equipamento em um dos locais designados com um marcador ‘P’ no mapa e com adesivos no piso (imagem adesivo).
A Whoosh exige que, antes do primeiro aluguel, os usuários consultem um material educativo sobre as regras de uso do equipamento no trânsito. O sistema também limita a velocidade máxima das patinetes a 20 km/h. No entanto, em rotas mais congestionadas, a velocidade é reduzida automaticamente. Para mais, há certas áreas, onde as patinetes não poderão ser trafegadas, que estão sinalizadas no mapa do aplicativo da Whoosh. Se o sistema de bordo detectar que o locatário está em zona considerada proibida, o veículo emite um som de alerta e para sua operação.
Para garantir a segurança dos usuários e a integridade dos equipamentos, a empresa estabelece medidas abrangentes de vigilância e ação preventiva e conta com uma equipe de monitoramento dedicada, operando 24 horas por dia, 7 dias por semana, para garantir uma resposta imediata a qualquer incidente. Os agentes de campo da Whoosh estarão ativos em toda a cidade, promovendo a segurança tanto dos usuários quanto dos equipamentos em todas as áreas de operação.
Quanto à segurança dos usuários, a empresa estabelece diretrizes rigorosas para promover uma convivência harmoniosa no trânsito. “Faremos campanhas educativas para garantir que todos os usuários estejam cientes das regras de trânsito e do uso responsável das patinetes elétricas. Além disso, implementaremos medidas de punição para aqueles que não seguirem as normas estabelecidas, visando promover o bom senso, a organização da cidade e a segurança dos pedestres. Acreditamos que a educação e a aplicação consistente das regras são fundamentais para criar um ambiente seguro e agradável para todos os cidadãos do Rio de Janeiro”, explica Francisco Forbes, CEO da Whoosh Brasil.
Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

