São Paulo terá o primeiro pedágio “Free Flow” implementado pela EcoNoroeste
Publicado em: 15 de maio de 2024
Sistema eletrônico estará presente na Rodovia SP-333 entre Itápolis e Jaboticabal;
YURI SENA
A concessionária EcoNoroeste está introduzindo a tecnologia Free Flow na Rodovia SP-333. Esta iniciativa fará da SP-333, entre Itápolis e Jaboticabal, a primeira rodovia sob administração da EcoNoroeste a adotar o pedágio eletrônico, eliminando as tradicionais praças de pedágio.
Prevista para ser implementada gradualmente até o sétimo ano da concessão, a EcoNoroeste antecipou a operação do sistema Free Flow. A partir do segundo semestre deste ano, as praças de pedágio nos quilômetros 179, em Itápolis, e 110, em Jaboticabal, passarão a operar com a nova tecnologia. “Esse será o primeiro Free Flow em operação efetiva entre as concessionárias da EcoRodovias. A cultura do grupo de antecipar tendências permitiu esta inovação na SP-333”, destaca Rui Klein, Diretor Geral de Concessões da EcoRodovias.
O sistema Free Flow utiliza pórticos equipados com câmeras, sensores e antenas que identificam veículos por meio de placas ou TAGs, medindo altura, largura, comprimento e número de eixos. Para veículos com TAGs, a cobrança é automática. Aqueles sem TAGs têm 15 dias para efetuar o pagamento através de vários canais disponibilizados pela concessionária, incluindo um site, aplicativo, totens de autoatendimento e WhatsApp. A não quitação no prazo resultará em multa e perda de pontos na carteira de habilitação.
A principal vantagem do sistema é a eliminação da necessidade de parar nas praças de pedágio, reduzindo significativamente o tempo de viagem, especialmente durante períodos de maior movimento.
O Free Flow facilita o pagamento, eliminando a necessidade de dinheiro trocado e oferecendo descontos tarifários para usuários de TAGs.
Além disso a ausência de paradas nas praças de pedágio diminui o risco de colisões traseiras, proporcionando uma experiência de condução mais segura. Além de contribui para a redução das emissões de poluentes, pois elimina as paradas e a marcha lenta dos veículos, resultando em menor consumo de combustível.
Yuri Sena, para o Diário do Transporte


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