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ABASP: como a unificação da bilhetagem na Grande São Paulo moderniza e facilita a vida do passageiro

Associação atua na maior região metropolitana do Brasil, e uma das dez maiores regiões metropolitanas do mundo, com mais de 22 milhões de habitantes em 39 municípios.

Muitos moradores da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) seguramente sabem o que é o Cartão TOP, ou pelo menos já ouviram falar sobre ele.

O que nem todos sabem é que por trás desse sistema de bilhetagem existe uma associação sem fins lucrativos que garante a existência, transparência e qualidade do serviço.

Estamos falando da ABASP, uma associação de direito privado, responsável pela unificação e centralização da bilhetagem eletrônica da RMSP.

A associação foi concebida para unificar e simplificar os múltiplos sistemas de pagamento que prevalecem em diferentes modais de transporte público e privado.

Em suma, ao unificar a bilhetagem eletrônica de diferentes modais, a iniciativa confere lógica e funcionalidade às formas de pagamento dos diversos sistemas que convivem na Grande São Paulo.

Estamos falando de Metrô, CPTM, de concessionárias de ônibus que operam no sistema EMTU. Ou, colocando em números, são mais de 40 concessionárias, empresas públicas e privadas associadas à ABASP, nas modalidades de associados fundadores, especiais, aderentes e participantes, de diferentes modais de transporte.

No centro de tudo, concretizando a ação que unifica o sistema de arrecadação tarifária do transporte na Grande São Paulo, está o cartão TOP, responsável para a consolidação do Sistema de Bilhetagem Eletrônica (SBE).

Mas qual a função da Autopass, outra empresa conhecida no mercado de tecnologia! O nome cartão TOP aparece sempre associado a ela.

A Autopass é uma empresa contratada pela ABASP para fazer a gestão do Sistema Bilhetagem Eletrônica (SBE) e prestar os serviços de estratégias de comunicação e marketing de quem usa o Cartão TOP, ao que chamamos de full service do SBE da RMSP.

Depois de tudo isso, fica mais fácil explicar o que quer dizer a sigla ABASP, um conceito simples, apesar do nome comprido:  Associação de Apoio e Estudo da Bilhetagem e Arrecadação nos Serviços Públicos de Transporte Coletivo de Passageiros do Estado de São Paulo.

FINALIDADE DA ABASP

Mas qual a finalidade de se criar uma associação para centralizar todos os pagamentos da bilhetagem eletrônica dos diferentes modos de transporte na RMSP?

Hoje a ABASP centraliza a arrecadação de todo o sistema de transporte metropolitano (trilhos e pneus), sob responsabilidade do Governo do Estado de São Paulo, através da Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos e EMTU. Isso inclui ainda os sistemas de transportes dos Municípios de Arujá, Cotia, Rio Grande da Serra e Taboão da Serra. E a cada instante novos sistemas, desde que pertencentes ao Estado de São Paulo, podem aderir à ABASP.

A arrecadação centralizada permite assim maior segurança e transparência aos associados (os operadores de transporte). Mas, além disso, permite a integração de informações e dados. Essa junção de informações e dados facilita a compreensão de como operam os modos de transporte, além de permitir ao poder concedente a possibilidade de planejar políticas públicas voltadas ao transporte público coletivo de passageiros.

TRANSPARÊNCIA COMO BASE

Ao mexer com dinheiro proveniente do sistema de bilhetagem de diferentes operadores, a ABASP garante na outra ponta a necessária transparência de todos os seus atos.

A isso se dá um nome: Clearing House. E como a ABASP lida com mobilidade, agregou-se ao nome em inglês a palavra “Mobility”, que nada mais é que a velha conhecida Mobilidade.

Este título em inglês quer dizer, na prática, que a ABASP funciona como uma câmara de compensação da mobilidade: organiza e controla todo o sistema de arrecadação de seus associados, o que reduz, para cada um deles, os custos de administração.

Em resumo, o Cartão TOP, que concretiza a unificação da Bilhetagem, representa também a unificação da arrecadação de cada sistema em um só sistema.

Os recursos arrecadados são na sequência repassados aos seus associados, assim como as demais despesas e custos provenientes da manutenção e operacionalização do sistema.

Todos os dados podem ser acompanhados a todo instante, em tempo real, por seus associados. E a ABASP passa ainda por uma auditoria anual independente escolhida dentre as dez principais auditorias do mundo.

Como se pode ver, a unificação do sistema de bilhetagem reduz os custos dos operadores na implantação de novas tecnologias, permite a reunião de dados para o poder concedente acompanhar e planejar políticas, e ainda simplifica a vida do usuário que, com apenas um cartão, pode acessar cada um dos modos de transporte reunidos até agora na ABASP.

A ABASP também responde pelos bilhetes unitários QR Code que garantem aos clientes acesso às estações do Metrô e CPTM.

Pois bem, ao possibilitar todos os benefícios citados até aqui, a unificação dos sistemas de bilhetagem permite ainda que a mobilidade dê salto de qualidade. Conhecido também por uma sigla em inglês, MaaS (Mobility as a Service), ou Mobilidade como um Serviço.

O conceito é simples: ao centralizar este ecossistema, a ABASP promove uma mobilidade inteligente, centrada no usuário (mobilidade humana). Este ecossistema de gestão e distribuição, principal papel da associação, reúne a oferta de múltiplos prestadores de serviços, oferecendo aos passageiros o acesso através de uma interface digital.

Mas esse assunto será abordado em outro artigo.

NÚMEROS SÃO EXPRESSIVOS

Por ora, e para finalizar, é importante mostrar o gigantismo do sistema operado pela ABASP.

A entidade atua na maior região metropolitana do Brasil, e uma das dez maiores regiões metropolitanas do mundo, com mais de 22 milhões de habitantes em 39 municípios.

Os números desta grande operação contemplam 4.724 ônibus; 371 quilômetros de rede sobre trilhos em 165 estações, com mais de 60 milhões de utilizações a cada mês.

O diretor executivo da ABASP, Daniel Bulha, resume o papel da associação:

Ao centralizar e unificar o sistema de bilhetagem e a arrecadação a ABASP permitiu aos seus associados redução nos custos de implantação de novas tecnologias, gestão compartilhada entre os operadores, preservação dos poderes de fiscalização e política tarifária de cada ente, integração entre outros modais públicos e/ou privados, além de promover maior facilidade aos passageiros em todo o seu deslocamento”.

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Comentários

Comentários

  1. CARLOS BRUNO TORRES DE SOUZA disse:

    OlA PMSP , o Governo do Estado de SP,.sei lá quem, deveria perceber que estamos na idade da pedra quando se fala em meios de pagamento de transportes públicos.
    Não aceitar cartão de crédito e crédito direto na catraca é um absurdo.
    Vocês deveriam estudar o exemplo de Londres, oi qualquer outro, e aprender alguma coisa de.util para.nos, os cidadãos.
    Vocês são fracos.demais e aquela SP.Trans é pior, está na idade das trevas!!!

  2. Joan Queiróz disse:

    Faltou identificar a “reportagem” como Informe Publicitário.

    1. diariodotransporte disse:

      Mas tá ENORME em cima do texto. Precisa prestar mais atenção

  3. Filipe disse:

    Nossa, mas que baboseira, o tipo de serviço que essa instituição presta poderia ser realizado por qualquer empresa, nunca foi realizado pelo princípio da legitimidade da concessão da prestação de serviço.
    ABASP vende a titularidade do Direito de viajar de transporte coletivo, mas o detentor do transporte é outra instituição, ou seja, ABASP vende o que não lhe pertence, alguém me explica como que esse tipo de coisa foi tolerado? Por que não foi feito licitação?
    Nesses moldes, eu poderia vender um papel qualquer, alegando ser direito a entrada de cinema, passagens de avião ou até atendimento médico, basta eu fornecer um papel que dá direito ao acesso de algo que não me pertence, existe uma violação do princípio da indisponibilidade de interesse público.
    Se ABASP é a mais qualificada para e exercer tal função, deveria ser capaz de assumir mediante uma licitação de menor preço.
    Essa história está toda mal contada!

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