Com aumento de tarifa, cada ônibus vai pagar até R$ 5,2 mil por mês para a EMTU como taxa de fiscalização e gerenciamento (Resege)

Valor varia de acordo com o porte do coletivo

ADAMO BAZANI

As empresas de ônibus no Estado de São Paulo vão pagar mais para a EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos) pela fiscalização e gerenciamento do sistema de transportes intermunicipais.

O reajuste se dá em conjunto com o aumento das tarifas.

Trata-se da Resege (Receita dos Serviços de Gerenciamento e Fiscalização) cobrada em regiões onde as viações atuam como permissionárias e não como concessionárias.

Os pagamentos devem ser mensais.

Essa cobrança incide atualmente no sistema de ônibus intermunicipais no Vale do Paraíba/Litoral Norte, na região metropolitana de Sorocaba e nos veículos dos serviços ORCA (Operador Regional de Coletivos Autônomos) ou RTO (Reserva Técnica Operacional) da Grande São Paulo, este que é alvo de disputa judicial para a permanência ou não da operação.

Os valores variam de acordo com o tipo de ônibus.

No caso do Vale do Paraíba/Litoral Norte vão de R$ 372,57 para micro-ônibus de até 15 lugares até R$ 5,2 mil para modelos rodoviários usados em serviços seletivos.

Já em Sorocaba e região, as empresas por mês vão desembolsar entre R$ 628,76 e R$ 3,7 mil.

No caso das RTOs e ORCAS são dois valores: R$ 605,73 para micro-ônibus com até 15 lugares e R$ 867,99 para veículos com 21 assentos.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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