Licitação para reforma do Corredor Interlagos, zona Sul de São Paulo, tem duas empresas habilitadas

Consórcio formado pela Tríade e DP Barros apresentou melhor preço, no valor de R$ 100 milhões; obras serão realizadas no trecho entre avenidas Washington Luís e Atlântica

ALEXANDRE PELEGI

A Prefeitura de São Paulo, por meio da SPObras, divulgou nesta terça-feira, 31 de outubro de 2023, a Ata de Julgamento da Habilitação da licitação para obras de requalificação do corredor de ônibus Interlagos.

O certame contempla a reforma dos pavimentos flexíveis, passeios e demais elementos já existentes da avenida, no trecho situado entre as avenidas Washington Luís e Atlântica, na região sul da capital.

A Comissão Permanente de Licitação – CPL se reuniu nessa segunda-feira (30) para analisar e julgar os documentos de habilitação dos dois licitantes classificados.

Considerando o Relatório de Análise referente à qualificação técnica, a Comissão decidiu habilitar as licitantes Consórcio Corredor Interlagos (Triade – DP Barros) e Arvek Técnica e Construções Ltda.

Com a melhor proposta (menor preço) o Consórcio formado pelas empresas Tríade e DP Barros venceu a concorrência no quesito preço.

Veja os valores:

1º Lugar – Consórcio Corredor Interlagos (Tríade – DP Barros) – R$ 100.503.638,89

2º Lugar – Arvek Técnica e Construções Ltda – R$ 102.639.917,18.

CORREDOR

A obra, na Zona Sul da capital, vai impactar cerca de 227 mil pessoas por dia, estima a prefeitura.

O Corredor Interlagos cruza diversas vias importantes na região, como as Avenidas Nossa Senhora do Sabará, Miguel Yunes e Atlântica, e atualmente recebe um volume variável entre 80 e 240 ônibus por hora no pico da manhã, com tráfego extremamente carregado.

A requalificação vai abranger 9,1 km do corredor, no trecho entre a Av. Washington Luís e a Av. Atlântica, e consiste na correção das condições dos pavimentos, melhoria e reforma da drenagem viária, adequação e renovação da sinalização viária, adequação da arquitetura das paradas de ônibus, implantação de pavimento rígido na faixa do corredor, implantação de instalações elétricas nas paradas de ônibus, adequação do urbanismo quanto às condições dos passeios e acessibilidade, adequações paisagísticas, implantação de vala técnica para o sistema do corredor, adequações de iluminação pública e ajustes no remanejamento de interferências.

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

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