SPTrans inicia fase final de homologação do ônibus Marcopolo Attivi Integral para operação em São Paulo

Foto: Divulgação/Marcopolo

As versões eBásico e ePadron serão vistas no transporte coletivo da capital paulista

ARTHUR FERRARI

A SPTrans (São Paulo Transportes), que gerencia o sistema de ônibus da capital paulista, inicia hoje, dia 28 de agosto a fase final do processo de homologação do ônibus Marcopolo Attivi Integral. Serão duas versões a serem homologados para operar na cidade de São Paulo: eBásico e ePadron.

“É muito importante a homologação pela SPTrans, pois ela é uma referência nacional para diversas outras cidades. O modelo havia sido homologado em âmbito nacional, mas cada município tem uma legislação diferente, o que exige a adequação à norma de cada cidade”, explica Luciano Resner, diretor de Operações Industriais e Engenharia da Marcopolo.

A homologação está prevista para ser realizada entre os dias 28 de agosto e 1º de setembro, para a versão eBásico, e entre os dias 25 e 29 de setembro para a versão ePadron, e consta de quatro testes que envolvem o desempenho operacional, desempenho energético, segurança de frenagem e direção, e o consumo e regeneração da bateria. O ônibus Marcopolo será testado em regiões da Zona Leste de São Paulo e na linha 6030-10 (Unisa – Campus 1/Terminal Santo Amaro), que tem cerca de 30 quilômetros de extensão.

“Após a primeira etapa, de inspeção técnica estática, realizada com sucesso em Caxias do Sul, com as adequações já implementadas, seguimos com o objetivo de homologar o produto Attivi Integral no sistema SPTrans, nos modelos eBásico e ePadron. Assim, nossa expectativa é que os operadores possam adquirir e colocar em operação o Attivi Integral ainda no último trimestre do ano”, explica o executivo.

O modelo Attivi Integral, que pode ter até 13.000 mm de comprimento total, possui chassi Low Entry, equipado com motor elétrico de potência máxima de 350 kW e torque de 3.300 Nm, eixos dianteiro e traseiro ZF, suspensão a ar, sistema de freios Knorr e baterias CATL com capacidade de 396 kWh e autonomia entre 250 e 280 km (dependendo das condições de utilização).

Para maior conforto e segurança dos passageiros, conta com carregadores USB, sistemas de ar-condicionado incorporado ao sistema de refrigeração das baterias, de áudio interno, com preparação para a instalação do microfone, e sistema de câmera de ré com sirene e monitor no painel do motorista, além de câmera interna de segurança com gravação. Possui espaço reservado para PcD e assentos preferenciais, iluminação interna toda em LED, faróis e sinaleiras traseiras em LED e cabine de separação para o motorista.

Veja fotos:

 

Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte

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Comentários

Comentários

  1. Cláudio José Jacyntho disse:

    Só o que ficou ridículo foi a caixa do cobrador do lado esquerdo do motorista, que inteligência tem uma pessoa que instala, ou melhor, projeta algo deste tipo? Mais uma vez eu digo, que os empresários estão enfiando “goela” abaixo esse negócio do motorista dirigir e cobrar e ninguém faz mais nada. Isso chama-se corporativismo pois eles não sentem na pele o que é você encarar a dupla função. É porque se locomovem de carros blindados ou com motoristas particulares.

    1. Rodrigo Zika disse:

      Países desenvolvidos ha décadas não existem mais cobradores, não sei porque no Brasil existe a síndrome de trabalho dobrado.

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