Greve geral na França contra perda de poder aquisitivo afeta transporte público

Paralisação nas refinarias do país já dura há duas semanas; sindicatos e estudantes apoiam petroleiros e exigem aumento salarial

ALEXANDRE PELEGI

Uma terça-feira de greve geral na França afeta o setor público, as escolas e os transportes.

A paralisação é geral em Paris e nas principais cidades do país.

Neste 18 de outubro de 2022, os movimentos sindicais decidiram paralisar as atividades no país, agravando uma situação causada pela greve nas refinarias, que já dura há duas semanas.

Com a paralisação, o país vive sérios problemas de fornecimento de combustíveis em várias zonas do país.

Convocada por oito sindicatos e organizações estudantis, o protesto é contra a decisão do governo francês de exigir o retorno ao trabalho de alguns funcionários das grandes petrolíferas TotalEnergies SE e ExxonMobil Corp.

Além de apoiar a greve nas refinarias, o protesto é por um aumento no salário-mínimo, que passaria para € 2.000 (cerca de R$ 10,4 mil), além de um ajuste do restante dos salários à inflação.

A guerra da Ucrânia agravou o fornecimento de energia ao país, situação que somada a uma inflação acima de 6% impulsionam a revolta popular.

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

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