Eletromobilidade

Bondes elétricos continuam como um dos transportes mais populares da Rússia

Ultimo bonde Vityaz-Moskva, a 464ª unidade de três seções, chegou a Moscou nos últimos dias, e deve entrar em operação em breve

ALEXANDRE PELEGI

Foi em 7 de abril de 1899 que carros elétricos começaram a circular regularmente na capital russa.

Passados 123 anos, o bonde continua sendo um dos meios de transporte favoritos em Moscou.

Eles perdem apenas para o metrô da capital no número de passageiros que transportam, informou o serviço de imprensa do Departamento de Transportes de Moscou.

Os primeiros veículos não tinham faróis e portas, mas estavam entre os mais rápidos para a época, pois podiam atingir a velocidade de 40 km/h.

Muito rapidamente substituíram os bondes puxados por cavalos e, em 1930, se tornaram o meio de transporte mais popular da cidade.

Atualmente, os bondes de Moscou transportam mais de 500 mil passageiros todos os dias.

Nos últimos dias a cidade recebeu a última unidade de uma encomenda de 464 carros, e após checagens técnicas essa unidade passará a operar nas rotas norte e noroeste da cidade.

Agora são 464 bondes Vityaz-Moskva de três seções e 40 carros de uma seção circulando na capital russa.

Os novos bondes são totalmente de piso baixo, equipados com sistema de controle climático, telas de mídia e slots de carregamento para gadgets.

São muito mais silenciosos, confortáveis, rápidos e convenientes para passageiros com deficiência, nem mais que os modelos anteriores, e carro pode transportar até 260 passageiros por vez.

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

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Comentários

Comentários

  1. Ao menos os russos sabem bem manter algo que ajuda muito a população assim como não agride o meio ambiente,,Parabéns. Já a capital SP perdeu muito com isso. deviam ter mantido e modernizados

  2. Jonata Guilherme Kaercher Freitas disse:

    Como eu amo bondes elétricos 😍

  3. Renato Carlos Pavanelli. disse:

    10/07/2022. Bom Dia. Sobre a Matéria de Bondes da Rússia, nos Remete ao Passado No Brasil e Especialmente na Cidade e No Estado de São Paulo, Ao Destruírem os Bondes e Trens de Passageiros. Fico a Imaginar o que Correu de Dinheiro para a Corrupção Ativa e Passiva que a Indústria de Veículos Sobre Rodas Molhou a Mão e Encheu as Contas Bancárias no exterior para que se Decretassem o Fim desse meio de transporte, optando por ônibus e demais veículos a diesel. Mas penso que se os empresários do ramo de transportes sobre pneus, se se unirem, podem “Revitalizar o Setor Sobre Trilhos para o Transporte de Passageiros”, é somente Deixarem de Serem “Burros e Individualistas” fazendo renascer Esse Modal.

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