Quebra de trem de carga afeta a circulação de trens na Linha 7-Rubi

Devido ao problema, o trecho entre Caieiras e Perus funcionou em uma única via

WILLIAN MOREIRA

Em razão da avaria com um trem de carga da empresa MRS Logística, a circulação dos trens urbanos na Linha 7-Rubi da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) foi realizada com maiores intervalos entre as estações Perus e Caieiras, local do problema.

Os trens tanto para Jundiaí, como para Rio Grande da Serra, precisaram aguardar a autorização do centro de controle para seguir a viagem.

Segundo relatos de passageiros nas redes sociais, a falha aconteceu por volta das 13h30.

A CPTM não informou o problema nos canais oficiais, mas se não houvesse impacto, os passageiros não reclamariam.

Em nota ao Diário do Transporte a CPTM confirmou o problema, afirmou que a MRS atua para remover o cargueiro, mas não explicou mais uma vez porque a falha não é comunicada aos passageiros nos canais oficiais de atendimento.

“Um problema com trem de carga entre as estações Perus e Caieiras, sentido Rio Grande da Serra, na linha 7-Rubi, faz com os trens circulem por via única no trecho.

Para facilitar o transporte dos passageiros foi adotada estratégia operacional com trens que retornam da estação Vila Aurora para Rio Grande da Serra.

Os técnicos da MRS, operadora responsável pelo transporte de carga, estão atuando para movimentar a composição e normalizar a operação.”

Poucos minutos depois, com a normalização da linha, a CPTM mandou nova nota:

Circulação de trens na Linha 7-Rubi está normalizada.

Das 14h00 às 15h38, houve um problema com trem de carga entre as estações Perus e Caieiras, sentido Rio Grande da Serra, na linha 7-Rubi, e os trens circularam por via única no trecho.

Para facilitar o transporte dos passageiros foi adotada estratégia operacional com trens que retornaram da estação Vila Aurora para Rio Grande da Serra.

Após atuação dos técnicos da MRS, operadora responsável pelo transporte de carga, houve movimentação da composição de carga e operação foi normalizada.

Willian Moreira em colaboração especial para o Diário do Transporte

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