Volgren, da Marcopolo, fecha acordo com Wrightbus, para lançar ônibus movidos a célula de combustível de Hidrogênio

Inicialmente, produto será para o mercado australiano

ADAMO BAZANI

A Marcopolo, dona da australiana Volgren, informou que fechou um acordo com a irlandesa Wrightbus para lançar ônibus movidos a célula de combustível de Hidrogênio.

Inicialmente, produto será para o mercado australiano.

Os primeiros ônibus Volgren-Wrightbus deverão estar prontos no início de 2023. Os veículos serão os primeiros ônibus a Hidrogênio na Austrália a serem construídos por um fabricante local em parceria com tecnologia europeia de célula de combustível.

Em nota, a Marcopolo trouxe a palavra dos envolvidos no acordo.

Para André Armaganijan, diretor de Negócios Internacionais, de Operações Comerciais e Mercado Externo da Marcopolo, a parceria com a Wrightbus demonstra a presença e liderança da Marcopolo no cenário internacional na adoção das mais avançadas tecnologias. “Em todos os mercados nos quais temos operação desenvolvemos soluções focadas na mobilidade sustentável, redução de emissões e preservação ambiental”, comenta o executivo.

Segundo Thiago Deiro, CEO da Volgren, a parceria com a Wrightbus trará a tecnologia de chassis movido a Hidrogênio, de um dos líderes mundiais para a Austrália. “Acreditamos que o Hidrogênio tem um lugar importante na Austrália e a Wrightbus é um dos mais importantes players globais em ônibus a Hidrogênio. Estamos confiantes de que a parceria ajudará a acelerar a implantação de ônibus a Hidrogênio na Austrália”, destacou.

 O CEO da Wrightbus, Buta Atwal, disse que, como principal fabricante de ônibus do Reino Unido com produtos líderes mundiais, está orgulhoso de fazer parceria com a Volgren, principal fabricante de ônibus e líder na Austrália. “Como nós, a Volgren está sempre na vanguarda das novas tecnologias para impulsionar a indústria. Existem alguns paralelos fantásticos entre as duas empresas e estamos ansiosos para uma relação de trabalho longa e bem-sucedida”, enfatiza.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

Compartilhe a reportagem nas redes sociais:
Comentários

Comentários

Deixe uma resposta