Setra BH anuncia ‘plano de guerra’ devido ao aumento do preço dos combustíveis

Redução na oferta de viagens iria começar neste sábado (12), mas foi adiada para a população ser informada. Foto: Edmar Junio/Ônibus Brasil.

Medida prevê redução no número de viagens nos horários fora do pico

WILLIAN MOREIRA

O Setra BH (Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Belo Horizonte) anunciou nesta sexta-feira, 11 de março de 2022, um “plano de guerra” voltado para a operação do transporte público.

A medida foi tomada após o anúncio por parte da Petrobras sobre o aumento de preço nos combustíveis.

O plano consiste em uma redução da frota de ônibus e número de viagens realizada por dia, especialmente aos finais de semana e fora do horário de pico.

A medida começaria já neste sábado (12), mas foi adiada para a próxima terça (15), tempo que, segundo a entidade, é para a população ser informada e se adequar às mudanças.

As empresas de ônibus vão debater com o setor da administração pública de Belo Horizonte, afim de encontrar soluções para o aumento repentino e expressivo do preço de combustíveis, o que impacta diretamente na circulação dos ônibus urbanos.

Como mostrou o Diário do Transporte, a Petrobras anunciou nesta quinta (10) um reajuste nos valores do diesel, da gasolina e do GLP (gás de cozinha).

No setor de transporte coletivo, o diesel é o principal insumo, correspondendo a uma parte do valor das despesas necessárias para manter o serviço.

Relembre:

Petrobras anuncia novo aumento nos preços do GLP, diesel e gasolina

Willian Moreira em colaboração especial para o Diário do Transporte

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Comentários

Comentários

  1. Alexandre Karpavicius Filho disse:

    Existe empresa que pratica esse “plano de guerra” por mais de cinco anos, basicamente sempre praticou. É o caso da Radial na cidade Suzano. Raramente se vê algum ônibus transitando. O transporte coletivo mesmo, é cumprido pelas vans da Cooperativa ou o sistema UBER …

  2. José disse:

    Eu queria entender porque as empresas de ônibus não entregam ao setor público as linhas que eles dizem ser deficitária.,e o poder público não entrega pra outra empresa mesmo que pequena pra operar a linha.
    Se tivesse várias empresas (mesmo que pequena).eu duvido que tava essa palhaçada.
    Mais o dinheiro e o monopólio fala mais alto

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