ABC Paulista mantém restrições mais severas que Doria até 15 de setembro; São Caetano do Sul segue Estado

Ônibus continuam operando sem horário-limite

Prefeitos não devem adotar “passaporte” da vacina no comércio e serviços da região; Ônibus continuam operando sem horários-limite;

ADAMO BAZANI

Seis, das sete cidades do ABC Paulista, vão continuar com regras mais duras contra a covid-19 que as do Plano São Paulo, do governador João Doria, até pelo menos 15 de setembro de 2021.

A informação é do Consórcio Intermunicipal do ABC.

Os prefeitos se reuniram na manhã desta quinta-feira, 26 de agosto de 2021.

São Caetano do Sul é única cidade que vai continuar seguindo o governador, que não impõe mais horários de funcionamento de comércios e serviços e nem limite de ocupação dos estabelecimentos.

Permanecem com restrições maiores que do Estado as cidades de Santo André, São Bernardo do Campo, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra.

Os horários e ocupações variam de acordo com cada cidade.

Os ônibus municipais continuam sem restrições de horários.

Os prefeitos querem flexibilizar as regras quando ao menos 70% da população do ABC estarem com as duas doses ou imunizada com vacina de dose única.

De acordo com nota do consórcio, os prefeitos não vão adotar o “passaporte” da vacina, que permite acesso a comércios, serviços e eventos só para imunizados.

Pelas regras do Plano São Paulo e por decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), os municípios podem adotar normais mais rígidas que de seus Estados, mas nunca mais flexíveis.

Em assembleia do Consórcio Intermunicipal Grande ABC, os prefeitos do Grande ABC deliberaram, nesta quinta-feira (26/8), a manutenção das restrições de horários e capacidade de ocupação das atividades de comércio e prestação de serviços na região.

Santo André, São Bernardo do Campo, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra deliberaram manter, até 15 de setembro, as medidas atualmente em vigor nos municípios. São Caetano do Sul continuará seguindo o Plano São Paulo, elaborado pelo Governo do Estado.

Os prefeitos também rejeitaram a implementação de um “passaporte da vacina” na região, documento que comprova que os cidadãos estão imunizados contra a Covid-19, para entrada em eventos e estabelecimentos comerciais.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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