CPTM abre licitação para construção de prédio de apoio e plataformas de serviço para acesso aos trens no pátio Guaianases da Linha 11 – Coral

Estação Guaianases. Foto: Albert Carlos S Domingos / Wikipedia

Pátio Guaianases, inserido entre estações José Bonifácio e Guaianases, deverá passar por intervenções que permitirão adequar e viabilizar sua operacionalização

ALEXANDRE PELEGI

A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos – CPTM abriu licitação para construção de prédio de apoio e plataformas de serviço para acesso aos trens no pátio Guaianases da Linha 11 – Coral.

O aviso foi publicado no Diário Oficial desse sábado, 15 de maio de 2021, e o Edital publicado nesta segunda-feira, 17 de maio.

A Sessão Pública para o processamento da licitação será no dia 09 de junho de 2021, às 10h.


Considerada a linha de maior movimento, com cerca de 700 mil passageiros / dia antes da pandemia, abrange municípios da Região Metropolitana de São Paulo, como Ferraz de Vasconcelos, Poá, Suzano e Mogi das Cruzes, interligando 16 estações ao longo de seu trecho.

O Pátio Guaianases está inserido entre as estações José Bonifácio e Guaianases, e deverá passar por intervenções que permitirão adequar e viabilizar sua operacionalização, atendendo às condições sanitárias e de conforto em locais de trabalho.

Para adequar e viabilizar a operacionalização do Pátio de trens, estão previstas obras civis e intervenções que abrangem a implantação de vagas de estacionamento de veículos automotores no acesso ao pátio, construção de um novo prédio de apoio, inclusão de passarela metálica para o acesso interno dos funcionários entre a estação Guaianases e o estacionamento do Pátio, ampliação das plataformas existentes entre vias para apoio de embarque de maquinistas, pessoal de limpeza e conservação dos veículos ferroviários, implantação de piso drenante, intervenções em hidráulica envolvendo a complementação das obras nos sanitários existentes, combate a incêndio, sistema de ventilação e ar-condicionado, caixilharia, acabamento, entre outros.

Já no estacionamento de veículos automotores, deverá ser executado piso do tipo drenante para segurança dos funcionários, além de calçamento entre o estacionamento e o acesso às plataformas.

Um muro de contenção precisará ser construído em razão da diferença de cotas no terreno.

A nova edificação do prédio de apoio deverá conter copa, sala de treinamento, sala de maquinistas, sala para fiscalização, sala para setor de limpeza, sanitários e vestiários, além de sala de telecomunicação e sala para abrigar o gerador e transformador, dentre outros detalhes.

Estão previstas ainda intervenções em elétrica, assim como deverão ser implantados sistemas de telecomunicações, entre outros itens.

O prazo do contrato é de 30 meses, sendo 18 meses para a execução dos serviços e 12 meses de operação assistida.

De acordo com a planilha de quantidades e orçamento estimado da CPTM, a obra terá custo máximo de R$ 10,2 milhões (R$ 10.209.684,78).

Vencerá o certame a empresa que oferecer a maior taxa de desconto sobre este valor.

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

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Comentários

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  1. Diego Mendonza disse:

    Olá Alexandre, saudações! Era importante questionar a Empresa o porquê duas das quatro vias deste patio estarem inutilizadas. Há quase 10 anos os trens deixaram de usar essas vias que ficam mais próximas do parque linear que há ao lado do patio. Era legal saber se essas vias serão reativadas com essa reforma. E não entendo porque construir um novo prédio auxiliar, visto que o patio já conta com uma instalação que, olhado de longe, parece subutilizada.

    1. Bem pensado Diego,,,,,outra coisa que me preocupa, e o blog do Adamo poderia verificar e trazer pra nós, e aquele material (postes metálicos), ali no Brás com mais de 10 anos deitados, e tomados de matos, não foram erguidos, substituidos
      ?? Começam uma obra, e mal terminam, e começam outra deixando material novo pelo caminho. Vou até solicitar, ao Diário,,,essa reportagem. abraços

    2. Olá Adamo, gostaria que seu Blog verificasse e fotografasse postes metálicos deitados paralelos à via férrea, ali na Estação Brás-Mooca, que pelo menos uns 8 anos ou mais estão sendo cobertos de vegetação, postes estes que já deveriam estar de pé, em substituição aos antigo da ESFJ na linha 10. Não entendo por que da CPTM fazer nova obra se ainda não terminou o que deveria..??

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