Metroviários realizam doações para creche em São Paulo

Ação é da UMEV (União dos Metroviários Voluntários) para ajudar a creche da Associação Casa da Criança Nossa Senhora Aparecida. Foto: Divulgação.

Cerca de 500 quilos de alimentos e produtos de higiene pessoal foram entregues para a instituição

WILLIAN MOREIRA

Durante a pandemia de covid-19 com medidas restritivas gerando dificuldades para vários setores, ações solidárias também são afetadas, com redução de recursos ou de entregas para quem precisa. Diante disto, a UMEV (União dos Metroviários Voluntários) promoveu uma ação para ajudar a creche da Associação Casa da Criança Nossa Senhora Aparecida.

A ONG (Organização Não-Governamental), localizada na Zona Leste da capital paulista, ajuda 300 famílias e 60 crianças. A instituição recebeu da UMEV quase 500 quilos de mercadorias, entre alimentos não perecíveis e produtos de higiene pessoal e limpeza, também de grande importância no período atual.

Entre os itens doados estão alimentos da cesta básica, como arroz, feijão, leite, ovos, macarrão, café, bolachas, açúcar e óleo de soja, também foram entregues sabonetes, entre outros.

Segundo Luzia Lopes da Silva, presidente da associação, as doações caíram de forma expressiva nos últimos doze meses e cada ato de solidariedade para eles acaba por ser muito importante, já que contam com o auxilio de terceiros para ajudar essas famílias.

“As doações diminuíram muito do ano passado pra cá e a ajuda dos metroviários é essencial para a alimentação das crianças e seus familiares”, explica Luzia.

Já Wilson Gonzaga trabalhador o Metrô na condução de trens se sente feliz por ajudar e ao mesmo tempo diz que é triste ver pessoas tão próximas, de comunidades até vizinhas passando por dificuldades como sede ou fome, e realizar uma doação é levar um pouco de esperança.

“Sinto-me feliz em poder contribuir com este trabalho voluntário. Não é muito, mas se outras pessoas fizessem um pouquinho mais pelo próximo com certeza teríamos um mundo mais feliz. É triste ver pessoas, de comunidades vizinhas, com sede e fome na esperança de levar uma cesta de alimentos para seus filhos”, finaliza o operador de trem da Linha 3-Vermelha.

Willian Moreira em colaboração especial para o Diário do Transporte

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