Transporte coletivo volta a funcionar em Araraquara a partir desta quarta (03) em nova fase de retomada da economia

Foto: Gabriel Correa / Ônibus Brasil

Circulação de pessoas, no entanto, está restrita a quem vai prestar serviços autorizados por decreto municipal ou por quem vai presencialmente a estabelecimentos permitidos

ALEXANDRE PELEGI

Após decretar um ‘lockdown’ no dia 21 de fevereiro de 2021, diante do agravamento da pandemia de Covid-19, Araraquara, no interior de São Paulo, passa a partir desta quarta-feira, 03 de março, a uma nova fase do plano de retomada da economia.

O decreto municipal que estabeleceu o ‘lockdown’ total, iniciado ao meio-dia do dia 21 de fevereiro, vigorou até dia 27, quando puderam ser abertos somente os supermercados, mercados, mercearias, açougues, padarias e hortifrútis para atendimento presencial.

Dando continuidade ao faseamento, conforme previsto no decreto, a partir de hoje e até às 23h59 do dia 9 de março de 2021, serão retomadas outras atividades econômicas, todas com restrições.

O transporte coletivo, que estava suspenso, voltou a operar, mas a circulação de pessoas, segundo a prefeitura, está restrita a quem vai prestar serviços autorizados pelo decreto municipal ou por quem vai presencialmente a estabelecimentos permitidos a atender assim.

O comércio em geral poderá atender somente por delivery.

Somente permanece autorizado o atendimento presencial, com as restrições de horários, as padarias, açougues, comércio atacadista e varejista de hortifrúti, supermercados, mercados, mercearias e estabelecimentos de alimentação animal, das 6 às 21 horas, e a quantidade máxima de consumidores atendidos levará em conta a área útil dos respectivos estabelecimentos. Deverá ingressar no estabelecimento somente um membro de cada família, mediante distribuição de senhas. Filas com distanciamento de 3 metros entre as pessoas, com no máximo 20 pessoas.

Bares, restaurantes e estabelecimentos que comercializem alimentos prontos para o consumo só poderão funcionar por meio de delivery, dentro do horário regular de atendimento, desde que o estabelecimento permaneça a portas fechadas e opere com até 50% de seus funcionários ou prestadores de serviços.

Serviços de distribuição em atacado e varejo de gás liquefeito de petróleo (GLP) em botijões e de água envasada em galões de 10 ou 20 litros; comércio de insumos de higienização e médico-hospitalares; lojas que comercializem insumos para as atividades de construção civil; lojas de autopeças e que forneçam insumos para oficinas de veículos automotores e de propulsão humana.

Clínicas e profissionais liberais da área da saúde devem atender em casos de urgências, emergências, em tratamentos inadiáveis e que não podem ser interrompidos.

Postos de combustível – poderão funcionar das 6 às 19 horas.

Agências bancárias – permitido serviço de atendimento e também de autoatendimento, mediante a observação de filas internas ou externas com espaçamento de 3 metros entre as pessoas.

Atividades em canteiros de obras de construção civil, desde que presentes no máximo 50% de seus funcionários, que devem trabalhar distantes no mínimo 3 metros uns dos outros.

Igrejas poderão realizar cultos e celebrações exclusivamente para fins de retransmissão por meios de telecomunicações.

Realização de atividades internas, sem atendimento presencial a clientes, em escritórios de contabilidade, de advocacia e de construtoras, desde que presentes no máximo 20% de seus funcionários, limitados a 10 pessoas, que devem trabalhar distantes no mínimo 3 metros uns dos outros.

Continua restrita a circulação de veículos e pessoas pelas ruas da cidade, sendo permitida apenas para aquisição de produtos, bem como a fruição ou prestação de serviços permitidos por este decreto.

As próximas etapas passarão a vigorar nos próximos dias 10 e 17 de março, sempre observando e respeitando a curva de contaminação da doença e o índice de ocupação de leitos para Covid-19.

A partir de 10 de março será editado novo decreto para regulamentar as próximas fases de reabertura das atividades econômicas.

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

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