A troca de experiências entre operadores como impulsionadora do transporte público

Publicado em: 1 de julho de 2020

Assista aos vídeos!

Há uma razão pela qual as empresas investem em pesquisas e análises de mercado. Elas sabem que,  observando a experiência de outras empresas, podem encontrar novas formas de aprimorar seus níveis de serviço, gerenciar custos, alocar recursos e, finalmente, aumentar a satisfação do cliente. Não poderia ser diferente quando falamos em gestão do transporte público.

Acreditando nas experiências contínuas de aprendizado e nessa maneira estruturada de seus clientes olharem para fora de suas operações, a Empresa 1 incentiva diferentes formas de promover a troca de informações e conhecimento entre seus clientes.

Um dos caminhos para possibilitar esse tipo de troca foi a documentação de um de seus principais cases, da cidade de Fortaleza, em uma série de vídeos que mostram os bastidores de uma operação que vem passando por grandes transformações no intuito de deixar o serviço cada vez mais atraente e eficiente.

Os benefícios do benchmarking

O principal objetivo de práticas de benchmarking como esta é aproveitar as experiências bem-sucedidas de outras empresas como base de conhecimento. A ideia é simples: a forma mais eficiente de implementar a mudança é aprendendo com a experiência positiva de outras organizações, identificando as práticas por trás do sucesso, a fim de adaptá-las às suas próprias necessidades.

Na perspectiva do transporte público, quando um operador observa a forma como a gestão é realizada em outra cidade, sobretudo quando o modelo proposto por essa cidade se destaca entre outros, os benefícios conquistados são:

  • Descobrir novas tecnologias: in loco é possível conhecer novas tecnologias e saber como elas funcionam na prática para descobrir a viabilidade de implantá-las futuramente.
  • Identificar lacunas de desempenho: as avaliações realizadas como parte do benchmarking ajudam a identificar possíveis lacunas nas operações, bem como áreas para melhoria na experiência do passageiro.

Referência em inovação

O transporte de Fortaleza — urbano e metropolitano —, que é gerenciado pelo Sindiônibus — Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano e Metropolitano de Passageiros do Estado do Ceará —, opera com as soluções da Empresa 1, e algumas das inovações presentes no sistema são:

  • bilhete único, que integra os sistemas urbano e metropolitano da capital;
  • sistema de biometria facial, monitorando o uso das gratuidades e outros benefícios tarifários, além do funcionamento do bilhete único;
  • validadores operando de forma online;
  • wi-fi embarcado para os usuários;
  • rede de vendas ampla com parceiros no comércio realizando vendas por meio de aplicativo;
  • integração com transporte sob demanda.

Outro grande destaque é que o Sindiônibus, graças às tecnologias de API presentes nas soluções da Empresa 1, utiliza os dados de transações no transporte, em tempo real, para construção de painéis de indicadores importantes para o dia a dia da operação, com o uso de aplicações de business intelligence (BI).

Em outras palavras, o que temos em Fortaleza é uma bilhetagem mais flexível, tanto para os operadores como para os usuários, preparada para inovações futuras e integração como novos serviços.

Experiência compartilhada

A experiência de sucesso da capital cearense foi contada em 7 episódios temáticos, com depoimentos dos principais gestores do Sindiônibus, que conversaram sobre tópicos como:

  • estratégias de negócios;
  • modernização do transporte público;
  • operação com validadores online;
  • biometria facial aplicada ao sistema de bilhete único;
  • transporte sob demanda integrado ao transporte público convencional;
  • plataforma open data;
  • ampliação da rede de vendas e segurança do crédito de transporte;
  • integração multimodal, entre outros.

O caso de sucesso de Fortaleza, com todos os episódios, pode ser conferido no site da Empresa 1.

Assista aos vídeos!

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Comentários

  1. Alberto Alecio Batista disse:

    Ainda no campo operacional está a inovação nestes tempos de pandemia. Que tal ampliar o espaço interno dos coletivos retirando os controladores de fluxo e validadores? A biometria facial na entrada pode dar conta do controle da demanda e da arrecadação.
    Os atuais ônibus elétricos com alta tecnologia sem é outro ponto da inovação que merece investimentos incentivados.

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