Assim como falou a portais de mobilidade, Baldy sugere a empresários escalonamento de horários para evitar lotação nos transportes
Publicado em: 15 de maio de 2020
Segundo secretário dos transportes metropolitanos de São Paulo, 70% da demanda de ônibus, trens e metrôs estão nos horários de pico neste momento de pandemia
ADAMO BAZANI
O secretário dos Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo, Alexandre Baldy, voltou a defender nesta sexta-feira, 15 de maio de 2020, o escalonamento de horários de entrada de profissionais de atividades não essenciais como forma de evitar excesso de lotação em ônibus, trens e metrô, o que poderia agravar o avanço da pandemia do novo coronavírus.
Em uma transmissão ao vivo pela internet (live) nesta sexta-feira, para empresários do Grupo Lide, o secretário que cuida da mobilidade na gestão do governador João Doria, afirmou que nos horários de pico devem ter prioridade profissionais de transporte, de saúde e de segurança pública.
Segundo Baldy, atualmente 70% da demanda estão sendo transportados das 5h30 às 8h e das 17h30 às 19h30, mas que nem todos teriam necessidade de entrar neste horário.
Um dia antes, nesta quinta-feira, em live para portais de mobilidade, dentre os quais o Diário do Transporte, Baldy também afirmou que o escalonamento de horários é uma das principais medidas neste momento para evitar superlotação nos transportes coletivos e impedir que ônibus, trens e metrô se tornem focos de disseminação da Covid-19.
Relembre:
Baldy reiterou também não ser favorável ao atual rodízio municipal de veículos criado pela gestão Bruno Covas para tentar reduzir os deslocamentos.
Segundo o secretário, nesta semana, a demanda de passageiros subiu 8% no Metrô, 12% na CPTM e até 16% nos ônibus da EMTU com o “mega rodízio”
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes


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