Prefeitura de São Paulo reabre licitação para troca de asfalto por concreto em paradas de ônibus fora de corredores

Guias e sarjetas também serão reformadas . Foto: Adamo Bazani/Diário do Transporte

Propostas devem ser entregues no dia 07 de maio

ADAMO BAZANI

A prefeitura de São Paulo reabriu a licitação que vai definir a empresa ou consórcio para substituir asfalto por concreto (pavimento rígido) em paradas de ônibus localizadas em vias onde não há corredores para o transporte coletivo.

As obras também contemplam as reformas de guias, sarjetas e calçadas destas paradas de ônibus.

O concreto é mais indicado para locais onde há tráfego maior de ônibus, inclusive com frenagem, por suportar melhor que o asfalto o peso dos veículos de transporte coletivo.

A entrega das propostas foi marcada para o dia 07 de maio de 2020, na Rua Boa Vista, nº 136, 5º andar, na região central da cidade.

O edital vai ser publicado no site da SPTrans – São Paulo Transporte.

Como mostrou o Diário do Transporte, desde setembro de 2018, a SPTrans tenta realizar a licitação que, naquele ano, foi barrada pelo TCM – Tribunal de Contas do Município.

Em novembro de 2019 o TCM autorizou a SPTrans a retomar o certame. O despacho do conselheiro Edson Simões, autorizando a retomada, foi referendado pelo plenário do órgão de contas em 27 de novembro de 2019, e publicado na edição do Diário Oficial do Município. Segundo a publicação, o contrato tem valor estimado de quase R$ 50 milhões (R$49.672.251,89).

Em janeiro de 2020, a gerenciadora dos transportes retomou a concorrência, mas depois suspendeu novamente a concorrência.

No final de março, a gestora então abriu nova consulta pública e no dia 09 de abril de 2020 comunicou a retomada da licitação com previsão de entrega de propostas para 07 de maio.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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Comentários

Comentários

  1. A proposta da Prefeitura de São Paulo é elogiável, mas, tem outras prioridades, como a substituição dos postes de madeira do tempo da CMTC e abrigos de concreto com as iniciais da CMTC e SMT em vários lugares, que foi a proposta da ÓTIMA em um contrato milhonário de 2012 até 2037 que foi alterado por lei em 2018, Essa proposta com prazo de longo “a perder de vista” gera “cheiro de corrupção”. O asfalto por onde passam os ônibus tem resistência, suficiente para a finalidade das operações, não há necessidade de substituição. Não há mais nada para ser feito em São Paulo? Já fiz várias sugestões para retirada dos fios e cabos obsoletos nas ruas e avenidas de São Paulo, não houve nenhum interesse por parte dos vereadores em melhorar o visual dos postes que são de obrigação da Prefeitura em manter esse serviço funcionando em ordem. Os edifícios públicos abandonados, como o Hospital Central Sorocano na Lapa, e outros locais que são invadidos por vândalos. O Tribunal de Contas do Município deve ser responsabilizado por esses desmandos.Tenho dito o que muita gente acha que deve ser encoberto.

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