Início das vendas de ônibus rodoviário elétrico da BYD está previsto para abril

Ônibus possui carroceria Marcopolo Viaggio 1050 e chassi modelo BYD D9F. Foto: Diário do Transporte.

Veículo, com carroceria Marcopolo, aguarda fim do processo de homologação para tornar-se comercial

JESSICA MARQUES

O início das vendas do ônibus rodoviário elétrico da BYD está previsto para abril de 2020. O veículo, com carroceria Marcopolo, aguarda o fim do processo de homologação para tornar-se comercial.

A informação foi obtida pelo Diário do Transporte com exclusividade, em entrevista com o diretor institucional da BYD, Marcello Schneider.

“Este ônibus já está pronto. O chassi já está homologado e a carroceria já está em fase final de homologação para obtenção do CAT [Certificados de Autorização de Tráfego]”, afirmou o diretor.

Segundo Schneider, a BYD está em negociação com pelo menos oito empresas interessadas no ônibus rodoviário elétrico. Os primeiros contratos para fornecimento do ônibus devem ser assinados em abril.

“A perspectiva é de que no final de março, início de abril, saia o CAT desse veículo e ele se torne comercial, ou seja, apto a ser comercializado no mercado”, explicou Schneider.

Com carroceria Marcopolo Viaggio 1050 e chassi modelo BYD D9F, produzido no Brasil pela BYD, o ônibus é 100% elétrico e chega ao mercado com 402 cv de potência. Além disso, a autonomia será de 400 quilômetros.

O veículo contará com dois motores elétricos BYD – 2912TZ -XY-A integrados às rodas do eixo traseiro, conforme noticiado pelo Diário do Transporte.

Relembre: https://diariodotransporte.com.br/2019/11/04/onibus-rodoviario-eletrico-marcopolo-byd-tem-402cv-e-motores-no-eixo-traseiro/

Confira os detalhes do chassi BYD D9F:

  • Autonomia de até 400 km;
  • Cinco anos de garantia para o trem de força: motores elétricos e caixa de redução;
  • Carregamento fácil em até quatro horas;
  • Baixo consumo energético;
  • Zero emissão de poluentes e ruídos;
  • Oito anos ou 500 mil km de garantia para a bateria;
  • Baixo custo de manutenção;
  • Dois Motores elétricos BYD – 2912TZ -XY-A de 402 cv de potência integrados às rodas do eixo traseiro;
  • Chassis tubular: Não necessita alongamento para carrocerias de até 13,2 metros;
  • Estrutura em aço de alta resistência à torção e à flexão;
  • Freios a disco com sistema ABS e controle de tração;
  • Certificados ISO 9001/2015 e ISO 14001/2015.

Jessica Marques para o Diário do Transporte

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Comentários

Comentários

  1. Murilo da Silva disse:

    Se essa autonomia de 400 CV chegar aos chassis urbanos da BYD, pode criar interesse em algumas empresas, já que um dos empecílhos dos veículos elétricos é a autonomia

  2. Rodrigo Zika! disse:

    Bacana, tomara que dê certo.

  3. Leandro disse:

    E qual a previsão do preço?

  4. Miguel Ângelo Fernandes Duarte Boa Vista Boa Vista disse:

    Deve ser estimulada a troca de todas as frotas nos grandes centros urbanos, pois só isso ira trazer uma enorme redução na poluição das grandes cidades. O ideal será a isenção de ipva e cada estado poder dar algum incentivo mais para as empresas não só de transporte de passageiros, como também de distribuição, pois a Byd tem uma van fantástica para isso

  5. André Macedo disse:

    Fico pensando nesses modelos elétricos para motorhomes utilizando as baterias elétricas associadas a painéis solares para fornecimento de energia para todo o motorhome,mas tem que esperar uns 15 anos pelo menos para ficarem com preço acessível para motorhome.

  6. André Macedo disse:

    Pois é. Sou guincheiro e meu desejo é rodar a cidade com um caminhão Guincho elétrico. O preço é absurdo.

  7. IVAN DUARTE disse:

    Tudo que trás benéfico para o POVO demora a liberação seja em que Governo for infelizmente.
    Estive em Coimbra os Ônibus urbanos são Elétricos da BUS.
    Cadê você Capitão a final teve meu voto o Brasil espera ansiosamente por decisões mais rápidas!!!

  8. Roberto Zulkiewicz disse:

    Essa é a solução para o transporte urbanos nas grandes cidades. Tem a autonomia e mobilidade de um ônibus diesel sem os inconvenientes da poluição atmosférica e sonora. Sem dúvida decretarão o fim dos trolleybus que restaram e seus problemas de queda de rede e consequente atravancamento do trânsito, sem contar o custo da manutenção das redes que enfeiam a cidade.

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