Volare desenvolve modelo Attack 9 com chassi Volkswagen para a Costa Rica

Publicado em: 28 de janeiro de 2020

Os dois veículos Attack 9 desenvolvidos têm comprimento de 8.900 mm e largura de 2.320 mm. Foto: Jéssica Torres / Divulgação.

Objetivo é atender necessidades do mercado local

JESSICA MARQUES

A Volare informou, por meio de nota, que desenvolveu um novo modelo do seu miniônibus Attack 9 com chassi Volkswagen 9.160. A nova versão é destinada para o mercado da Costa Rica e o veículo foi concebido para atender as necessidades e características do mercado local, segundo a fabricante.

De acordo com o gerente de exportação da Volare, Rodrigo Bisi, inicialmente foram produzidas duas unidades, enviadas para o representante Pacyatlan.

“Uma unidade será fornecida para a Skyline, um dos nossos principais cliente no país, que possui 11 veículos Volare. A outra será destinada à Pacyatlan para que possa ser feito um programa de apresentação do produto para os atuais e potenciais clientes”, disse.

Os dois veículos Attack 9 desenvolvidos têm comprimento de 8.900 mm, largura de 2.320 mm e capacidade para 31 passageiros mais auxiliar, na versão com bagageiro normal, e 26 passageiros mais auxiliar, na versão com bagageiro estendido.

Com configuração Executivo, são equipados com sistema de ar-condicionado de teto Valeo 205, parede de separação completa, porta-pacote com saídas de ar e iluminação individuais, poltronas executivas com cinto de segurança três pontos e carregador USB, segundo a Volare.

Os veículos também contam com geladeira, sistema de áudio e vídeo com microfone, radio, DVD, monitor. Outra característica dos veículos é a câmera de marcha-a-ré instalada no para-choque traseiro.

“A Pacyatlan passou a ser representante Volare em 2017 com o objetivo de explorar o potencial do mercado para veículos de até 10 toneladas de PBT para o segmento de turismo. A empresa já era representante Marcopolo desde 2014, quando iniciou um trabalho de reintrodução e reposicionamento da marca em todo o país”, informou a Volare, em nota.

Jessica Marques para o Diário do Transporte

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