Com isso, deve haver adequações nos investimentos e no retorno dos empresários
ADAMO BAZANI
A Procuradoria Geral do Município de São Paulo deve dar o aval para que a gestão Bruno Covas assine ainda hoje os contratos com as empresas de transportes na cidade, previstos na licitação que se arrasta desde 2013.
Entretanto, deve haver um aditivo para adequar estes contratos para 15 anos, em vez dos 20 anos. Isso porque o órgão especial do Tribunal de Justiça, no final de agosto, rejeitou o recurso da Prefeitura de São Paulo e manteve o entendimento de ser inconstitucional a lei que previa os 20 anos nos quais foram baseados todos os estudos da licitação.
Com isso, deve haver readequações na taxa interna de retorno dos empresários sobre os investimentos e em outras exigências, em comparação ao que era previsto pela licitação.
A assinatura ocorre em meio à paralisação dos motoristas e cobradores, que, entre outras reivindicações, querem a manutenção dos empregos, temendo demissões com a redução de frota.
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes
