Bruno Covas define rotas que devem ser prioridade no plano de calçadas. Foco é integração com o transporte público
Publicado em: 11 de julho de 2019
São 32 caminhos, um para cada subprefeitura. No caso de imóveis particulares, adequação ao Plano de Calçadas é de responsabilidade dos proprietários
ADAMO BAZANI
O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, definiu novas rotas que devem receber investimentos prioritários dentro do Plano Emergencial de Calçadas – PEC para a cidade.
As chamadas “rotas emergenciais e respectivas vias abrangidas” foram escolhidas a partir do número de pedestres que recebem, proximidade com comércios, locais de geração de emprego e de escolas e hospitais, além da integração com serviços de transportes públicos.
Assim, estão nestas rotas terminais de ônibus, paradas de ônibus de maior movimentação de pessoas, estações da CPTM – Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, do Metrô e do monotrilho da linha 15-Prata (zona Leste).
De acordo com o decreto 58.845, publicado nesta quinta-feira, 11 de julho de 2019, a criação destas rotas obedece à lei nº 14.675, de 23 de janeiro de 2018, que instituiu o Plano Emergencial de Calçadas.
Em seu artigo quarto, o decreto diz que a manutenção e adequação das calçadas de imóveis particulares são de responsabilidade dos proprietários dos imóveis.
Os responsáveis por imóveis, edificados ou não, lindeiros às rotas abrangidas pelo Plano Emergencial de Calçadas – PEC permanecem com a obrigação de manter e conservar as respectivas calçadas em perfeito estado, na extensão correspondente à sua testada, mesmo que seja executada a intervenção por parte do órgão municipal competente, sob pena de aplicação das sanções previstas em lei.
Os padrões das calçadas, o planejamento e a execução do plano bem como as eventuais parceiras com a iniciativa privada para a adequação dos planos são de responsabilidade da Secretaria Municipal das Subprefeituras.
O decreto prevê 32 rotas prioritárias, uma para cada subprefeitura.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes


Arrumar as calçadas para serem ocupadas pelos ambulantes, como ocorreu na Av Mateu Bei, uma bagunça total, esse governo do PSDB é uma piada
Triste ver tudo aquilo,,,em São Mateus……meu Deus ! Fora que eles emporcalham, deixando embalagens na calçada, e bueiros
Amigos, bom dia.
Preliminarmente, a PMSP tem de começar pelas SUAS calçadas que muitas vezes são muito piores do que aos dos particulares.
Já pagamos IPTU, que cada subprefeitura monte uma equipe e arrume as calçadas da sua região; pronto simples assim.
A União, os estados e os municípios têm de se “tocar” de que pagamos impostos para eles trabalharem e as calçadas são públicas; portanto além de já estar pago isto é responsabilidade do poder público.
E depois isso de calçada é balela, na Sampa de hoje é impossível ter calçada de acordo; exceção da Avenida Paulista cujo projetista foi um profissional nota 10.
Uma calçada para ser tecnicamente transitável, ele tem de ter no mínimo 4 metros de largura, pois tem de comportar, árvores, lixeiras e outras cositas mas.
Aonde temos esse espaço, exceto na Avenida Paulista.
Calçada nova só nas areas que começaram a ser implodidas para começar uma NOVA SAMPA, ou nos futuros bairros se a PMSP ´so der alvará para loteamentos com calcaçadas de 4 m de largura.
Caso contrário mais um tema de sexo dos anjos.
Isso é improdutivo, inexequível e só perturba todos os munícipes ao invés de ajudar.
PMSP, TRABALHE, AFINAL VOCÊ É PAGA PARA ISSO E NÃO PARA FICAR EDITANDO NORMAS, PORTARIAS E RESOLUÇÕES, PRINCIPALMENTE DE COISAS INEXEQUÍVEIS.
ACELERA SAMPA.
Att,
Paulo Gil