Museu Virtual: a história do transporte público em poucos cliques
Publicado em: 16 de junho de 2019
Plataforma criada pela SPTrans traz acervo com imagens do sistema de transporte desde o começo do século XX
JESSICA MARQUES
Já imaginou conhecer a história do transporte público com poucos cliques, pelo computador ou até mesmo no celular? É o que permite o Museu Virtual da SPTrans.
A plataforma foi publicada em 17 de maio de 2019 com o objetivo de expor o acervo histórico do Museu dos Transportes Públicos Gaetano Ferolla em um ambiente virtual.
A intenção foi facilitar o acesso da população à história do transporte, para que todos possam conhecer o crescimento da cidade e evolução das tecnologias nesta área.
Segundo a SPTrans, o acervo publicado contém imagens do sistema de transporte no começo do século XX até os dias atuais, principalmente por bondes, trólebus e ônibus.
Atualmente, são 27 páginas com cerca de 10 fotos em cada. A fonte principal do site, segundo a SPTrans, é o Museu dos Transportes Públicos, mas conta também com imagens cedidas por colaboradores.
“Faz parte deste projeto a interação com a população, busólogos e apreciadores do tema, que poderão enviar imagens, especificações técnicas e outras fotos permitindo a expansão do acervo do Museu Virtual. Além disso, serão publicas as primeiras edições do Jornal do Ônibus, documentos e fotos de empregados durante as atividades na CMTC/SPTrans”, informou a SPTrans, em nota ao Diário do Transporte.
Os munícipes que quiserem contribuir com o acervo devem entrar em contato com a Assessoria de Marketing da SPTrans via e-mail marketing@sptrans.com.br.
No acervo, você encontra desde um bonde de tração animal na entrada do Viaduto do Chá até imagens de monoblocos que circularam pela capital paulista.
Para conferir o acervo completo, basta acessar sptrans.com.br/museu-virtual.
MUSEU PRESENCIAL
A experiência, porém, segundo a SPTrans, não substitui a emoção de uma visita presencial ao Museu dos Transportes, que fica na Av. Cruzeiro do Sul, 780 – Canindé – SP, próximo à estação Armênia do Metrô.
O museu guarda relíquias, como o primeiro bonde a circular no Brasil (no Rio de Janeiro, em 1859, e em São Paulo, em 1872) até o primeiro trólebus de fabricação nacional, produzido em 1960.
Integram o acervo da instituição sete veículos, cerca de 1.500 fotos e 1.500 livros, além de móveis, objetos e documentos sobre a evolução do transporte urbano.
Fundado por iniciativa do ex-funcionário da CMTC, Gaetano Ferolla, e enriquecido por doações de colecionadores e instituições, o museu foi inaugurado em 1985 e atualmente é mantido e administrado pela SPTrans.
No museu, a romântica imagem da cidade de São Paulo do século XIX, com seus bondes abertos puxados por animais, continua preservada.
No jardim que recebe visitantes, bancos e luminárias retratam a década de 20. No local, está instalado um bonde de areia, cuja função era espalhar areia nos trilhos para evitar derrapagens dos veículos que carregavam passageiros.
O museu funciona de terça a domingo, das 9h às 17h, com entrada gratuita. Agendamento de visitas monitoradas para escolas pode ser feito pelo telefone (11) 3315-8884.
Jessica Marques para o Diário do Transporte



O link está corrompido ou com algum problema, não acessa
Muito bacana a matéria, meus parabéns a todos os envolvidos. Sugeri a visitação para a escola dos meus filhos. Abraço
Muito boa ideia
Obrigado por nos informar
Ainda tem muitos erros de data e de informações relativas ao modelo, chassi e motorização
Seria conveniente solicitar a colaboração de entendidos no assunto, tais como o grupo respira São Paulo, para fazer as correções sobre trólebus e Ayrton Camargo e Silva sobre os demais
Abraços
Amigos, boa noite.
Como consta na matéria:
“Os munícipes que quiserem contribuir com o acervo devem entrar em contato…”
Contribuir com a fiscalizadora?
Nunca!
Afinal ela não contribui com os passageiros quando enviamos, solicitações, reclamações e outros.
O saldo que eu tinha no meu BU que foi levado no assalto em 2017; até hoje a fiscalizadora não me ressarciu.
Em qual conta o saldo desse meu BU foi parar? Eu bem que gostaria de saber e o MP também deve se interessar para saber; afinal deve ter um zilhão de pessoas que ficaram na nuvem como eu; ou melhor na nuvem não, NO PREJUÍZO MESMO.
Se a gestão da fiscalizadora fosse tão boa quanto o seu marketing; o buzão de Sampa estaria bem.
Mas como não é ….
Continua o 20/20, com contratos emergenciais e os novos nomes e logotipos; no resto:
“Tudo dantes como no quartel de Abrantes”.
BARSIL, MUDA OU AFUNDA!
Att,
Paulo Gil
Amigos, boa noite.
Tudo muda, mas o design da legítima CAIO, não envelhece nunca.
Vejam que maravilha o Gabriela articulado da foto da matéria.
Estilo não é para quem quer e sim para quem tem.
CAIO, você é inesquecível!
Att,
Paulo Gil
Trabalhei na CMTC de 1969 até seu final em 1994 e tive o privilégio de trabalhar no setor de manutenção e ao lado do fundador e criador do Museu Gaetano Ferolla e trabalhei primeiro com seu irmão Francisco Ferolla no departamento de mecânica da Rua Guaicurús na Lapa !
Tempo bom que guardo pra sempre na memória.
Meu prontuário era 40.817.
Olá,Qual era a frota dessa garagem Lapa?
Sou saudosista
Meu tio trabalhou muito antes nessa garagem
Fazia linha cruz das almas com veículos bem antigos.
Abraços
Ficou mais moderno, maior mas sem comodidade, pois os espaços são aproveitados mais para captar pessoas em pé do que sentadas.