EMTU diz que obteve liminar para garantir frota mínima de ônibus metropolitanos em greve geral

Segundo gestora, devem ser mantidos percentuais de serviços nos horários de pico e nas demais horas

ADAMO BAZANI

A EMTU – Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos informou que conseguiu liminar na Justiça do Trabalho determinando frota mínima nesta sexta-feira, 14 de junho de 2019, considerado dia de greve geral contra reforma da previdência e medidas do governo Jair Bolsonaro.

Segundo nota, o TRT determina que sejam mantidos 80% dos serviços nos horários de pico e 60% nas demais horas nas regiões metropolitanas de São Paulo e Baixada Santista e de 70% nos horário de pico e de 50% nas demais horas nas regiões de Campinas, Sorocaba e Vale do Paraíba.

A nota da EMTU fala em aplicação de multa aos sindicatos, mas não detalha valores.

Como gestora do sistema de transporte metropolitano sobre pneus nas regiões metropolitanas do Estado de São Paulo, a EMTU/SP obteve liminar que determina a manutenção do serviço com 80% da frota nos horários de pico e 60% fora do horário de pico nas regiões metropolitanas de São Paulo e Baixada Santista. A liminar também determina multa para quem descumprir a decisão. 

Nas regiões de Campinas, Sorocaba e Vale do Paraíba, a liminar obtida pela EMTU/SP determina a manutenção da operação com 70% nos horário de pico e 50% fora do horário de pico. Nestas regiões também está prevista multa no caso de descumprimento da decisão.

No momento econômico que vivemos, com mais de 13 milhões de desempregados, esta greve contraria os objetivos de recuperação econômica do país e prejudica a mobilidade de quem vive em São Paulo e precisa se locomover para trabalhar. 

A Secretaria dos Transportes Metropolitanos considera a greve ideológica e conta com as categorias para que os passageiros que dependem do transporte público não sejam prejudicados.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

1 comentário em EMTU diz que obteve liminar para garantir frota mínima de ônibus metropolitanos em greve geral

  1. Tem que parar tudo mesmo essa reforma é conversa pra boi dormir.

Deixe uma resposta