Metrô abre manifestação de interesse para realização de pesquisa de impacto junto à população sobre as obras das linhas 4,5, 15 e 17

Pesquisa quer saber o durante e depois das obras de estações. Foto: Adamo Bazani (Diário do Transporte) – Clique para Ampliar

Propostas de empresas devem ser entregues até 27 de maio de 2019

ADAMO BAZANI

A Companhia do Metropolitano de São Paulo abriu procedimento para empresas interessadas em apresentarem propostas para a realização de pesquisa junto à população sobre os impactos de obras de linhas de metrô e de monotrilho.

O foco é saber as impressões de quem mora nas regiões das linhas de metrô 4 Amarela nos trechos entre Higienópolis/Mackenzie e Vila Sônia, 5 Lilás entre Largo Treze e Chácara Kablin e dos monotrilhos 15-Prata entre Vila Prudente e Iguatemi e 17-Ouro entre Congonhas e a Estação Berrini da CPTM.

O tipo de pesquisa é ex-post, que consiste em apurar possíveis relações de causa e efeito entre um fato e o que ocorreu depois dele.

Com isso, o Metrô quer saber o que aconteceu com as pessoas que moram ou trabalham e com as atividades econômicas nas imediações durante as obras e depois, no caso das que foram concluídas.

Os resultados podem ajudar o Metrô a encontrar soluções para minimizar transtornos de outras obras e verificar os benefícios ou mesmo impactos negativos das obras que já foram concluídas.

Além disso, será possível saber o potencial econômico para novos negócios que estações de metrô e monotrilho podem ter atualmente, o que servia para elaborações de futuras PPPs  – Parcerias Público-Privadas.

As empresas interessadas devem apresentar propostas no dia 27 de maio de 2019.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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Comentários

Comentários

  1. Carlos A. disse:

    Já vou deixar minha opinião aqui mesmo: a linha 17 causa um impacto terrivelmente negativo nas proximidades do aeroporto de Congonhas uma vez que foi construída acima da superfície em uma área ja saturada de trânsito e construções. A degradação da área é evidente. Deveria ser subterrânea. Um erro grosseiro de projeto. Aposto que os arquitetos do metrô não foram ouvidos.

  2. Daniel Duarte disse:

    Carlos A, boa tarde.
    O monotrilho é mais barato.
    Os passageiros pouco se importam com isso.
    Obra aérea, pode ser vista por muuuuuiiitos eleitores, é claro que não vão enterrar.

  3. Daniel Duarte disse:

    Carlos A
    E pra ficar bem claro, eu concordo com vc, acho que esse tipo de obra aérea meio que divide a cidade. Quando o trem passa é muito bonito, mas sem ele parece algo estranho de ver esse amontoado de concreto. Poderiam colocar painéis liluminosos coloridos, tipo aqueles dos estádios pra dar vida naquilo.

  4. José Silva disse:

    A região em volta da Estação Butantã deu uma grande valorizada, em contrapartida, uma região que era basicamente residencial, hoje virou um grande canteiro de obras com diversos prédios de alto padrão subindo.

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