Prefeitura de Mogi das Cruzes quer integração tarifária entre ônibus municipais e trens da CPTM
Publicado em: 12 de abril de 2019
Reunião com Secretaria dos Transportes Metropolitanos deverá ser marcada para aprofundar conversas
ALEXANDRE PELEGI
Após a última terça-feira, 9 de abril de 2019, data em que todas as viagens do Expresso Leste passaram a operar diretamente para Mogi das Cruzes, a prefeitura da cidade da Grande São Paulo quer agora fazer a integração tarifária dos ônibus municipais com os trens da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).
Segundo o Portal News, o tema já foi tratado em conversa entre o secretário municipal de Transportes de Mogi, José Luiz Freire de Almeida, e o secretário estadual de Transportes Metropolitanos (STM), Alexandre Baldy na terça-feira, durante a solenidade do Expresso Leste.
Para o prefeito Marcus Melo (PSDB), o uso de um único cartão beneficiaria os passageiros da cidade que utilizam as dois modais de transporte.
Uma reunião entre a Prefeitura e a Secretaria Estadual de Transportes Metropolitanos deverá ser agendada para aprofundar o assunto.
Em declaração ao Portal News, o secretário de Transportes de Mogi afirmou que a abertura deste canal junto à STM é importante para discutir as medidas que deverão ser adotadas para que tornar possível a utilização do Cartão SIM nas estações de trens e do cartão da CPTM nas catracas dos ônibus municipais.
A integração tarifária em regiões metropolitanas é um pleito antigo dos técnicos da área de transporte, mas que esbarra na autonomia das cidades que, pela Constituição, têm autonomia na organização do sistema de ônibus municipais.
Isso provoca uma variedade de sistemas de bilhetagem, com tarifas diferentes e cartões de transporte que não “conversam” entre si.
Para os moradores de cidades como Santo André, Guarulhos, Osasco e a própria Mogi das Cruzes, é necessário portar um cartão do ônibus de sua cidade, um cartão BOM para o ônibus da EMTU e um Bilhete Único para andar na capital paulista, e utilizar os trens da CPTM.
Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes



Isso deveria ser o mínimo, caso contrário estaremos andando pra traz .
Mesmo porque a maioria das empresas só paga uma condução, eu mesmo moro em poa e tenho q andar 45 minutos quando vou e quando volto, pois a passagem de lá é mais cara do que a de São Paulo capital.
Ou então tenho q pagar duas condições do meu bolço.
Só prejuízo.
Dinheiro esse q poderia comprar algo pra minha família.
Boa, estamos aguardando!
aí eu rio,,,,,kkkkkkkkkk