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Metrô reabre licitação para conceder 13 terminais de ônibus

Terminal Carrão é um dos que devem ser concedidos. Foto: Adamo Bazani (Diário do Transporte) – Clique para ampliar

Em sete deles, concessionária poderá fazer construções. Entrega de propostas será dia 23 de maio. Companhia prevê faturamento mínimo de R$ 855 mil por mês

ADAMO BAZANI/ALEXANDRE PELEGI

O Metrô de São Paulo reabriu a licitação para conceder à iniciativa privada a operação, vigilância e manutenção de terminais de ônibus anexos a algumas estações das linhas 1 – Azul (Jabaquara/Tucuruvi) e 3- Vermelha (Itaquera/Barra Funda).

Na tentativa anterior, que sofreu questionamentos pelo TCE – Tribunal de Contas do Estado e jurídicas por parte de concorrentes eram 15 terminais a serem concedidos.

Diante dos questionamentos, o Metrô revogou a licitação.

Relembre:

https://diariodotransporte.com.br/2019/03/07/metro-revoga-licitacao-para-conceder-terminais-de-onibus-anexos-as-linhas-1-e-3/

Nesta versão, são 13 terminais. Foram excluídos o terminal Barra Funda (sul) e o terminal Barra Funda (turístico).

A licitação divide os terminais em duas categorias, em edificáveis, onde a concessionária poderá fazer construções e não edificáveis, onde só poderá haver exploração publicitária e comercial no espaço que já existe.

São sete terminais edificáveis:

– Santana (linha 1)

– Ana Rosa (linha 1)

– Patriarca Norte (linha 3)

– Vila Matilde Norte (linha 3)

– Carrão Norte (linha 3)

– Tatuapé Norte (linha 3)

-Tatuapé Sul (linha 3)

São seis terminais não edificáveis:

– Parada Inglesa (linha 1)

– Armênia (linha 1)

– Artur Alvim (linha 3)

– Penha Norte (linha 3)

– Carrão Sul (linha 3)

– Brás (linha 3)

A entrega das propostas está marcada para o dia 23 de maio. O principal critério para declarar a empresa ou consórcio como vencedor é o maior preço oferecido, cujo valor vai ser mantido em sigilo até a abertura dos envelopes, ou seja, o edital não estipula um valor.

Além da maior outorga inicial, a concessionária terá de pagar R$ 855 mil por mês ou 8% do faturamento bruto – o que for maior.

Para algumas atividades, a concessionária poderá terceirizar os serviços.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes  

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