Empresa Futuro, do consórcio Transcarioca, tem sete ônibus lacrados em fiscalização da Prefeitura
Publicado em: 21 de março de 2019
Garagem fica no bairro da Freguesia, Zona Oeste do Rio de Janeiro
JESSICA MARQUES
A empresa Futuro, do consórcio Transcarioca, teve sete ônibus lacrados durante uma fiscalização da Prefeitura do Rio de Janeiro. A garagem fica no bairro da Freguesia, na Zona Oeste da cidade.
A ação foi realizada na madrugada desta quinta-feira, 21 de março de 2019. Ao todo, fiscais da SMTR (Secretaria Municipal de Transportes do Rio de Janeiro) vistoriaram 20 ônibus.
A equipe lacrou sete coletivos e aplicou o mesmo número de multas por irregularidades como banco solto, ausência de descanso de braço, além de veículos não cadastrados na SMTR, de acordo com a Prefeitura.

Fiscalização encontrou bancos soltos nos veículos. Foto: Divulgação.
Ao longo de 2018, o consórcio Transcarioca, responsável pela empresa Futuro, foi autuado 2.686 vezes, sendo 310 por má conservação dos ônibus.
“As ações da SMTR são realizadas de forma permanente em garagens, terminais e nas ruas, em diferentes turnos, a fim de verificar as condições da frota operante e os serviços ofertados à população. Se irregularidades forem constatadas, os responsáveis são punidos e notificados”, informou a SMTR, em nota.

Ação foi realizada durante a madrugada desta quinta-feira. Foto: Divulgação.
O consórcio Transcarioca informou, em nota, que a maioria dos veículos inspecionados retornava de um dia de operação, o que justificaria alguns problemas encontrados.
Confira a nota, na íntegra:
O Consórcio Transcarioca esclarece que fiscais da SMTR foram à sede da Transportes Futuro, empresa consorciada, na madrugada desta quinta-feira (21.03), quando vistoriaram parte da frota de ônibus que estava na garagem, sendo que a maioria dos veículos inspecionados retornava de um dia de operação. A empresa informou que os coletivos já foram encaminhados à área de manutenção para sejam realizadas as manutenções corretivas indicadas na fiscalização.
Vale ressaltar que boa parte das autuações está relacionada à necessidade de substituição de peças ou reparos provocados por atos de vandalismo, causados por terceiros ao longo da operação e que são corrigidos quando os ônibus retornam à garagem, no fim do dia.
Jessica Marques para o Diário do Transporte


