ATUALIZAÇÃO – CLIQUE NO LINK:
Metrô também confirmou operações normais para esta terça-feira, 05 de fevereiro:
https://diariodotransporte.com.br/2019/02/04/nao-havera-greve-no-metro-de-sao-paulo-nesta-terca-feira/
Metrô também confirmou operações normais para esta terça-feira, 05 de fevereiro:
Metrô também confirmou operações normais para esta terça-feira, 05 de fevereiro:
https://diariodotransporte.com.br/2019/02/04/nao-havera-greve-no-metro-de-sao-paulo-nesta-terca-feira/
############################################################################
Caso paralisação seja aprovada pela categoria, linhas 1, 2, 3 e 15 (monotrilho) não funcionarão amanhã
ALEXANDRE PELEGI
Os metroviários das linhas operadas pela Companhia do Metropolitano de São Paulo decidem em assembleia na tarde de hoje, 4 de fevereiro de 2019, se iniciam uma paralisação já nesta terça-feira, dia 5.
A categoria pretende parar os trens em protesto contra a mudança na escala noturna e a terceirização dos funcionários das bilheterias. Além disso, a pauta inclui a demissão por justa causa do operador que foi responsabilizado pela Companhia pela falha que causou a interrupção parcial da linha 1-Azul no dia 22 de janeiro. Relembre: Metrô demite operador de trem que ocasionou paralisação na Linha 1-Azul na terça, 22
Com a paralisação, as linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata serão afetadas.
Em nota, o Metrô de SP diz que a greve, se ocorrer, será “de cunho unicamente político-ideológico”.
O Sindicato dos Metroviários distribuiu boletins convocando os trabalhadores para a Assembleia de hoje, dia 4. Em seu site, o sindicato divulga a seguinte nota:
A categoria está em luta contra os ataques do Metrô na tentativa de retirar direitos, privatizar e terceirizar ainda mais o transporte público. Foram realizadas setoriais nas áreas, reuniões, atos, uso de adesivo contra a privatização e retirada de uniformes na Operação.
O grave acidente ocorrido no dia 29/1, com o choque de dois trens na Linha 15-Prata do Monotrilho, expõe as condições de risco que os trabalhadores e a população sofrem nessa linha. Estações foram entregues às pressas e com vários problemas de segurança, sem acabamento e iluminação.
Outra medida do Metrô que revoltou os trabalhadores ocorreu com a demissão injusta do Operador de Trem Joaquim José. Funcionário há 33 anos e diversas vezes elogiado pelos serviços prestados, foi demitido por justa causa sem qualquer apuração após agir em um incidente na Linha 1-Azul.
Para reagir a esses ataques os metroviários marcaram uma greve para 5/2 (terça-feira). Participe da assembleia na próxima segunda-feira, 4/2, às 18h30 no Sindicato.
Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes
