Munique, Alemanha, receberá 6 ônibus elétricos de uma encomenda de 40 unidades

Em contrato com opção de compra fechado com a fabricante holandesa Ebusco, os 6 primeiros veículos serão entregues em 2019

ALEXANDRE PELEGI

A empresa de energia de Munique, Stadtwerke München (SWM), anunciou em março deste ano a opção de compra de 40 ônibus elétricos para a companhia de transportes da cidade, a MVG. O pedido foi feito junto à Ebusco, empresa holandesa especializada em ônibus elétricos.

Munique, cidade alemã com cerca de 1,3 milhão de habitantes, é capital do estado da Baviera.

Por enquanto, a Stadtwerke encomendou quatro ônibus elétricos menores (12 m) e outros dois modelos articulados de 18 metros. A previsão é que os ônibus entrem em serviço em 2019.

O contato entre a Ebusco e as empresas de Munique (SWM e MVG) começou em novembro de 2015, quando a cidade recebeu dois ônibus elétricos da fabricante holandesa para um processo de avaliação em longo prazo.

A Ebusco garantiu este primeiro pedido como resultado de uma concorrência europeia, com financiamento do Conselho Municipal de Munique, parte de um programa de ação chamado IHFEM. Esses dois primeiros ônibus para avaliação eram modelos de 12 metros.

Com a compra agora de seis unidades, a cidade poderá assim avaliar melhor as vantagens e benefícios da eletromobilidade como solução para o transporte local.

Uma vez aprovada a experiência, a concessionária poderá optar pela opção incluída no contrato, de aquisição da frota restante. A Ebusco poderia, então, entregar outros 16 ônibus de 12 metros e 8 articulados, para que a MVG pudesse operar no futuro uma frota de 40 veículos movidos à eletricidade.

Munique planeja eletrificar toda a sua frota, mas antes terá que desenvolver e instalar uma infraestrutura de recarga adequada.

A cidade vem testando modelos híbridos desde 2008. Seis ônibus elétricos diferentes também foram testados por algumas semanas desde 2013. Todos os seis foram eficazes no teste diário, mas os intervalos especificados pelos fabricantes em geral não foram alcançados na época.

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

Com informações de agências internacionais

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