ESPECIAL – Viação Cometa, uma viagem pela história na rota da evolução

Grupo de entusiastas e imprensa especializada na sala do major Tito Mascioli, fundador da Cometa (foto menor à esquerda na parede). À direita, na foto maior, Jelson da Costa Antunes, pioneiro dos transportes e fundador do Grupo JCA.

Empresa de ônibus abriu as portas da garagem principal em São Paulo para admiradores do setor e da companhia que é símbolo do desenvolvimento do transporte rodoviário

Investimentos em ônibus de dois andares e no bem-estar dos funcionários estão no foco da companhia que completou 70 anos

ADAMO BAZANI

Colaborou Alexandre Pelegi

Quem acha que evolução é só olhar para a frente e renegar o passado pode estar incorrendo num grave erro.

O futuro na verdade é fruto da soma do passado com o presente e dar o valor às raízes significa também valorizar os frutos.

É justamente isso que é possível perceber na garagem principal da Viação Cometa, na Vila Maria, zona Norte da cidade de São Paulo, chamada pelos profissionais de G1.

Espaços modernos de treinamento, manutenção, bem-estar para os funcionários e limpeza dos ônibus convivem com um memorial que retrata os principais pontos da história da empresa que neste ano completou 70 anos de estrada.

Desde 2001/2002, pertencente ao Grupo JCA, que reúne outras companhias, como 1001 e Catarinense, hoje a Viação Cometa possui em torno de 600 ônibus, conta com mais de mil motoristas e transporta aproximadamente um milhão de passageiros por mês, percorrendo 8 milhões de quilômetros mensalmente nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Rio de Janeiro.

Mas o plano é aumentar estes números e conquistar fatias maiores no mercado de transporte de passageiros, cuja concorrência é cada vez maior.

Uma das ações para isso é o investimento na frota; e os ônibus DD, de dois andares e com mais de uma opção de serviços num mesmo veículo, têm sido a aposta da empresa, como explica o diretor de operações do Grupo JCA, Paulo Gomes.

“Estamos expandindo o serviço Double-Decker justamente porque entendemos que esse é o anseio de nossos clientes, que poderão contar com diferentes classes de serviços dentro do mesmo ônibus, e por isso o grupo vem alavancando e vem expandindo suas operações… Devemos expandir mais as operações desses serviços nas linhas São Paulo-Curitiba, São Paulo-São José do Rio Preto, São Paulo-Volta Redonda, São Paulo-Juiz de Fora, São Paulo-BH, BH-Rio de Janeiro, entre outras que estamos investindo, sempre olhando para o desejo e necessidade de nosso cliente, que está no centro da nossa estratégia” – disse Paulo Gomes.

MANUTENÇÃO:

A manutenção dos veículos também é outro diferencial de mercado que o Grupo JCA diz possuir.

O grupo tem mais de 30 garagens em diferentes estados, das quais cinco se tornaram Centros de Manutenção e Excelência, localizados em São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro, Curitiba e Florianópolis.

O gerente-executivo de manutenção do Grupo JCA, Júlio Scalisse, diz que as revisões preventivas são realizadas nestas garagens-referência.

“Esses Centros de Manutenção e Excelência concentram a maior parte da nossa mão de obra técnica, os melhore profissionais, e onde a gente coloca toda nossa força para entregar o produto com excelente qualidade para a operação. A gente se orgulha bastante de ser um dos únicos clientes do Brasil a contar com nossos técnicos fazendo treinamento dentro da fábrica da Scania, da fábrica da Volvo, da Mercedes-Benz, e constantemente sendo avaliado e treinado pelas próprias montadoras. Nós temos um padrão forte e robusto de manutenção, onde a cada 15 mil km são verificados 220 itens incluindo itens de ar-condicionado, carroceria, parte elétrica, mecânica, entre outros que são avaliados” – disse Júlio.

Na foto, à esquerda, diretor de operações do Grupo JCA, Paulo Gomes, ao lado, de branco, gerente executivo de manutenção do Grupo JCA, Júlio César Scalisse.

A área de manutenção é toda informatizada e hoje adota um esquema parecido com os Pit- Stop das corridas de automóveis.

Em vez de ônibus ficar percorrendo várias áreas dentro da garagem, são as equipes de diferentes áreas que se revezam nos veículos. Com isso, é possível ganhar tempo, organizar os procedimentos de manutenção e ampliar, assim, a disponibilidade do ônibus em circulação.

Área de manutenção é informatizada

Antes mesmo de o ônibus chegar à área de manutenção, enquanto o veículo ainda está na estrada, as equipes de manutenção já recebem toda a ficha com as necessidades do veículo para deixar tudo pronto.

Dentro da garagem, a empresa mantém o CAM – Centro de Aprendizagem de Manutenção, uma área para capacitação dos mecânicos mais experientes e auxílio na formação dos mais novos na profissão. Motores e peças dos modelos de ônibus estão expostos e servem de bancada de treinamento. É no local onde os representantes das montadoras também atuam nos treinamentos dos profissionais da empresa de ônibus e na troca de informações com os operadores.

Centro de Aprendizagem de Manutenção para capacitação profissional. Montadoras também atuam no espaço

Neste sábado, 01 de setembro de 2018, dentro do programa de Visita Técnica do Grupo BusPress, organizada pelo editor de transportes Hélio Luiz de Oliveira, a Viação Cometa abriu a garagem para imprensa especializada e admiradores de ônibus.

Garagem da Vila Maria é um dos centros de referência da Cometa

A estrutura hoje montada na tradicional garagem chama a atenção.

Uma das características é que foram criados diversos espaços para o bem-estar e assistência para os funcionários, em especial os motoristas.

“O que nós prezamos bastante aqui, e é nosso principal capital sem dúvida alguma, são nossos motoristas. Que para nós são considerados como amigos. Existe um trabalho muito forte da alta direção no sentido de cuidar, de tratar com esses profissionais que são muito importantes para nós e que tem o contato constante com nosso principal patrimônio que são nossos clientes.” – disse o gerente de operações do Grupo JCA, Paulo Gomes.

Alojamento ganhou conceitos de hotelaria

Um dos destaques é o alojamento, chamado pela Cometa de hotel, por causa do atendimento dispensado aos motoristas. São 48 quartos, todos com ar-condicionado, em uma área que recebeu revestimento antirruído. Na entrada, há uma recepção que tem já nos computadores o quarto reservado e a escala de trabalho dos profissionais. Pinturas em alusão à família e imagens relaxantes completam o ambiente. Apesar de ser na garagem da Cometa, o espaço é destinado para motoristas de outras empresas do Grupo JCA, que precisam de alojamento entre as jornadas de trabalho.

Entusiastas que comparecerem à Cometa desfrutaram da Sala de TV, dedicada aos motoristas. Abaixo, biblioteca é espaço para lazer e cultura

Já para o descanso em período menor, há uma sala de TV com poltronas-leito num ambiente arejado.

A biblioteca também é outra área para a assistência dos motoristas, que podem dedicar o tempo livre à leitura.

O espaço também possui computadores pelos quais, além do entretenimento, os motoristas podem ter acesso a cursos e treinamentos em sistema EAD – Educação à Distância.

A dedicação à saúde também tem espaço na estrutura da garagem da Viação Cometa.

Academia conta com equipamentos modernos e acompanhamento de professores

Uma academia com diversos equipamentos profissionais está disponível para os funcionários. O atendimento é individualizado de acordo com as características físicas e de saúde de cada motorista. Para isso, professores de educação física avaliam o funcionário no momento em que ingressa na academia e acompanha a evolução do profissional.

Caso seja necessário um atendimento mais especializado para a saúde, em parceria com a Unicid, são disponibilizados fisioterapeutas.

Sala de Jogos e Barbearia num ambiente que mescla modernidade e ar retrô

Uma sala de jogos e uma barbearia, num ambiente que combina um ar retrô elementos modernos completam os serviços oferecidos aos motoristas.

“Todos estes investimentos trazem ótimos resultados para a vida do profissional e na qualidade de atendimento ao passageiro. O que procurarmos é que o ambiente de trabalho não seja só ligado ao emprego e pronto. Mas algo além, uma extensão da vida do colaborador. E o rumo que estamos tomando é olhar o profissional como indivíduo. Um exemplo é um programa que classifica e premia os motoristas com melhor desempenho. Mas e os que tiveram piores resultados? Chamamos e com a atuação de psicólogos, assistentes sociais e outros profissionais procuramos entender o que acontece com o indivíduo. Muitas vezes é um problema extra-empresa que auxiliamos. Já houve casos em que os profissionais estavam entre os de menor performance e depois de receberem este tipo de atendimento já estavam entres os melhores” – disse Paulo Gomes.

MEMORIAL:

Painel conta os principais fatos da história da Cometa

A Viação Cometa hoje é o resultado de duas histórias voltadas para os transportes de vidas, de Tito Mascoli e de Jelson da Costa Antunes.

A trajetória do italiano Tito Mascioli, major da aeronáutica italiano que, no Brasil, começou em 1937, com a Auto Viação Jabaquara.  Mascioli criou uma linha de ônibus urbanos que ligava a Praça da Sé, no Centro de Cidade de São Paulo, ao bairro do Jabaquara, que na ocasião estava sendo loteado pelo agrimensor Arthur Brandi, cunhado de Mascioli. A linha de ônibus garantiu o sucesso do empreendimento imobiliário.

Em 09 de março de 1947, foi criada a CMTC – Companhia Municipal de Transportes Coletivos, que encampou os serviços da Auto Viação Jabaquara. Mesmo sem receber as indenizações pela encampação, Mascioli não desistiu do ramo de transportes e, no mesmo ano, comprou a Empresa Auto Viação São Paulo-Santos Ltda, que atuava na ligação entre a capital e o litoral desde 1943. Inspirado no símbolo da pintura da empresa que havia comprado e, querendo remeter a imagem de agilidade, Mascioli decide mudar o nome da companhia para Viação Cometa S.A., em 7 de maio de 1948.

Já Jelson da Costa Antunes, nascido em 1927, em Itaboraí, se tornou cobrador de ônibus aos 11 anos de idade. Passou por diversas funções na Viação Cabuçu, quando, em 1946, junto com um irmão, comprou um ônibus velho, reformou e agregou o veículo à frota da Viação Niterói.

Réplica da Jardineira da Viação Líder, primeira empresa comprada unicamente por Jelson da Costa Antunes

Desfeita a sociedade com o irmão, comprou em 1949, a Viação Líder, em Macaé, que só tinha um ônibus.

Depois de muito trabalho e estratégias de negócios, Jelson foi comprando empresas como a Expresso Rio Bonito, a Expresso Itaboraí, a Transportadora Ivani, além de fundar Viação São Paulo – Niterói.

Em 1968, Jelson conseguiu um grande êxito e comprou a Auto Viação 1001, que na ocasião era a terceira maior empresa do Estado do Rio de Janeiro.

Após a aquisição de grandes empresas como Auto Viação Catarinense (que em 2018 completou 90 anos), o sonho de Jelson foi realizado: a compra da Viação Cometa, que teve início em 2001 e conclusão em 2002.

Radiocomunicadores mostravam nos anos 1950 que a Cometa estava à frente no mercado de transportes

Garagem da Vila Maria, nos anos 1960

Motor do lendário Morubixaba, ônibus importado que marcou uma nova era na ligação Rio-São Paulo

O Memorial, na garagem, conta estas histórias e de como evolui a empresa, por meio e materiais raros, como o motor do “Morubixba”, um modelo da GM (GM PD 4104) importado em 1954 dos EUA e que revolucionou a linha Rio- São Paulo. Também é possível conferir um dos famosos radiocomunicadores usados pelos motoristas, uniformes, registros dos primeiros profissionais e até materiais publicitários como gibis e marchinhas de Carnaval, como a que você confere abaixo.

Por meio de miniaturas, é realizada uma viagem no tempo com os principais modelos usados pela empresa, desde os importados dos EUA, passando pelos Fechas, fabricados pela própria Cometa por meio da CMA- Companhia Manufatureira Auxiliar, a partir de 1983. Atualmente, um Flecha restaurado, ano 1996, faz viagens comemorativas.

“A empresa evoluiu com o seu colaborador e hoje o sentimento de grupo é muito forte. Os colaboradores não dizem mais que trabalham na Catarinense, Rápido Ribeirão, Cometa ou 1001, mas no Grupo JCA. É uma nova visão, mas mantendo a identidade, a tradição.” – disse o gerente de controle operacional, José Nogueira.

“Uma oportunidade como esta é preciosa porque é um contato não somente com a história de uma empresa de ônibus, mas do país como um todo, do tão importante transportes de vidas” – disse Hélio Luiz Oliveira, do Grupo BusPress, que reúne admiradores, entusiastas e profissionais dos transportes.

OUÇA AS ENTREVISTAS NA ÍNTEGRA:

Diretor de operações do Grupo JCA, Paulo Gomes:

Gerente Executivo de Manutenção do Grupo JCA, Júlio César Scalisse:

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

Colaborou, Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

25 comentários em ESPECIAL – Viação Cometa, uma viagem pela história na rota da evolução

  1. Sou louco com onibus !
    Meu sonho era ser motorista de cometa .
    Mas minha mae não deixo mas fiz minha empresa de turismo! Mas vi o dinossauro
    Numa viagem de Bh a aparecida do norte
    Paixao a primeira vista quando passo pelo gontijo que era Scania tambem mas não aconpanho o Cometão ai fiquei apaixonado pela a empresa . Uma pena a Impala ser vendida ! Mas para mim a Cometa e o TeTo para quem que ser do Ramo! #Cometa a melhor!!!

  2. Enielce Risa Vieira // 1 de setembro de 2018 às 23:02 // Responder

    Parabéns!!! Achava o maximo o Cometa ter rafio comunicador, fez parte da minha infância e adolescência!

  3. Reginaldo De Oliveira Souza // 1 de setembro de 2018 às 23:06 // Responder

    O oniôni Cometa e o Máximo, otimoó carros, sempre que viajo e preferência sobre estes ônibus, Parabéns ao grupo Cometa!!!!

  4. Carlos Onildo dos santos // 1 de setembro de 2018 às 23:34 // Responder

    Boa noite grande Empresa mesmo trabalhei nela na GNT Garage Nova Rio de 1991 a 1993 excelente Empresa fiz um acordo pra sair e depois me arrependi se tivesse oportunidade pra voltar voltaria com toda certza…depois que sai da Cometa trabalhei na Atlas Transportes de 1993 a 1995 e Correios de 2004 a 2017 ..Um forte abraço a todos.Na época meu Chefe era o Sr. LOURENÇO.

  5. MUITO LINDO😒MAS A EMPRESA TÃO GRANDE TEM UM DESRESPEITO ENORME PELOS SEUS USUÁRIOS RECORD EM RECLAMAÇÕES NO RECLAME AQUI NEM RESPOSTA ELES DÃO. EMPRESA DE ARAQUE😠

  6. Denis Rogerio Garcia // 2 de setembro de 2018 às 00:48 // Responder

    Meu nome Denis Rogerio Garcia tenho uma admiração muito grande pela cometa lutei toda minha vida pra ser um motorista da cometa como meu pai foi quando tava chegando perto de conquistar essa realidade tive uma doença no cérebro e perde a vista do lado direito e sofro até hoje por não ter conquistado esse objetivo na minha vida mais amo muito essa empresa espero que ela cresça ainda mais hoje só olho os ônibus e sonho foi o que sobrou pra mim mais parabéns pelo grupo cometa amo a cometa abraço

  7. Viajava pra juiz de fora e poços de calda qdo tinha o flexa azul depois que tirarao o flexa azul nao viajo mais de onibus….

    Saudades desses carros… To tentando fazer uma viajem no carro 7455..mas ta dificil qdo ia pra curitiba adorava ir no flexa azul mas voces acabaram com a empresa tirando esses carros de circulaçao e gostava tbm pegar o carro de santos nasexta pra juiz de fora pois era o trucado scnia dinossauro … Agora vou sempre de carro pois nao tem mais o. Flexa azull uma pena……

  8. Sou um admirador da “Viação Coneta” e ti e o privilégio de viajar pela primeira vez a uns anos atras. 2019 viagens vem chegando nas férias, todas elas de ônibus de B. Horizonte a São Paulo e Sao Paulo a Curitiba.
    Espero na oportunidade viajar mais uma vez com a Cometa, conceito em transportes!
    É quem sabe também conhecer uma das bases. Abraços

  9. Dionísio Marques Leite // 2 de setembro de 2018 às 07:56 // Responder

    Eu me sinto orgulhoso porque foi a primeira Empesa que trabalhei de 1979 a 1986 , onde fui meio oficial mecânico e logo passei pra oficial mecânico. Parabéns e felz pela oportunidade que me deram , muito obrigado, parabéns pelo sucesso!!

  10. Infelizmente aqui em Jundiaí,SP,a empresa não evoluiu,sua garagem,continua no pequeno espaço,da rua Barão do Rio Branco.

  11. Dionísio Marques Leite // 2 de setembro de 2018 às 07:58 // Responder

    Parabéns pelas conquistas

  12. Carlos Vasconcellos // 2 de setembro de 2018 às 09:23 // Responder

    A JCA descaracteriza a Cometa transformando-a numa empresa igual as demais. Jamais deveria extinguir sua linda pintura e design retrós e os bancos vermelhos de couro. Tinha que manter as características das carrocerias fazendo as devidas modernizações.

    • Eu também tenho saudades da tradição da VIAÇÃO COMETA S.A.
      A COMETA era caracterizada por ônibus com carroceria em duralumínio, bancos revestidos com couro legítimo e chassis SCANIA mais potentes.
      Até a pintura, que no Flecha de Ouro LXV foi homenageada, não foi mantida. Aliás foi uma pena a NEOBUS ter a produção do New Road N10 descontinuada após a sua aquisição pela MARCOPOLO.

  13. José A. Corcelli. // 2 de setembro de 2018 às 13:37 // Responder

    Mas na realidade não é isso que acontece com a a Empresa Cometa com os serviços prestados com os passageiros que moram em Santos,foi implantado um sistema de vendas que demora muito para quem compra, sem contar que foram cortados vários horários de ônibus, outro dia cheguei na rodoviária de Santos às 8:45 e com o novo sistema Dr passagens não consegui embarcar no que saí as 9 horas, o próximo pra São Paulo era as 10:15 fiquei esperando 1 hora e 15 minutos, isso eu acho uma falta de respeito, quem é que planeja as horas de subida e descida entre Santos e São Paulo?

  14. André Luís de Oliveira // 2 de setembro de 2018 às 14:10 // Responder

    Meu pai trabalho 10 anos nesta empresa e até hoje agradece melhor empresa ele trabalho de 1977 a 1987 ele falou que só faltou o chumbinho

  15. Parabéns…sempre admirei a tradição da cometa, no entanto tenho que falar sobre a nossa decepção com o tratamento aos moradores e usuários de todos os dias que moram em jundiai,pois alteraram o caminho dos ônibus da agência Vila arens até a rodoviária aumentando em vinte minutos o percurso. O ônibus que sai as 6:00 (ex) da rodoviária, tem que sair da agência as 5:20 horas, causando total desconforto aos usuários.

  16. Trabalhei 1 ano atrás na cometa e não gostei,as vezes ficava até 10 dias sem folga,péssima escala (motorista é lixo pra eles) e fora horas extras que não pagaram direito.Desejo boa sorte para os amigos que ficaram mas pra mim não dá.
    Antes não tinha qualidade de vida,agora eu tenho.

  17. Sebastiao luiz marinho // 2 de setembro de 2018 às 20:11 // Responder

    Tenho orgulho de ter sido motorista da Cometa entre 1989 a 1993 aprendi Muito apesar de na época eu ser novo de idade tinha apenas 27 anos de idade valeu muito na minha vida profissional.

  18. Adriano ribeiro campos // 2 de setembro de 2018 às 22:35 // Responder

    Paranbens ao grupo eu que desde pequeno sempre tive paixão pela cometa eu morava em osasco e meus avós materno sempre morou em sorocaba então mi lembro da infância de sempre viajar com a cometa a 37 anos vim para sorocaba em 1994 ja era motorista de caminhão e sempre tive um sonho de trabalhar na cometa .hoje com 41 anos e 15 de experiência como carreteiro continuo sonhando a trabalhar na viação cometa um sonho de adolecente que carrego ate hoje

  19. Paulo Francisco de Oliveira // 3 de setembro de 2018 às 04:18 // Responder

    Bons tempos que marcaram uma.geracão.
    Amantes das estradas procuravam o diferente em suas viagens e o diferente era a Viaçao Cometa. Confortável, plena visão interna do ônibus bem como da estrada, um agradável odor de limpeza, enfim era tudo que um amante de viagens e de ônibus procurava.
    Os diretores das grandes empresas hoje em dia, embarcam na falsa ilusão de conforto neste meio de transporte, oferecendo supérfluos para quem realmente é amante das estradas e dos ônibus. O diferente é o que conquistava e conquista aqueles que utilizam e gostam deste meio de transporte. Não era simplesmente uma viagem como é hoje dia, mas uma purificação da mente e da alma.
    Saudades do Rei das estradas, o lendário FLECHA AZUL., o DIFERENTE.

  20. Augusto António Fogaca // 3 de setembro de 2018 às 16:18 // Responder

    Parabéns à empresa j ca e a cometa e dizer que tive o pra ser de conhecer pessoalmente este demonstrativo histórico da empresa e que também já fiz parte da grande família cometa.

  21. Parabéns pela matéria. Nota 1000.

  22. Nao esqueco no ano de 1960 ;minha mãe passando uniforme lindo do meu pai para o mesmo ir trabalhar . Inclusive nessa epoca usava ate paleto. Sapatos pretos sempre bem engraxados Gravata e quepe.
    Muito alinhado. Saia e voltava contente por trabalhar em uma empresa solida e que valoriza muito seus funcionarios. Fazendo sempre a linha SAO PAULO AO RIO E VICE VERSA.
    Essa É VIACAO COMETA.

  23. OLÁ ADAMO

    PARABÉNS PELA EXCELENTE REPORTAGEM.

    PARABÉNS TAMBÉM AO AMIGO HÉLIO OLIVEIRA POR TER INICIADO AS CONVERSAÇÕES QUE CULMINARAM NA VISITA.

    PARABÉNS AO GRUPO JCA POR TER ABERTO A GARAGEM DA COMETA PARA A HISTÓRICA VISITA.

    Eu estive na visita e realmente foi marcante conhecer por dentro essa empresa de tantos anos e que marcou tantas gerações.

    Pena mesmo é que a COMETA, com seu design e pintura inconfundíveis e que também marcaram gerações, assim como outras companhias das regiões metropolitanas do Estado de São Paulo, teve que se submeter à pintura estatal determinada pela EMTU em suas rotas rodoviárias na Região de Sorocaba. Lamentável ver o sofrível padrão EMTU ao invés do azul COMETA nos carros. É o Estado se impondo ante o cidadão que nada pode fazer a respeito, a não ser reclamar.

    Saudações,

    MARIO CUSTÓDIO

  24. Fernando Richeti Junior // 10 de setembro de 2018 às 18:37 // Responder

    Parabéns Adamo, excelente reportagem. Grande abraço meu amigo, sou seu fã !! E obrigado ao Helinho pelo convite. Foi uma excelente oportunidade de conhecer tantos fãs e admiradores dos 40 janelinhas. Aprendi muito com vocês mestres !!

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