GPS de ônibus de Teresina são desligados

Veículos são da Transcol. Foto: João Victor

Sindicato das empresas suspeita que aparelhos foram causa de incêndio que danificou sete veículos

JESSICA MARQUES

O GPS dos ônibus de Teresina, no Piauí, foram desligados como medida de precaução. O Setut – Sindicato das Empresas de Transportes Urbanos de Passageiros de Teresina suspeita que os aparelhos foram a causa de um incêndio que danificou sete veículos da empresa Transcol.

Os fatos ainda estão sendo apurados, mas enquanto o resultado da perícia não é divulgado, os aparelhos não estão funcionando.

Conforme publicações da mídia regional, os passageiros já perceberam a diferença ao tentar visualizar a localização dos ônibus por meio do aplicativo que oferece essa função.

Um incêndio de grandes proporções atingiu a garagem da Transcol em 16 de agosto de 2018. Na ocasião, sete ônibus foram destruídos pelas chamas e seis veículos foram retirados do local.

Relembre: Incêndio em garagem de Teresina destrói sete ônibus

Confira a nota do Setut na íntegra:

“O SETUT esclarece que, devido aos incêndios ocorridos em ônibus de duas empresas, os equipamentos elétricos ou eletrônicos que já vem de fábrica e os extras que são acoplados aos veículos foram desligados como medida preventiva, enquanto as empresas aguardam o resultado da perícia. As empresas prezam pela segurança e melhor atendimento dos usuários.”

Jessica Marques para o Diário do Transporte

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Comentários

Comentários

  1. Ligeiro disse:

    Estranho.

    Não entendo muito de engenharia, mas vamos pensar aqui um pouco:

    – GPS são aparelhos que trabalham ligados ao circuito elétrico do veículo.

    – Salvo engano, muitos deles trabalham apenas com o veículo ligado, não desligado. A não ser que algum sistema de GPS tenha bateria interna para enviar dados durante o fim de expediente do veículo (alimentar informações em bancos de dados ou monitoria de segurança).

    – GPSs apenas recebem informações (quando falamos de GPSs). O que envia informações são sistemas integrados com um GPS (sistemas de monitoria). Estes são computadores praticamente. Usamos o termo GPS por forma genérica mesmo, “vulgar”, popular.

    Se a suspeita recai no sistema de monitoria, o que fica “óbvio” (notem o aspas) é no caso a instalação inadequada que provavelmente pode ter provocado algum curto, OU alguma característica no computador ou circuitos que gerou alguma sobrecarga, e por consequência, o incêndio.

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