Para se manter, pública Metrobus deve se associar a viações privadas em Goiás
Publicado em: 11 de janeiro de 2018
Ministério Público é contra projeto. Direção de estatal teme colapso
ADAMO BAZANI
O govenador de Goiás, Marconi Perillo, deve decidir nas próximas semanas se permite que a empresa pública Metrobus, responsável pela operação do Eixo Anhanguera, do sistema BRT de Goiânia e de serviços metropolitanos, se associe a viações privadas e forme um consórcio.
Desde o segundo semestre do ano passado, o Consórcio Metropolitano é visto como uma solução para evitar um colapso financeiro e operacional da Metrobus, que possui dívidas com fornecedores de peças, pneus e combustíveis. Também houve atrasos de pagamentos de pessoal.
O temor, inclusive, é de interrupção de serviços. Mais de 30 ônibus estão parados sem peças de reposição.
No dia 04 de janeiro, o diretor-presidente da Metrobus, Marlius Braga Machado, disse em ofício que a constituição do Consórcio Metropolitano foi aprovada em ata da companhia pública, datada de 22 de dezembro de 2017, restando apenas a assinatura do governador.
O documento foi obtido pelo informativo local, “MaisGoiás”.
A empresa líder do Consórcio Metropolitano seria a Viação Reunidas Ltda.
A Metrobus diz que a situação financeira se agravou depois da unificação tarifária metropolitana e com a extensão do Eixo, que envolve os municípios de Goiânia, Trindade, Senador Canedo e Goianira.
O diretor da empresa pública alega que a solução é emergencial e pede urgência no assunto.
O Ministério Público do Estado de Goiás, porém, se manifestou em novembro contrariamente à união entre empresa pública e companhias privadas de transportes.
A promotora Fabiana Lemes Zamalloa do Prado recomendou que Metrobus e Reunidas não celebrem nenhum acordo.
De acordo com o entendimento da promotora, a submissão da empresa estatal à concessionária privada é inconstitucional, sendo na prática uma transferência de controle.
Como “líder do consórcio”, a Reunidas teria poder de desempate nas decisões e poderia nomear presidente do conselho.
A Metrobus deve apresentar até a próxima segunda-feira, 15, explicações ao Ministério Público sobre a formação do consórcio.
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes



Amigos, boa noite.
Xiiiiiiiiiiiiii até em Goias; então o Barsil faliu.
Agora o novo o informatica passará a se chamar “menosGoiás”
“Mais de 30 ônibus estão parados sem peças de reposição”
É o Parque de Diversão onde o puuuuuuuuuuder brinca de administrar; sem contar o presídio, né.
MUDA BARSIL.
Att,
Paulo Gil