Greca garante que tarifa em Curitiba segue sem reajuste no próximo ano
Publicado em: 21 de dezembro de 2017
Prefeito afirmou que acordo feito com empresas de ônibus, que possibilitou a compra de novos veículos, dará possibilidade de evitar aumento em 2018
ALEXANDRE PELEGI
Rafael Greca, prefeito de Curitiba, afirmou nesta quarta-feira (20) que o valor das tarifas de ônibus não sofrerá qualquer reajuste em 2018.
Em entrevista ao site G1-Paraná, Greca justificou sua decisão que, segundo ele, seria resultante de acordo feito com as empresas de ônibus. O acordo não só garantiu a compra de novos veículos, como, diz Greca, possibilita evitar o aumento tarifário em 2018.
Greca afirmou ao G1: “Nós vamos manter a tarifa em R$ 4,25. Não vai subir, nem abaixar. Isso foi anunciado pelo presidente do sindicato dos transportes, no dia que eu anunciei a renovação da frota”.
Greca se recusou a ser comparado ao prefeito de Araucária, da Região Metropolitana de Curitiba, que nesta terça-feira divulgou que a redução da tarifa de ônibus na cidade cairia dos atuais R$ 4,25 para R$ 2,90 a partir do dia 1º de janeiro de 2018. O prefeito Hissam Hussein Dehaini, ao fazer o registro oficial na Câmara Municipal da cidade, afirmou que isso “nada mais é do que resultado da economia feita com a extinção da CMTC. Estamos apenas repassando para o próprio sistema e para a população de Araucária”.
Greca afirmou que são situações bem diferentes. Segundo ele, a cidade de Araucária tem uma rede reduzida de transporte, e seu prefeito não tem obrigações como a da substituição da frota, e da integração metropolitana. “Comparar Araucária com Curitiba é uma sandice, porque Curitiba tem a responsabilidade de ser um grande centro metropolitano”, disse Rafael Greca.
Se não vai aumentar a tarifa, Greca, no entanto, promete mudar a forma como ela é cobrada hoje. O prefeito afirma estar estudando a tarifa temporal em todas as linhas de ônibus de Curitiba. Isso possibilitaria ao usuário do transporte coletivo pagar apenas uma tarifa e fazer integração com outras linhas, sem ser tarifado novamente. Hoje esse formato só é possível nas estações-tubo e nos terminais. Para isso, porém, Greca ressalta que será preciso modernizar o sistema de bilhetagem eletrônica.
Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes



Votei para prefeito no Sr. Greca , julgando ser a melhor opção entre os PREFEITÁVEIS .Quando falamos em tarifa ( manutenção dos preços praticados , redução ou aumento ) devemos considerar algumas variáveis : Folha de pagamentoto de toda a equipe operando no sistema ( em Cwb temos ainda o Órgão Gestor URBS ) , diesel , peças e acessórios , rodagem e lubrificantes . Quando da aquisição dos novos ônibus é ironia e insanidade afirmar que os preços das novas unidades serão os mesmos praticados das ultimas aquisições , até porque falamos de veículos menos poluentes ( up de Euro V para Euro VI ) . Em todas as categorias . Não obstante falamos de Ar condicionado ( qual o percentual % deste acessório ? ) , em outras aquisições no passado lembro que quando evoluímos da geração euro III para a V houve incremento de 8 a 11 % no valor de aquisição e como não bastasse estes veículos consomem mais combustível ( 2 a 3 % ) , quando falamos em biodiesel sempre que aumentamos o teor da mistura também falamos em incremento no valor de combustível…, o transporte coletivo é de utilidade pública , porém operada pela iniciativa privada cujo negócio e LUCRO . Devemos estar atentos para que isto não seja absurdo a ponto de inviabilizar o sistema . Retrocedendo no tempo , há alguns anos o sistema era operado pelo próprio governo e penso que os centros mais conhecidos são São Paulo e Rio de Janeiro ( CMTC E CTC ) . POR QUE estas instituições deixaram de operar o transporte público e passaram para a iniciativa privada ? sabemos muito bem que muitos dos operadores daquelas instituições hoje atuam na SPTrans e no órgão similar no Rio , na Urbs em CWB em Belo Horizonte na BHTrans… desta forma antes da se fazer este tipo de divulgação é importante ANUNCIAR de onde virá o dinheiro para subsidiar caso contrário os ônibus velhos continuarão a rodar , as greves terão espaço garantido no nosso dia a dia e a população sendo esquecida….enquanto isto os nossos POLÍTICOS ….