Sipat de empresa de ônibus leva atendimento de saúde a passageiros em terminal do Paraná. Em São Paulo, funcionários ajudam Cruz Vermelha
Publicado em: 7 de setembro de 2017
Outro destaque da semana de prevenção de acidentes da Leblon Transporte, do Paraná, foi o curso de primeiros socorros para cobradores e demais funcionários. Trabalhadores da Transwolff, do subsistema local, na zona sul da Capital Paulista, ajudaram a entidade na separação e destinação de materiais a serem doados para comunidades carentes
ADAMO BAZANI
Entre os dias 21 e 25 de agosto, o Grupo Leblon Transporte de Passageiros realizou a Sipat 2017 – Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho com um diferencial: o atendimento de saúde também aos passageiros.
Na quinta-feira, dia 24, um ônibus da Secretaria de Saúde de Fazenda Rio Grande, região metropolitana de Curitiba, onde a empresa atua, com apoio da Leblon, foi ao terminal de integração da cidade e médicos e enfermeiros realizaram diversos tipos de atendimentos e orientações.
Foram feitos exames de pressão arterial, hepatite, exames de HIV e Glicemia.
“Apesar de ser uma semana interna, voltada para o colaborador, decidimos estender as atividades diretamente para a população. Além disso, quando o funcionário da empresa é devidamente treinado quanto à prevenção de acidentes e qualidade de vida, todos os passageiros ganham. A comunidade passa a ser atendida por profissionais mais capacitados e que trabalham com mais satisfação e segurança” – explicou o técnico de segurança do trabalho da Leblon Transporte e Viação Nobel, Marcelo Cândido de Oliveira.
Outro destaque na edição deste ano da Sipat, segundo o técnico de segurança, foi o curso de primeiros socorros a passageiros ministrado aos cobradores e demais funcionários da empresa de ônibus.
“Quisemos então passar as noções de primeiros socorros para todos os colaboradores. Cada vez mais procuramos incluir o passageiro, que é nosso cliente, na temática da Sipat” – explicou
A interatividade também marcou a Sipat 2017 da Leblon.
Os trabalhadores foram estimulados a tirar fotografias de cenas na empresa que remetem à segurança do trabalho, envolvendo eles mesmos ou os colegas. Foram mais de 20 imagens compartilhadas em redes sociais como Facebook e Twitter.
CAPITAL PAULISTA:
Funcionários da empresa Transwolff, do subsistema local da capital paulista, participaram na última semana de uma ação assistencial na entidade internacional Cruz Vermelha, em São Paulo.
Durante quatro horas, os trabalhadores que atuam em diversos setores da garagem, ajudaram a separar e organizar as doações recebidas pela instituição.
Roupas, sapatos e cobertores vão ser levados para comunidades carentes da cidade de São Paulo. A proposta é despertar nos funcionários a consciência sobre o trabalho voluntário, segundo a Transwolff que, desde maio, também participa da Campanha do Agasalho com diversas caixas espalhadas pela garagem para arrecadar agasalhos e cobertores.
Em nota enviada pela assessoria da empresa de ônibus, o chefe do voluntariado da Cruz Vermelha, Cláudio Laze, afirmou que outras companhias poderiam seguir o exemplo
“Nós temos uma escassez de mão de obra. Seria tão bom se cada empresa liberasse um funcionário ao menos um dia por ano, imagina quantas horas de voluntariado nós teríamos”, disse. “Foram oito voluntários que fizeram a diferença hoje”, completou.
Na nota, a empresa também trouxe depoimentos de mais funcionários e do diretor-presidente, Luiz Carlos Efigênio Pacheco.
Izabel Bryan, da Transwolff, disse que é interessante a empresa participar e incentivar os funcionários em ações como esta.
“Esperamos que atividades como esta mude um pouco o pensamento dos nossos funcionários e de outras empresas. Pode parecer pouco essas 4 horas trabalhadas, porém a semente do voluntariado foi plantada no pensamento de cada funcionário que ajudou”, afirma Izabel.
Uma das colaboradoras da Transwolff, Helena Magela, afirmou que ações como está contribui muito para o lado humano já que os funcionários vão ter um olhar maior para o próximo. “Vamos continuar a ação, as pessoas precisam de mais ajuda e pode ter certeza que esta ação vai acontecer mais vezes”, afirmou.
Outra colaboradora da empresa, Luciane Miranda, disse que a ação foi muito interessante. “Achei muito gostoso saber que vai beneficiar outras pessoas. É a primeira vez que faço um trabalho voluntário. Amei. Quero voltar outras vezes”, afirmou Luciane.
Luiz Carlos Efigênio Pacheco, presidente da empresa, afirmou que ações como esta já fazem parte da rotina da empresa e, com certeza outras acontecerão.
“Isso mostra o quanto nossos funcionários têm um coração gigante. Sugerimos que eles fossem e apareceram vários interessados. Ação dos funcionários como esta é que faz a empresa ter chegado até aqui”, afirma Pacheco.
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes




Amigos, bom dia.
Parabéns as empresas de buzão pela atitude social.
Mas depois das malas, não devemos fazer mais NADA, pois tem dinhehiro sobrando para fazer o que tem de fazer.
TEMO É DE FAZER O PUDER FAZER O QUE LHE É DE OBRIGAÇÃO LEGAL, pois o que é ilegal eles fazem sem pressão popular e MUiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiito BEM FEITO.
Ao que tudo indica o buzão da foto é um Amélia.
O Amélia sim é o buzão de verdade tem espaço pra tudo, até para clínica.
Afinal o Amélia é um CAIO.
Igual a ele nunca mais.
Att,
Paulo Gil
“Buzão e Emoção é a Paixão”