Empresa de ônibus de Minas Gerais cria garagem com soluções que integram eficiência, meio ambiente e segurança no trabalho

Além de frota, empresa, que tem o certificado de qualidade ISO 9001, investe em toda a estrutura e nos funcionários para de destacar no mercado

Exemplo é sistema que permite troca de óleos e fluidos sem a necessidade de contato com produto, embalagens e ainda dispensa transporte do material pelos funcionários

ADAMO BAZANI

Proporcionar um ambiente de trabalho agradável, respeitar o meio ambiente e deixar os processos de gestão, manutenção e operação mais eficientes.

Esses foram alguns dos objetivos da empresa de fretamento Rouxinol, de Belo Horizonte, ao instalar uma nova garagem na cidade.

“Algumas ideias foram buscadas em viagens ao exterior e outras nós desenvolvemos com base na participação dos colaboradores, bem direcionadas às necessidades de transportes da região” – disse ao Diário do Transporte, o dono da empresa, Júlio Cézar Diniz.

Sistema que permite troca de óleo rápida e sem contato ou transporte interno pelos funcionários; reuso de água em estação no piso inferior ao pátio; plantio de árvores frutíferas nas dependências da empresa; controle informatizado de processos internos e da operação externa; separação de área para resíduos perigosos, estão entre os investimentos na estrutura da sede da Rouxinol, que hoje possui 222 veículos, entre ônibus convencionais rodoviários, urbanos para transporte de fretamento dentro de empresas-clientes, micro-ônibus e vans. A média de idade da frota é de 4,8 anos.

Atuam na empresa em torno de 500 funcionários.

Algumas das soluções ainda são novas na área de transportes de passageiros no Brasil:

– Bombeamento e troca automatizada de óleos e fluidos:

O sistema desenvolvido pela Rouxinol foi inspirado na fabricante Volvo da Suécia.

Bombas e tanques especiais evitam o contato do funcionário com óleos e fluidos.

Quando o ônibus chega à vala de manutenção, há uma bandeja especial onde é despejado o óleo que não serve mais para o veículo.

Bandejas são colocadas em valas de manutenção. Óleo usado vai por gravidade para tanque especial

 

Por gravidade, este material é direcionado para um tanque que fica em piso inferior ao da área de manutenção. Um sistema de bombeamento leva o óleo inservível até o caminhão especial de coleta que transportará o material para a destinação correta.

Tanque em piso inferior ao da manutenção. Bombeamento leva para caminhão de transporte especial

 

Para aplicar no ônibus os óleos novos de motor, freio e de embreagem, existem mangueiras especiais que evitam contato com o material e com embalagens.

Ao lado do tanque onde está o óleo que não será mais usado, ficam os galões para cada tipo de lubrificante. Esses galões são ligados a um sistema de bombas.

Tanque preto é de óleo de motor, o verde é de caixa de embreagem e o vermelho é para óleo de diferencial. Tudo está ligado a bombas

Para cada lubrificante também é uma mangueira pela qual o funcionário utiliza para colocar o produto novo no ônibus.

Mangueiras para introdução de óleo do diferencial, óleo de caixa, óleo de motor e graxa.

Por causa da densidade, apenas a graxa não fica no piso inferior ao da manutenção, mas a colocação também é feita por sistemas de mangueiras diminuindo o contato com o produto.

A área onde ficam os tanques, é isolada e há uma rampa para deslizar os galões novos. Uma comporta serve para conter óleo em caso de eventual vazamento.

O coordenador da empresa de ônibus Sérgio Tôrres Soares explica que o sistema traz várias vantagens.

“Os ganhos ambientais são muito grandes, já que é muito reduzida a possibilidade de contaminação de solo pelo manuseio dos materiais. Há menos desperdício também. O colaborador da empresa ganha já que o contato com os óleos é praticamente nulo.” – comenta.

A ergonomia é outro aspecto atendido pelo sistema. Isso porque os galões novos são levados para parte de baixo da garagem por elevadores e apenas são deslizados sobre a rampa até o acesso à área onde estão os tanques e as bombas.

O maquinário para sensores e bombeamento é de fabricação italiana.

ÁREA PARA LIXOS PERIGOSOS:

A garagem também conta com áreas nas quais há a separação de resíduos orgânicos, recicláveis e perigosos. A medida serve para a destinação correta de cada um desses resíduos, além de aumentar a segurança do trabalho e evitar contaminações.

A área de resíduos perigosos é isolada e tem sinalização diferente das demais. Todos os funcionários da empresa são estimulados a contribuir levando também de casa para este local, materiais que têm alto grau de impacto ambiental, como pilhas e baterias.

A separação do lixo também permite que a empresa desenvolva uma ação social. Os resíduos recicláveis são encaminhados para a Asmare – Associação dos Catadores de Papel, Papelão e Material Reaproveitável, que visa retirar das ruas, catadores de lixo e empregá-los na separação dos tipos de resíduos recicláveis.

As pessoas beneficiadas pelo programa contam com renda, assistência e qualificação profissional, de acordo com a associação.

QR CODE PARA CONTROLE TOTAL DA FROTA:

Código QR na frente do ônibus. No computador aparecem todas as informações atualizadas sobre o veículo

Outro diferencial da empresa é o controle integral informatizado da manutenção, abastecimento, limpeza e operação. Há uma central na garagem que processa e armazena todos os dados gerados.

Cada ônibus tem um código bidimensional – QR Code  na parte da frente.

Quando o leitor de código é aproximado do veículo, no computador aparecem os dados principais como último abastecimento, limpeza, manutenção linha escalada etc. A tecnologia por QR Code facilita o controle das operações e reduz o tempo de parada do veículo, aumentando a disponibilidade para serviço.

ABASTECIMENTO INFORMATIZADO:

Computador que informa dados dos tanques de armazenamento de combustível

O setor de abastecimento tem um sistema informatizado que relata por meio de computador a situação dos tanques, das bombas, níveis de reservatório e também os alertas sobre os sensores que detectam eventuais vazamentos de líquidos e gases.

Sistema também controla estoque e abastecimento de Arla 32, um fluido utilizado para os motores reduzirem a poluição, seguindo os padrões de emissões determinados por lei.

O local de abastecimento também fica numa área estratégica na garagem para otimizar o tempo de deslocamento interno. O ônibus chega da rua, abastece e logo pode ser colocado em uma das áreas de estacionamento.

LAVADOR DE PEÇAS COM ÁGUA QUENTE:

Grade no piso permite escoamento melhor de água e impurezas

Outra solução que, segundo a empresa Rouxinol, trouxe bons resultados dos pontos de vistas da eficiência e ambiental é a lavação de peças com água quente. A alternativa permite uma limpeza mais rápida e com menor uso de produtos químicos.

A área onde é realizada a limpeza das peças possui um piso de grade para melhor escoamento da água e das impurezas. A configuração, segundo a empresa, proporciona um ambiente limpo e apresentável.

“Normalmente, as empresas de ônibus colocam a área de limpeza das peças no fundo da garagem, bem escondida. Nós temos orgulho desse departamento e o colocamos logo de cara para quem entra pelo setor de manutenção” –  explicou o Júlio Cézar Diniz, proprietário da Rouxinol.

EM MEIO A FLORES E FRUTOS:

Garagem é cercada de diversos exemplares que, além de tornarem o ambiente com melhor aspecto e mais agradável, reforça a mensagem de sustentabilidade

A garagem da empresa é cercada por dezenas de espécies de árvores frutíferas e também com flores. O objetivo, além de melhorar o aspecto e tornar o ambiente mais agradável, é reforçar a mensagem de compromisso com a sustentabilidade e respeito ao meio ambiente.

Em uma das partes do pátio, há um pomar com diversos tipos de árvores.

A presença de árvores nas dependências da garagem também auxilia na neutralização das emissões pelos próprios veículos da frota, já que a vegetação capta gás carbônico e libera oxigênio.

São mais de cem árvores. Entre as espécies estão oliveiras, jabuticabeiras e de mexerica.

“As pessoas nos dão pés de presente. Recebi um cedro. Foi com esta madeira que foi feita a cruz de Jesus Cristo. A pessoa que me deu disse que a árvore simboliza proteção”

REUSO DE ÁGUA 100% AUTÔNOMO:

Equipamento para tratamento de água, com tanques destinados a diferentes etapas do processo para o reuso

A empresa Rouxinol também destaca o sistema de reuso de água 100% autônomo.

Todo bombeamento, tratamento e reutilização da água é feito por processos industrializados e equipamentos computadorizados.

A água utilizada na lavação dos ônibus é encaminhada para a central de tratamento, que fica no piso inferior, sob o pátio.

O líquido então passa pelo equipamento que possui um tanque flotador, um tanque batedor e um tanque pulmão.

Estação tem capacidade de armazenar 130 mil litros de água

A estação tem capacidade para abrigar 130 mil litros de água que são novamente utilizados para limpeza dos ônibus. A garagem tem poços e cisternas.

“A garagem da Rouxinol é ponto de referência para o Corpo de Bombeiros. Caso haja um incêndio de grandes proporções e necessidade do uso de uma quantidade maior de água, o Corpo de Bombeiros tem cadastrada a empresa. Periodicamente, são realizados treinamentos da corporação aqui” –  explica Júlio Cézar Diniz.

A garagem também possui sistemas que aproveitam a água da chuva, tanto para a lavação dos veículos, como para irrigar as áreas de jardins.

DISPOSIÇÃO DA ÁREA DE MANUTENÇÃO:

Controle de manutenção tem visão integral da área de atuação dos profissionais que, de onde estão, também conseguem ver o setor

Outro aspecto que pode influenciar no desempenho dos trabalhos dentro de uma garagem de ônibus é a disposição dos diferentes departamentos.

Uma empresa de transportes não produz em si algo material, mas um serviço.

Assim, a disposição dos setores deve ser pensada como uma linha de produção, mas não somente isso. Deve haver integração entre chefias e os funcionários em geral.

É com esse intuito, por exemplo, que foi elaborada a nova configuração do setor de manutenção. A sala que realiza controle fica bem ao lado de onde são executados os serviços, com ampla visão de todo departamento.

Os trabalhadores, por sua vez, também conseguem ter a visão necessária do controle.

Isso permite maior agilidade na comunicação e interação entre os diferentes níveis de profissionais.

COMUNICAÇÃO VISUAL DA FROTA:

Ônibus com detalhes prata identificam serviço convencional

Detalhes dourados na pintura são para ônibus de serviço executivo. Veículos têm padrão diferenciado e contam com ar condicionado.

A pintura de uma frota serve para dar identidade visual aos veículos, facilitar a identificação de uma determinada empresa e também para transmitir uma mensagem sobre a visão, os valores e a missão de uma companhia de transportes de passageiros.

Por isso que especialistas em transportes, como o historiador e consultor Mário dos Santos Custódio, criticam o excesso de padronizações visuais dos veículos, principalmente nas linhas urbanas.

Com fretamento esse cenário ainda não ocorre.

O empresário Júlio Cézar Diniz afirma que a pintura atual da empresa Rouxinol procura passar sobriedade, equilíbrio e ao mesmo tempo, imagem de movimento e agilidade, requisitos fundamentais para uma companhia de transportes.

Por meio da pintura também, a empresa diferencia os tipos de serviço.

Os ônibus que possuem a pintura com uma faixa prata são para transporte comum e os veículos com detalhes dourados são para serviços executivos.

PROJETOS PARA A GARAGEM:

Atualmente a garagem da Rouxinol também apresenta espaço de descanso para os motoristas, área de controle informatizada e sala de reuniões que é aberta para qualquer atividade da empresa, independentemente da área e do setor.

Apesar da atual estrutura, o objetivo é modernizar ainda mais o espaço.

Já está sendo construída uma nova área de convivência que, além de melhorar o acesso do público à garagem, vai permitir que as pessoas descansem e conversem sob árvores frutíferas e de flores, podendo interagir com a natureza.

Também será aberta uma galeria e um memorial onde serão colocados acervos sobre os transportes e os veículos históricos que a Rouxinol possui.

Atualmente são três ônibus: Ciferal Papo Amarelo ano 1966, Ciferal Rodonave fabricado em 1972 e um Monobloco O-355, de 1976. Um Ciferal ano 1957 será restaurado em breve.

Também há carros e picapes em processo de reconstrução.

Ônibus históricos mantidos pela Rouxinol

Outro projeto também é criar uma estação de captação de energia solar para suprir as necessidades da garagem e também devolver à concessionária de energia, eletricidade que foi gerada e não foi consumida pela empresa de ônibus.

FRETAMENTO NÃO É SÓ TRANSPORTE, É SOLUÇÃO CUSTOMIZADA:

Júlio Cézar Diniz, proprietário da Rouxinol. “Transporte é Confiança”

Se uma empresa de ônibus pensar que seu negócio se limita a transportar pessoas de um lado para outro, certamente será fadada ao fracasso.

O que o mercado precisa é de soluções de mobilidade que atendam de maneira customizada cada necessidade, seja para setores específicos ou mesmo para regiões.

E é justamente com este intuito que ao visitar um novo cliente para transporte de fretamento a Rouxinol procura fazer um levantamento sobre a realidade da empresa tomadora dos serviços., segundo o proprietário da empresa.

A maior parte da carteira de clientes da companhia de ônibus é formada por indústrias e pelo ramo de prestação de serviços. O turismo eventual também faz parte dos negócios, mas no caso da Rouxinol não representa a maioria das viagens.

“A última abordagem que fazemos numa visita a um possível cliente é o transporte em si. Primeiramente, queremos conhecer a cultura da empresa-cliente, ver quais são suas missões, valores e suas visões. A segunda etapa consiste em criar um banco de dados sobre onde moram os funcionários. Por este mapeamento, conseguimos fazer as chamadas ‘linhas ótimas’, que poupam tempo de deslocamento. Com base neste banco de dados, orientamos a empresa-cliente a readequar as escalas de trabalho, sempre que possível. Por exemplo, se os funcionários são quase vizinhos e exercem funções que podem ocorrer no mesmo período, por que separá-los em turnos diferentes?” – explicou o empresário Júlio Cézar Diniz ao Diário do Transporte.

Outro aspecto fundamental apontado pelo empresário para o setor de fretamento, mas que vale também para outros ramos, é a visão sempre apurada de cada momento da economia, sociedade em geral e de forma específica de cada segmento.

“Por causa da crise econômica, praticamente todos os setores sentiram de alguma forma um impacto, alguns de maneira mais forte e outros menos, mas quase todos sentiram. Em 2012 e início de 2013, começamos a detectar nas empresas clientes sinais de desaceleração de atividade. Logo prevíamos que isso poderia impactar no nível de emprego e no total de passageiros transportados. Habitualmente renovávamos a frota com ônibus maiores, de 48 lugares, mas naquela transição, substituímos a renovação de ônibus convencionais por micro-ônibus. Era um tipo de compra que não tínhamos costume de fazer. Inicialmente, foram 15 micros. Hoje são 75, de uma frota de 222 veículos. Neste número estão inclusas quatro vans. Isso nos deu a solução precisa para responder de forma imediata a necessidade de um cliente que tinha naquele momento menos recursos e menos funcionários para transportar. Também diminuiu nosso custo. Não adianta colocar um ônibus de 48 assentos para transportar 20 pessoas”. – explicou.

Micro-ônibus foram alternativas para desaquecimento econômico

O empresário também explicou que visão não é apenas detectar dificuldades, mas oportunidades onde poucas pessoas ou quase ninguém enxergou em determinado segmento.

“Hoje posso dizer que a maior parte de nossa carteira é formada por ‘clientes-virgens’, ou seja, serviços e atividades que não contavam com fretamento. Fomos até as empresas e mostramos que o transporte de funcionários traz vantagens para os negócios e para o bem-estar dos colaboradores. Mais de 60% do fretamento hoje em Minas Gerais são destinados para mineração e nós nos direcionamos para outros setores que não tinham tanto atendimento de ônibus fretados, como alimentação, energia elétrica, call center, hospitais e produtos farmacêuticos. Com boas ideias, conseguimos expandir negócios e, o melhor, sem tirar cliente de ninguém. Sempre vivi em paz com as outras empresas de ônibus”

Outro aspecto fundamental apontado por Júlio Cézar Diniz é a valorização e incentivo dos funcionários.

A Rouxinol, segundo o empresário, possui treinamentos constantes de colaboradores, auxilia no pagamento de cursos superiores para funcionários, trabalha com meritocracia e investe no relacionamento dos funcionários com a família e com público externo. Por isso que tem o programa Empresa Gentil.

“Procuramos envolver todos os colaboradores nos processos da empresa e mostrar que, apesar de hierarquias, todos podem participar com sugestões e se tornar parte efetiva de um crescimento. Mostramos a eles que na verdade não são os diretores, gerentes e donos de uma empresa que mandam, o cliente que é o patrão. Nosso principal investimento é no capital intelectual”.

Os investimentos em capital intelectual, frota garagem e desenvolvimento de soluções, para o empresário, têm um objetivo principal: gerar confiança.

“No transporte, o importante é a confiança. Se você conquistar a confiança de um cliente significa, que você tem todos os requisitos fundamentais para a empresa ter um bom retorno, em todos os aspectos, financeiro e junto à sociedade” – disse Júlio Cézar Diniz.

A Rouxinol foi fundada pelo empresário Júlio Cézar Diniz há 26 anos. Ele sempre foi apaixonado por ônibus, mas trabalhava no mercado financeiro.

“Na minha lua de mel tenho mais fotos de ônibus do que de mim e de minha esposa. Sempre foi uma paixão, nunca ninguém trabalhou com isso na família, mas havia aquele desejo em mim”

Tudo começou porque o banco onde Júlio Cézar trabalhava tinha uma empresa de processamento de dados, que mudou de endereço da região central para um bairro. Neste momento Júlio Cézar viu uma oportunidade de comprar um veículo para transportar os funcionários.

O primeiro ônibus, ele lembra, foi um Marcopolo II, ano 1977.

Com passar do tempo viu o negócio de passageiros prosperar e, quando tinha sete veículos, decidiu se dedicar somente ao setor.

O nome Rouxinol surgiu da necessidade de ter uma identificação que não ligasse o novo negócio a nenhuma outra empresa no mercado e que, ao mesmo tempo, mostrasse agilidade, simpatia e sofisticação.

“O transporte de passageiros sempre fez parte da minha vida, mesmo quando eu ainda não trabalhava nele. Hoje agradeço todos os dias por estar no ramo que necessita de muita seriedade e agilidade, mas ao mesmo tempo pode ser exercido com paixão” – finaliza.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

9 comentários em Empresa de ônibus de Minas Gerais cria garagem com soluções que integram eficiência, meio ambiente e segurança no trabalho

  1. Excelente Empresa parabéns ao Sr Júlio César

  2. Acompanhando o excelente jornalista Ádamo Bazzani durante essa sua visita à Rouxinol Turismo pude com ele vivenciar uma empresa “quinhentas milhas adiante” do seu tempo.

  3. Amigos, bom dia.

    ÒTIMAS NOVAS”

    EM LETRAS MAIÚSCULAS.

    “PELA OBRA SE CONHECE O AUTOR:

    Parabéns Rouxinol e parabéns Adamo por nos brindar com essa linda matéria numa manhã gelada de sábado em Sampa (deixei para ler hoje com muiiiiiiiiiiiita calma essa matéria.

    Que maravilha, isso que é uma empresa de buzão, mas com certeza é assim pela paixão do Sr. Júlio Cézar Diniz.

    FAÇA BEM FEITO DA PRIMEIRA VEZ

    Sr. Diniz, muito obrigado por compartilhar a SUA garagem.

    Simplesmente sensacional e um sonho de consumo.

    Utilizar a gravidade para escoar os fluídos é de suma inteligência, adoro plantas industriais que se utilizam da gravidade.

    Rouxinol, vem pra Sampa.

    Tana Rouxinol a prova do que eu sempre comento aqui no Diário, buzão grande já era agora estamos na ERA DOS MICROBUZUINHOS

    Sr. Diniz e Adamo, deixo aqui um pedido:

    Conte mais detalhes para nós de como começou a Rouxinol, ok, está escrito mas queria saber mais detalhes.

    Eu estou nesta fase e espero muito em breve comprar uma van ou um micro usado.

    Também necessito realizar meu sonho, só não sei se dará tempo.

    RSssssssssssssssssssssssssssssssssss

    Sr. Diniz, veja o slogam que eu criem há tempos, bate com a sua paixão também.

    Eu entendo muito bem o que é correr óleo Diesel nas veias.

    Claro que não posso deixar de registrar aqui meu PARABÉNS pelas seus três diamantes, diga-se de passagem, muiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiito bem escolhidos; o Papo Amarelo, o Rodonave e o O-355.

    Sugestão, compra e restaura um Super B O-321; com essa pintura da Rouxinol ficará um MARAVILHA.

    Compra um BYD ou ELETRA elétricos, será um bom marketing verde para a Rouxinol, faz uma parceria com o governo mineiro e descola uma subvenção a fundo perdido.

    A Rouxinol merce, afinal ela é geradora de empregos, ética, riquezas e o principal “PRAZER EM TRABALHAR”.

    Isto é que falta nos políticos do Barsil, prazer em trabalhar.

    Muiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiito obrigado mesmo por compartilhar a história da Rouxinol e para o Adamo em escreve-la tão bem.

    PARABÉNS EM MAIÚSCULO.

    Att,

    Paulo Gil
    “Buzão e Emoção é a Paixão”

  4. Parabéns, atitude de um Grande mestre………

  5. Evaristo H. Ferreira // 5 de agosto de 2017 às 22:32 // Responder

    Adamo,parabéns,mais uma vez, excelente reportagem!.

    Sr. Diniz, estou sem palavras para parabenizá-lo. Que belo exemplo!.(principalmente para os “pioneiros”).

  6. Carlos Roberto Fonseca // 6 de agosto de 2017 às 22:50 // Responder

    Empresa preocupada com o meio ambiente. E cada vez mais Sólida só podia ter no seu comando um apaixonado pelo que faz.
    Parabéns Júlio , você merece.

  7. Excelente reportagem. História bonita e inspiradora. Parabéns ao Júlio Cézar Diniz.

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