Doria planeja lançar, ao mesmo tempo, três grandes concessões da área de transporte público
Publicado em: 24 de julho de 2017
De olho no apetite de investidores estrangeiros, prefeito disse na China que pretende lançar num mesmo período as concessões de operação dos terminais, linhas de ônibus e bilhete único
ALEXANDRE PELEGI
Em visita à China, onde busca investidores para o programa seu programa de privatizações, o prefeito João Doria demonstrou intenção de lançar ao mesmo tempo um pacote com as três maiores concessões da área de transporte público: a das linhas do sistema de ônibus, de operação dos terminais, e do sistema do bilhete único.
De olho no “grande apetite” de investidores árabes e asiáticos no setor de transportes, o prefeito já pode realizar hoje, em sua visita à China, parte de sua estratégia. Nesta segunda-feira (23) ele tem reuniões no Banco da China e no Banco de Desenvolvimento local, onde já poderá preparar terreno para organizar negócios em duas das três concessões: terminais de ônibus e bilhete único.
A concessão do bilhete único será uma das que exigirá investimento pesado, já que a ideia do prefeito é mudar a tecnologia. O bilhete único gira cerca de R$ 7 bilhões ao ano. A intenção de Doria é atrair empresas que detém a tecnologia de pagamento por aproximação, a NFC, que permite pagar a tarifa pelo celular (além de outros pagamentos). A NFC está se popularizando no mundo, mas não se tornou popular no Brasil ainda.
Quanto aos terminais, a última revisão do Plano Diretor permitiu que terrenos que abrigam terminais de ônibus possam ter o potencial construtivo aumentado. Assim, as empresas que se dispuserem a assumir a manutenção e o investimento dos terminais de embarque de ônibus da capital poderão, como contrapartida, usar o disposto pelo Plano Diretor para construir shoppings, hotéis, universidades e até salas comerciais.
Não há data ainda para o lançamento do pacote com as três concessões do setor de transportes públicos. A prefeitura corre contra o tempo na licitação da operação das linhas, que hoje vêm funcionando à base de contratos emergenciais.
Sobre a licitação do sistema de ônibus, o secretário de Transporte e Mobilidade de SP, Sergio Avelleda, escreveu matéria para a Folha de SP de hoje (23), onde afirma:
“Estamos revisando e aperfeiçoando o edital de licitação do sistema municipal de transporte. Já fizemos 33 audiências públicas. Com frota de 14.511 ônibus e média diária de 9,6 milhões de passageiros transportados, a capital tem o maior sistema de ônibus do mundo.
É um momento único de modernizar e renovar o transporte municipal. Vamos trazer segurança, conforto e modernidade ao sistema. Garantir acessibilidade e exigir veículos com espaço adequado para cadeiras de rodas e, nos maiores, para bicicletas. E ainda haverá metas para progressiva redução de emissão de gases que poluem o ar.”
Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transporte



NFC não é padrão de mercado, não é padrão de comunicação (aliás, não é padrão nem na própria tecnologia que possui duas ou três formas de funcionar) e não aparece nem em celulares de última geração, como iPhone 7. Que fixação é essa com NFC ?
Jose Felipe Rocha, boa noite.
Muito interessante a sua informação.
A fixação é no $uce$$O que o NFC trará, só isso.
Abçs,
Paulo Gil
O fato do Iphone 7 não conter a tecnologia NFC é demérito de feature do aparelho… varíos aparelhos, intermediários e top de linha de diversas marcas tem esta tecnologia embarcada. Isso posto, e voltando ao foco da matéria, a ideia de querer lançar três grandes licitações é um grande indício de que nenhuma delas vai sair tão cedo. E lá se vai mais recursos em contratos emergenciais…
garagem da Rua Araguaia antigo CMTC vai ser um novo terminal?
Amigos, boa noite.
Primeiro a PMSP tem que devolver o MEU saldo do meu BU que foi levado no assalto.
Lançar esse pacote de uma vez só é uma sandisse.
Mais uma PREVISIVELLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLL.
O BU está morto, seja lá em qual plataforma for, pois não se sabe o que foi feito do nosso saldo, a exemplo do meu que sublimou pela própria PMSP.
Tem de ser igual ao metro e CPTM, pagou, pegou o bilhete, passou usou, zero a zero.
A melhor solução é utilizar a mesma tecnologia do metro e da CPTM, só que um bilhete geral que pode ser comprado em qualquer estação e usado tanto no metro como na CPTM e no futuro Aerotrem se é que vai rodar esse elefante branco.
Depois do que fizeram comigo, não pago nem um centavo antecipado à PMSP.
Apesar de que o ditado sempre disse:
Quem paga mal paga duas vezes e foi o que aconteceu comigo ao “acreditar” no BU.
O BU é legal, mas quem gerencia ele NÃO.
DEVOLVAM OS MEUS R$ 20,00.
Será que vou ter de me valer do juizado de pequenas causas ???
Se for necessário a culpa não é minha é do JESTOR.
NADA MUDA NESSE BARSIL.
Att,
Paulo Gil
Paulo, o BU é tão eficiente que fui carregar os R$140, a máquina bloqueou o chip, em outras mostrava que ele tinha recebido R$280 (mas não funcionava), e ao trocar de BU no terminal o reembolso foi R$180… quer dizer, o que há de real nesse sistema?