Doria quer recapear 600 km de vias por onde passam ônibus
Publicado em: 19 de julho de 2017
Deste total, 200 km devem ser por meio de parcerias
ADAMO BAZANI
A Prefeitura de São Paulo quer até 2020, recapear em torno de 600 km de vias, com prioridade para aquelas por onde passam ônibus.
O número faz parte do Programa de Metas, entregue na semana passada pela equipe do prefeito João Doria, como noticiou o Diário do Transporte, em primeira mão. Relembre:
https://diariodotransporte.com.br/2017/07/11/novo-plano-de-metas-mobilidade-onibus/
A intenção da prefeitura é se responsabilizar por 400 km de recapeamento até 2020 e outros 200 quilômetros seriam por meio de parcerias.
Programa Asfalto Novo: Recapear 400 km de vias até 2020, atendendo a critérios técnicos e às prioridades definidas para cada prefeitura regional, em especial vias com circulação de transporte coletivo. Prospectar parcerias para recapeamento de 200 km de vias até 2020, atendendo a critérios técnicos e às prioridades definidas para cada prefeitura regional, em especial vias com circulação de transporte coletivo.
Além disso, a prefeitura quer criar um banco de dados geográfico com as informações sobre as condições do pavimento, incluindo dados dos serviços de tapa-buraco executados.
A meta contrasta com a atual realidade da cidade de São Paulo.
Alegando queda na arrecadação, a gestão Doria reduziu a operação tapa-buraco em noveregiões da cidade Santana/Tucuruvi, Jaçanã/Tremembé, Pirituba (zona norte), Guaianases, São Miguel Paulista, Itaquera, São Mateus (zona leste), Butantã (zona oeste), Sé e suspendeu na Vila Prudente.
O TCM – Tribunal de Contas do Município determinou que as empresas contratadas pela prefeitura desde novembro de 2014 para realização do serviço tapa-buraco, cubram ao menos 6862 buracos sem custo nenhum para o município.
A obrigatoriedade se dá como uma contrapartida pelos trabalhos que, segundo o TCM, foram malfeitos.
O órgão realizou uma auditoria entre setembro de 2015 e fevereiro de 2016, constatando uma série de irregularidades que teriam causado um prejuízo de R$ 2,17 milhões aos cofres públicos.
Entre os problemas verificados estão asfalto de má qualidade; ausência de reenquadramento, ou seja, o preparo dos buracos a serem tapados; ausência de registro fotográfico de antes, durante e depois do conserto; e falta de engenheiro acompanhando a execução dos trabalhos no local.
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes




Amigos, bom dia.
Isto precisa ser realizado “ontem” e não até 2020.
Não é uma questão de querer, e sim de TER DE FAZER, apenas isso.
Este é um serviço rotineiro de qualquer prefeitura sendo totalmente desnecessário ter um programa ou estar incluído num plano de metas.
Isto é como tomar banho, é necessário e diário.
Por isso que nada funciona no Barsil, complicam o que é simples ao invés de utilizar esse para FAZER o que tem de ser feito.
Comecem pela Av. Eng. Antonio Eiras Garcia e incluam as valetas, a exemplo da que fica entre a Av. Rio Pequeno e Av. Corifeu de Azevedo Marques.
Por isso que o buzão não anda.
E falando em Av. Corifeu de Azevedo Marques a PMSP matou a faixa de buzão, reduzindo o horário e eliminado os sábados, agora não dá mais para ir de buzão para o Metro Buta, acabaram com a rapidez.
Adamo, creio que vale uma matéria sobre o assunto, sem contar que tem trechos que a faixa ainda é válida, ficou literalmente uma bagunça.
O azul destruindo o que o vermelho fez.
Falando em azul:
E o Aerotrem de Sampa ?
Roda ou Implode ?
Quem será responsabilizado ?
E a laranja podre ???
Acabei de ter uma ideia para a laranja podre; façam uma negociação com o Bradesco, eles entendem de dinheiro, quem sabe eles não assumem o ocntrole acionario da Laranja e bota ela para rodar.
Vamo gente tem de procurar solução, senão daqui a pouco a Laranja vai virar biotecnologia de alto nível de tão pode que vai ficar.
Mas tudo bem né o contribuinte já pagou até agora e vai pagar o prejuízo também, né.
MUDA BARSIL
Att,
Paulo Gil
Mais do que justo, ônibus carregam pessoas e as ruas por onde andam tem sim que ser privilegiadas.
Já tá tarde. Isso é obrigação do poder público.
Os cidadãos merecem uma rua digna pra trafegar, assim como o transporte público.