Integração entre ônibus municipais e VLT da Baixada ainda não saiu do papel
Publicado em: 25 de maio de 2017
Não há prazo para o início da transferência entre os dois modais, que deveria começar neste mês de maio
ADAMO BAZANI
Prometida para maio, a integração tarifária entre os transportes municipais de Santos e São Vicente e o VLT – Veículo Leve sobre Trilhos, que liga as duas cidades, ainda não saiu do papel e não há uma estimativa concreta de quando os passageiros deixarão de pagar dois valores cheios na transferência entre modais.
Em entrevista ao jornal A Tribuna, o presidente da EMTU – Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos, Joaquim Lopes, afirmou que depende da decisão da prefeitura de Santos de relacionar as linhas que serão integradas.
De acordo com convênio assinado entre o estado de São Paulo, responsável pela EMTU, e as prefeituras de Santos e São Vicente, da tarifa de R$ 4,30, R$ 1,30 é referente aos sistemas locais de ônibus e R$ 3,10 são do VLT.
Em São Vicente, a situação ainda é pior. A prefeitura precisa fazer a licitação do transporte coletivo municipal, hoje operado por cooperativas.
Enquanto a integração não é definida, há prejuízos para estudantes, por exemplo, que hoje contam com gratuidades ou isenções nos ônibus municipais, mas não podem contar com o mesmo benefício no VLT se fizerem deslocamentos municipais dentro deste meio de transporte, que é metropolitano no caso da Baixada Santista.
Joaquim Lopes disse que estado gasta R$ 190 milhões por ano nas gratuidades (passe livre estudantil e cartão do idoso) e que nesse momento não é possível assumir as gratuidades dos sistemas municipais sem integração.
“Se começar a incorporar o que é do município, o Estado quebra”, disse o presidente da EMTU
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes


Amigos, boa noite.
Aliás, no Brasil, o que sai do papel …
Será o Aerotrem ??
Tá frio.
Att,
Paulo Gil