Constantino é condenado por assassinato, mas vai responder em liberdade
Publicado em: 12 de maio de 2017
ÁDAMO BAZANI
O empresário de ônibus e fundador da Gol Linhas Aéreas, Constantino de Oliveira foi condenado nesta quinta-feira, 11 de maio de 2017, a 16 anos e seis meses de prisão (13 anos e 6 meses pelo homicídio e 3 anos pela corrupção de testemunha) pela morte do líder comunitário o Márcio Leonardo de Sousa Brito, em 2001.
O empresário, de 86 anos, vai responder em liberdade.
A condenação é pelos crimes de homicídio duplamente qualificado, por motivo torpe e cometido diante de dissimulação, além de corrupção de testemunhas.
Também foram condenadoso ex-vereador de Amaralina (GO) Vanderlei Batista Silva; o dono da arma usada no crime (13 anos), João Alcides Miranda (17 anos de prisão); e o ex-empregado do empresário João Marques dos Santos (15 anos de prisão).
Somente João Marques, que tinha antecedentes criminais e já estava detido, responderá preso.
O julgamento durou quatro dias e foi realizado no Tribunal do Júri de Taguatinga.
Todos os acusados alegam inocência e as defesas dizem que vão recorrer.
O crime aconteceu dentro de uma garagem de ônibus de Constantino.
A


Até quando o Brasil continuará a ter criminosos na política, na área empresarial e na sociedade em geral ??? O Brasil é um celeiro de bandidos e corrupção em praticamente quase todas as esferas. Estava pensando sobre isso ao ouvir o rap da música GANGSTA’S PARADISE. Sou velho, mas adoro ouvir rap, hip hop, dance e outras modernidades da música, eh eh eh ….
Trabalhei diretamente com Nenê Constantino, no atendimento a suas empresas de ônibus, e nunca o vi ou ouvi dar uma ordem sequer que fosse em prejuízo de alguém, principalmente de pessoas menos favorecidas. Ele, Constantino, inclusive (não sei se continua) é presidente da APAE de Patrocínio/MG. E mais, me lembro do episódio de terem invadido e assaltado sua casa em Brasilia, dominando sua esposa que se encontrava em casa, e nem por isto andou por aí a caça dos bandidos. É pessoa sim sagaz e um controlador de mão de ferro, porém apenas com suas empresas e seus negócios, não um capitão-do-mato a atemorizar seus desafetos. Mas justiça é justiça. Cumpre-se e persegue-se a revisão.