Empresa de Pernambuco desenvolve primeiro carro elétrico nacional
Publicado em: 11 de abril de 2017
A empresa de tecnologia e mobilidade urbana Serttel desenvolveu o protótipo do primeiro automóvel abastecido com eletricidade do Brasil
ALEXANDRE PELEGI
A empresa pernambucana de tecnologia e mobilidade urbana Serttel desenvolveu o protótipo do primeiro automóvel abastecido com eletricidade do Brasil. Com o nome de VAMO – Veículo Alternativo para Mobilidade, ele sairá às ruas das cidades brasileiras em um ano. A Serttel não quer vender a tecnologia, mas sim usá-la em sistemas de carros compartilhados.
Desenvolvido nos últimos seis meses no Parque Tecnológico de Eletroeletrônicos e Tecnologia Associada (Parqtel), na Zona Oeste do Recife, a tecnologia foi apresentada no workshop “Energias Renováveis e Inovações Interconectadas”. O carro elétrico pernambucano conta com apenas três rodas: uma na frente e duas atrás, como um triciclo protegido.
O presidente da Serttel, Ângelo Leite, garante que a ausência da segunda roda dianteira não vai atrapalhar a estabilidade. Isso porque o modelo foi desenvolvido em parceria com duas empresas holandesas que fabricam carros de corrida neste mesmo formato.
O porte do veículo também é diferente do tradicional, sendo menor que os carros comerciais com 2,4 metros de comprimento e um metro de largura. Há versões distintas: uma com apenas lugar para o motorista, além de opções com assento de passageiro.
Diferente? Nem tanto…
A Serttel garante que dirigir um VAMO será semelhante a pilotar um carro comum. Isso porque ele terá as mesmas proporcionalidades e elementos de qualquer veículo. Depois da modelagem final, o VAMO terá ar-condicionado e direção elétrica, com câmbio também elétrico, ou seja, sem marchas e funcionando como um carro automático.
Potência? Como o motor elétrico é tradicionalmente mais potente que os de combustão, o pessoal da Serttel tomou precauções. Como o uso será urbano, a velocidade do Vamo foi limitada para 60 km/h, para proteger o motorista e garantir uma saída suave.
Por ser elétrico, o Vamo precisará ser carregado quando desligado. Assim a Serttel desenvolveu eletropostos semelhantes às bombas de combustíveis. A carga total dura de duas a três horas e permite que o carro rode por 100 quilômetros.
A bateria ainda é motivo de estudos, faltando definir se ela será de lítio (mais autonomia) ou de chumbo ácido (mais barata). A intenção da empresa é produzir o VAMO com até 3 mil euros, preço que não deve chegar ao consumidor, já que o veículo será produzido em pequena escala para ser usado em sistemas de compartilhamento.
Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes



VEZ do Brasil propõe família de carros elétricos nacionais
A VEZ do Brasil – Veículos de Emissão Zero – é uma startup de Curitiba que está propondo uma família de veículos elétricos para atender frotas corporativas.
Gurgel BR800: Publicidade de Lançamento 1988 (Gurgel Motores comercial)
GurgelBrasil
Na década de 1970, a Gurgel tinha furgão elétrico, usado pela Copel – Companhia Paranaense de Energia Elétrica
Amigos, boa noite.
Parabéns a todos da equipe do projeto, sensacional.
O Vamo da foto tem 3 rodas ?, é ilustração ? ou eu to loko ?
Vamo, vamo; peguem o Vamo e vão do Brasil, porque aqui ninguém apoia indústria automobilística nacional e ainda mais de carro elétrico.
Lembram o que fizeram com o Gurgel ???
Vendam a tecnologia e tudo que puderem e vão aproveitar as praias do Nordeste, porque infelizmente, não há incentivo para a indústria nacional.
Quem avisa amigo é.
Este é mais um dos EFEITOS BRASIL.
Ninguém mais sabe ou nuca soube o que é política industrial; antigamente até falavam nisso, mas de uns tempos pra cá, até a política industrial faliu.
Att,
Paulo Gil
OLA PAULO GIL
VOCE FALOU UM MONTE DE besteiraS, AO DIZER PARA ELES VENDEREM A TECNOLOGIA E CAIREM FORA.
ACORDA PARA A VIDA, .
Gurgel fez carros elétricos nos anos 70. É muito importante que o Brasil desenvolva veículos híbridos e elétricos, mas esse projeto não pode ser chamado de primeiro veículo elétrico nacional.
Paulo Caio Peçanha, “indústria” e Brasil são dificílimos de se encaixar na mesma frase. Conheço de perto alguns bravos que insistem em criar e desenvolver em indústria nacional. Brasil é “wild West”. Terceiro mundo em todo o “esplendor ” das palavras. O governo não te eincentiva, ele vem correndo atrás de imposto e taxas. Você não consegue competir com os dumpíngs chineses, qualquer insumo e tecnologia de R&D tem taxas e atrasos surreais. Daí você vai ao mercado oferecer um produto feio-igual-caixa-de-sapato pelo preço de um Kwid zero com ar condicionado, praticamente empatando custo com venda, daí não consegue se manter. Comprador aqui no Brasil não quer Gurgel BR-800. Quer tesla roadster. E quer pagar Chery QQ. Desculpe mas o outro Paulo ali está com fortes argumentos.