Rápido Luxo Campinas diz que ônibus fiscalizados foram liberados logo após ação da Artesp
Publicado em: 4 de abril de 2017
Empresa ainda conta que foram apresentados os protocolos para renovação de vistorias, mas documentos não foram aceitos por fiscais
ADAMO BAZANI
Na última sexta-feira ,31 de março de 2017, a Artesp, agência que regula os transportes no Estado de São Paulo, realizou uma operação nos terminais rodoviários de Jundiaí e Cabreúva, no interior paulista.
Na ocasião, a agência informou por meio de nota à imprensa que vistoriou 42 veículos da Rápido Luxo Campinas, aprendendo 21 ônibus.
No entanto, a empresa se manifestou nesta terça-feira , 4 de abril de 2017, dizendo que não houve de fato apreensão dos veículos. De acordo com a Rápido Luxo Campinas, os ônibus foram parados pelos agentes da Artesp, fiscalizados e liberados logo em seguida, prestando serviços no mesmo dia.
Na ocasião, a Artesp também veiculou que foram encontradas irregularidades como vistorias vencidas, atrasos e até pneus “carecas” nos ônibus.
Como resposta, a Rápido Luxo Campinas informou que sempre fez os pedidos de renovação dos cartões de vistoria nos prazos previstos, habituais no sistema de transportes, e que apresentou os protocolos destas solicitações, como prevê o contrato. A empresa alega, porém, que estes documentos não foram aceitos pelos fiscais, como ocorria anteriormente.
Sobre os “pneus carecas”, a empresa admitiu que houve um caso que classificou de “pontual”, mas que este, ainda de acordo com a companhia, já foi solucionado.
A RLC – Rápido Luxo Campinas integra o grupo de Belarmino de Ascenção Marta, proprietário de outras companhias, como a Sambaíba Transportes Urbanos, da Capital Paulista, ValleSul Transportes e Turismo Ltda no Vale do Ribeira, , VB Transportes e Turismo Ltda., Viação Ouro Verde, Viação Caprioli, Viação Lirabus Ltda, , Viação Atual, Transguarulhense e Viação Campo dos Ouros Ltda, em Guarulhos e região.
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes



Parabéns a empresa que não se omitiu e veio a público explicar o ocorrido
Na verdade não houve apreensão o que houve foram autuações