OPINIÃO: Prefeitura de São Paulo não apresentou uma solução para quem só pode pagar tarifa de ônibus em dinheiro
Publicado em: 4 de abril de 2017
Testes de ônibus sem cobrador apresentaram lacunas
Por José E. Sales
Neste final de semana, a SPTrans começou a testar o serviço de ônibus sem a presença do cobrador no veículo. O que diferencia este serviço em teste do que ocorre em linhas do sistema local é que nestes veículos não existe recebimento físico de tarifa pelo motorista. O usuário deve ter o Bilhete Único poder seguir viagem. Sem o bilhete, o usuário não poderá embarcar. Dentro do coletivo, o posto do cobrador foi retirado. Só há a catraca e os validadores – de pagamento de passagem e o de recarga. Ao lado da catraca, um banco a mais para o passageiro.
Os testes estão ocorrendo em cinco ônibus da linha 576C/10 Metrô Jabaquara – Terminal Santo Amaro, operada pela Mobibrasil. A SPTrans informou que os ônibus em teste estariam intercalados com veículos com cobrador. Logo, o passageiro que fosse pagar em dinheiro teria de esperar o ônibus seguinte para fazer a sua viagem. No entanto, na manhã deste domingo, três ônibus com o serviço em teste estavam operando em sequência.
Na viagem que fizemos em um dos veículos sem cobrador, presenciamos duas passageiras que pagariam em dinheiro: uma no ponto inicial, que sequer embarcou; e outra durante o trajeto, que desembarcou sem pagar.

Local onde ficava cobrador foi isolado
Em entrevista à Rádio CBN, na manhã desta segunda, o Secretário Municipal de Mobilidade e Transportes Sérgio Avelleda disse que apenas 2% dos usuários da 576C/10 pagam passagem em dinheiro, número abaixo dos 6% de toda a capital. Com base nestes números, o teste mostra-se perfeitamente válido. Nós mesmos, como usuários, presenciamos a ociosidade dos cobradores durante o dia.
No entanto, é necessário que a SPTrans dê condições aos 6% de ter um acesso a postos de aquisição e recarga de bilhetes ou mesmo à compra avulsa de passagens em qualquer região da cidade. Já se sabia de antemão que o grande impasse para a retirada dos cobradores é justamente o usuário eventual e o pagante em dinheiro. Logo, o teste já deveria vir com uma solução para estes 6% – que passa longe de deixa-los mais tempo no ponto de ônibus.
José E. Sales, Técnico em Transportes


É simples faça uma votação na cidade e pergunte para os usuários o que eles acham, se a maioria concordar que se retirem os cobradores, o coletivo deve falar mais que a minoria.
Em Curitiba um vereador desejava colocar táxis nos corredores do BRT, foi feita uma enquete com a população e a maioria esmagadora foi contra e o projeto não foi adiante.
Amigos, boa noite.
Nao ha meia gravidez.
Orlhao e outro exemplo similar, acabou, nem adianta ter cartao no bolso.
O BU e a mesma coisa nao da para agradar a gregos e troianos nunca.
Usem o sistema que usa no corredor ABD e pronto, ja funciona ha mais de uma decada.
Ou facam a recarga do BU, igual celular, carrega em qualquer terminal bancario ou supermercado e no mesmo instante, sem “pit”.
Nao atrapalhem a evolucao da Terra.
E tem mais uma dica importante aos cobradores, basta conferir no Google.
NO BRASIL HA FALTA DE MOTORISTA, contratam ate profissionais latino americanos.
Aproveotem a oportunidade, se capacitem e passem a ganhar mais.
Antes que alguem reclame, toda regra tem sua excecao, quem nao quiser, nao puder, tiver qualquer tipo de problema e minoria e estes poderao ser facilmente reaproveitados.
Penso que o Sindicato tem de lutar para que o piloto tenha uma cabine blindada, anti chama e uma porta do seu lado esquerdo so sua, isso sim.
O resto e irreversivel.
Att,
Paulo Gil
Acho que dinheiro e o minimo, soluções tem sim ,basta ser criativo.