Capacitação de Motoristas pode ajudar além da operação, na manutenção
Publicado em: 27 de agosto de 2016
Treinamento pode ajudar na manutenção da empresa
RENATO LOBO
Motorista com treinamento adequado pode muito contribuir com a operação, manutenção e imagem da empresa. A Transwolff, empresa de ônibus que opera na zona sul de São Paulo, começou capacitar os motoristas no último dia 8. Eles aprendem desde as novas tecnologias, como evitar desgaste das peças e de como tratar e orientar passageiros.
Foram abordados assuntos como direção defensiva, freada brusca, acidente e educação de trânsito. Como a maioria dos motoristas dirige na mesma linha e ‘decoram’ o caminho, isso faz com que ele cometa alguns deslizes como freadas bruscas próximos a lombadas e semáforos por ‘segurança’.
De acordo com o instrutor de operação Carlos Roberto Cattiste, 59, que ministra o curso, deu diversas dicas para diminuir o custo operacional da empresa e acerca da profissionalização. “O motorista só deve ficar com a mão na alavanca na hora de trocar a marcha, além de mudar na hora certa para evitar solavancos”, diz Cattiste.
Para a motorista Inis Maziero, 55 anos, conhecida como Regina, da linha 6030-10 – Unisa – Term. Sto. Amaro, que participou da capacitação, disse que a capacitação é muito importante e esclareceu muitas dúvidas, inclusive sobre o painel (ela dirige ônibus com as novas tecnologias com ar, tomada USB e wi-fi).
“O botão menu no painel não sabia mexer, que aponta o código do defeito. Saio daqui esclarecida”, afirma Inis. Já o motorista Carlos Roberto Ferreira, 53 anos, da linha 6030-10 – Unisa – Term. Sto. Amaro, disse que está saindo de uma maneira diferente da qual entrou. Motorista de ônibus há 20 anos disse que independente do tempo que dirige a reciclagem é fundamental para toda profissão.
“Dirijo há quatro meses ônibus com nova tecnologia e não sabia usar alguns botões. Sabia só os principais como botão do óleo, combustível e temperatura. Estava inibido, agora estou seguro”, afirma. “Além de reforçar a atenção ao passageiro”, diz.
Motorista há dois anos, Adilson dos Santos Rodrigues, 43 anos, da linha 6030-10 – Unisa – Term. Sto. Amaro, contou que sai do curso mais motivado para exercer a função e confessou que não conhecia todos os botões do painel.
“Reciclar é sempre bom. Saio daqui seguro muito bem melhor do que entrei e muito mais preocupado com o passageiro”, disse.
Renato Lobo, técnico em Transportes Sobre Pneus e Trânsito Urbano




meu nome é samuel tbm sou motorista e tbm tive um curso ministrado pelo instrutor Carlos Roberto Cattiste e é muito bom aprendi muita coisa e tento colocar em pratica no meu cotidiano e tbm com meu carro de passeio diminuiu o desgaste
de peças e aumentou a economia de combustivel é muito bom queria aprender mais ter mais treinamamento com ele.
muito bom pena q minha empresa a2transportes ainda num aderiu a este curso
Bacana.
Aqui na cidade de Santo André vejo, particularmente, uma situação nada confortável para passageiros e condutor. QUERO MUITO ENTRAR NESSA LUTA, em tempos de eleições para cobrar dos candidatos uma posição séria, sobre as empresas da cidades, que estão reduzindo o numero de cobradores em seus coletivos com seguintes agravantes,e argumentos:
1- a chamar empresários para obrigá-los a manter cobradores,em seus coletivos;
2- qual razão para redução ou extinção;
3- acúmulo de funções com ser condutor, cobrador e ainda ascensorista;
4- argumentar que coletivo não é carro de passeio;
5- e o salario? é de motorista ou terá um acréscimos?;
6- tudo que foi feito para mobilidade e eficiência de tempo, foi por água abaixo, na cidade, como os corredores exclusivos;
7- a atenção pela segurança dos passageiros fica comprometidas, quando do transporte de aposentados, por exemplo;
8 – com acúmulo de função, como fica um condutor no fim do expediente?;
9 – Deve estar em contrato de concessão a manutenção de 2 componentes para melhor viabilidade e qualidade no transporte.
Um motorista hoje na cidade tem que driblar nas avenidas estreitas, como exemplos Av. Queiróz Filho, Carijós, e outras, para que se evite abalroamentos em autos que insistem em estacionar irregularmente nas vias, sem falar até daqueles que enfiam o bico do carro, nas transversais ,como se falasse EU QUERO ENTRAR.
Como já disse antes…testemunhei uma cena na linha T15, direção centro, no Jardim do Estádio, em que o motorista estava cobrando dezenas de passageiros enquanto havia uma cadeirante a espera de acionamento do elevador para adentrar no coletivo…alguns passageiros já começavam a demonstrar impaciência pela demora. O andreense precisa acordar para esta realidade…