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Alckmin adia por um ano o início da expansão da linha 2 Verde do metrô até Guarulhos

Linha 2 Verde do metrô não deve ter expansão concluída até 2020 se atrasos persistirem.

Governo do Estado tem licença ambiental para construir 12,5 quilômetros, no entanto, alega falta de verbas. Monotrilhos também apresentam problemas

ADAMO BAZANI

O governo Geraldo Alckmin adiou por um ano o início da expansão da linha 2 Verde do Metrô, de Vila Prudente, na zona Leste de São Paulo, até Guarulhos, na região metropolitana.

O motivo alegado é falta de verbas. A gestão culpa o Governo Federal por atrasos nos repasses da União. Parte do financiamento da expansão da linha 2 Verde deve vir do BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.

O início das obras tem sido atraso desde setembro de 2014 e a promessa inicial era de conclusão em 2020. Foram assinados contratos de obras com oito consórcios, cada um responsável por um trecho de intervenção.

O governo do estado já tem as licenças ambientais para o prolongamento da linha. Seriam 12,5 quilômetros com 12 novas estações, uma nova conexão com a estação Vila Prudente – hoje um dos extremos da linha, e a construção de um pátio de manobras de manutenção para os 35 trens que a linha receberia.

A gestão Geraldo Alckmin também congelou a construção dos extremos das Linhas 15 Prata e 17 Ouro dos monotrilhos.

Na linha 15 Prata está paralisado o cronograma do trecho entre São Mateus e Cidade Tiradentes, na zona Leste de Sã Paul. Já linha 17- Ouro estão sem previsão de conclusão as obras do trecho entre o aeroporto de Congonhas até Jabaquara e no outro extremo, da Marginal Pinheiros até a região posterior ao Morumbi, atendendo a área da favela do Paraisópolis.

Os trechos destas duas linhas somam 21,9 quilômetros, dos 44 quilômetros prometidos.

Também não está em programação o início das obras da linha 18 do monotrilho, do ABC, e que nas duas fases deve somar 15,7 quilômetros.

Além de problemas de falta de verba, a linha 18 do monotrilho do ABC reúne dúvidas técnicas sobre a viabilidade do modal para o trecho e das obras.

Adamo Bazani jornalista especializado em transportes

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