EXCLUSIVO: Confira balanço de dados completo sobre os transportes em São Paulo
Publicado em: 25 de julho de 2015

Ônibus na cidade de São Paulo. Prefeitura divulga dados dos transportes da cidade no Diário Oficial deste sábado, 25 de julho de 2015. Corredor ABD tem avaliação melhor que do Metrô, inclusive em relação às tarifas, poucos recursos foram investidos para a mobilidade na capital, perfil da frota está mudando e corredores de ônibus precisam de eficiência maior. Foto: Adamo Bazani.
São Paulo investiu apenas 15,5% do PPA para a mobilidade urbana
Corredor ABD tem avaliação melhor do que o Metrô. Operadoras de ônibus da Capital Paulista têm apenas notas regulares. Velocidade média em alguns corredores em São Paulo deixou a desejar. Número de articulados aumentou em 8,8% a oferta de lugares no sistema
ADAMO BAZANI
A Prefeitura de São Paulo divulgou no Diário Oficial deste sábado, dia 25 de julho de 2015, um balanço de desempenho de investimentos e qualidade dos serviços públicos na cidade, entre eles, os relacionados à mobilidade urbana.
O Blog Ponto de Ônibus traz em primeira mão e com exclusividade até o momento estes números compilados.
Alguns destes dados, inclusive, são referentes a transportes metropolitanos, gerenciados pelo Governo do Estado, mas que atendem à Capital Paulista.
As fontes destes números são variadas, como o tesouro Municipal, o TCM – Tribunal de Contas do Município, a CET – Companhia de Engenharia de Tráfego, SPTrans – São Paulo Transporte, ANTP – Associação Nacional dos Transportes Públicos, por exemplo. Parte dos dados tinha sido divulgada isoladamente, mas de forma compilada foi somente nesta edição. Além disso, há números inéditos.
No balanço, é possível verificar que o ritmo de investimentos na mobilidade urbana em São Paulo vai devagar.
Foram empenhados até o ano passado, apenas 15,5% do PPA – Plano Plurianual relativo ao Programa “Melhoria da Mobilidade Urbana Universal” para o período entre 2014 e 2017.
Algumas ações receberam mais prioridade, como a implantação de ciclovias, que tiveram empenhados no ano passado, 77,5% dos R$ 40 milhões previstos até 2017. A realização física dos projetos de ciclovia era de 57,6% porque algumas obras ficaram para este ano. O total planejado neste programa é de 246,5 quilômetros. A prefeitura prometeu 400 quilômetros de ciclovias, no entanto, a diferença no número é explicada porque apenas uma parte desta meta é contemplada pelo PPA Programa “Melhoria da Mobilidade Urbana Universal”.
Se os recursos para as ciclovias avançaram, o mesmo não pode ser dito em relação aos corredores de ônibus na Capital Paulista. Com problemas financeiros, dificuldades de aprovação de obras pelo TCM – Tribunal de Contas do Município e erros em projetos, a prefeitura empenhou apenas 4,3% do PPA (2014 – 2017) no ano passado. Mas o avanço físico das obras foi de 0%, isso porque muitos recursos empenhados foram para elaboração de projetos e para pagar desapropriações. Estão planejados no PPA a construção e requalificação de 207,8 km de corredores. Em 2014, não houve nenhum avanço físico. A previsão era de R$ 6 bilhões 326 milhões 115 mil 965 para estas ações até 2017, mas em 2014 só foram empenhados R$ 271 milhões 818 mil 575.
A prefeitura também teve de remanejar recursos para pagar uma dívida judicial que a SPTrans – São Paulo Transporte, gerenciadora do sistema de mobilidade, tinha para com uma empresa de ônibus que operou na cidade nos anos de 1990. O Diário Oficial não traz o nome desta viação. Para este pagamento, o “Aumento de Capital da SPTrans” teve de ser de 336,1%. O previsto para a gerenciadora era de R$ 22 milhões entre 2014 e 2017, mas em 2014, tiveram de ser empenhados R$ 73 milhões 937 mil 307.
E como diria o ditado popular “nem tudo o que reluz é ouro”, alguns números do PPA devem ser analisados de forma contextualizada, como os referentes à Ação de Modernização Semafórica. Segundo texto no Diário Oficial, apesar dos índices de investimentos serem altos e a concretização das obras também, o cidadão não viu os efeitos práticos dos números por causa do total de falhas nos semáforos.
“A ação “Modernização Semafórica” sobressai pelo alto valor percentual de realização física (81,4%) e financeira (54,2%), considerando-se a realização apenas do ano de 2014. Contudo, não se constata a efetividade almejada na execução do projeto, pois a quantidade total de semáforos apagados e com luzes piscantes (intermitentes) atingiu a maior média de falhas no ano de 2014, com aumento de mais de 57,8% com relação ao ano de 2010.”
Ainda em relação às finanças dos transportes públicos em São Paulo, a análise da LOA – Lei Orçamentária Anual de 2014 mostra que os subsídios por causa do congelamento do valor das tarifas de ônibus em 2013 reduziram a capacidade de investimentos em outras ações dentro do setor, com os valores reais chegando 114,7% sobre o que era previsto. A LOA aprovou para “Compensações Tarifárias do Sistema de Ônibus” 1 bilhão 488 milhões 609 mil 171,00, mas o empenho real foi de R$ 1 bilhão 707 milhões 670 mil.
No entanto, mais uma vez, o plano para ciclovias foi privilegiado. A Lei Orçamentária para 2014 previa R$ 10 milhões para “Implantação de Vias Cicláveis – Ciclovias, Ciclofaixas e Ciclorrotas” Com remanejamentos e adiantamentos legais de recursos, a prefeitura usou para as ciclovias R$ 25 milhões 043 mil 942 e 43 centavos, o equivalente a 250,4% do previsto pela LOA 2014.
QUALIDADE DOS TRANSPORTES EM SÃO PAULO:
Os índices de satisfação dos passageiros em relação aos transportes públicos mostram que os serviços gerenciados pela cidade precisam de melhorias de fato.
De acordo com pesquisa da ANTP – Associação Nacional dos Transportes Públicos os meios com melhor avaliação são metropolitanos.
O melhor sistema de transportes, de acordo com os passageiros ouvidos no levantamento, é o prestado pela empresa Metra no Corredor Metropolitano ABD, entre São Mateus (na zona Leste de São Paulo) e Jabaquara (na zona Sul), passando por municípios do ABC Paulista. O índice de respostas “ótimo/bom” foi de 75%.
A satisfação em relação ao Corredor ABD foi em 2014 maior que do Metrô, que teve 65% das avaliações positivas.
Os ônibus municipais da Capital Paulista e os micro-ônibus do subsistema local tiveram as piores avaliações. Apenas 34% consideraram como “ótimo ou bom” os ônibus, e 33% aprovaram as lotações.
AVALIAÇÃO EM RELAÇÃO À TARIFA:
A máxima repetida pelos passageiros de que a impressão do valor da tarifa não é o preço em si, mas o que ela representa em relação à qualidade dos serviços, pode ser demonstrada pela pesquisa da ANTP divulgada no Diário Oficial da Cidade de São Paulo neste sábado, dia 25 de julho de 2015.
Segundo a pesquisa, 61% dos passageiros da Metra, no Corredor Metropolitano ABD, consideram como “ótima ou boa” a tarifa em relação à qualidade do serviço prestado. O Corredor ABD é o que recebe a melhor avaliação geral dos passageiros. Em seguida, aparece o Metrô, com 42% das avaliações positivas sobre as tarifas em relação à qualidade dos serviços.
Se, proporcionalmente, as avaliações gerais entre Metra e Metrô têm índices de aprovação próximos (75% para a Metra e 65% para o Metrô), há um distanciamento entre os dois sistemas na impressão sobre os valores das passagens (61% para a Metra e 42% para o Metrô).
As piores avaliações na relação entre valor de tarifa e a qualidade de serviços são para os ônibus municipais da Capital, com apenas 17% de aprovação, e para os ônibus do Expresso Tirantes (antigo Fura-Fila) com somente 16% de impressões positivas.
Já o IQT – Índice de Qualidade dos Transportes da SPTrans, que faz uma amostragem entre as operadoras da capital paulista, evidenciou no segundo semestre de 2014 que a pontuação dos serviços foi apenas regular.
Das operadoras apuradas à época, apenas a Cooper Pam, na Área 7 – Zona Sudoeste – vinho, conseguiu pontuação para o nível “bom”. Vale lembrar que a pesquisa foi realizada quando havia cooperativas de transportes na cidade de São Paulo. Para participarem do atual processo de licitação, que não mais admite esta estrutura de organização, as cooperativas se transformaram em empresas. Hoje a Cooper Pam é a Transwolff Transportes.
A maior parte das reclamações dos passageiros foi em 2014 em relação à conduta de motoristas e cobradores, com a somatória de queixas em relação à “motorista não atender embarque/desembarque”, “conduzir o veículo em direção perigosa” e “conduta inadequada do operador”.
A insatisfação dos passageiros em relação aos motoristas do subsistema local (cooperativas e ex-cooperativas) é maior, com 77,5% das reclamações. O total de reclamações sobre os motoristas e cobradores das empresas do subsistema estrutural também é grande: 65,1%
DESEMPENHO DOS CORREDORES DE ÔNIBUS EM SÃO PAULO:
A média da velocidade dos ônibus nos trechos de corredores exclusivos precisa melhorar. É o que mostra também o balanço da prefeitura de São Paulo divulgado no Diário Oficial da Cidade, neste sábado, dia 25 de julho de 2015.
No segundo semestre de 2014, o corredor onde os ônibus seguem com maior velocidade operacional foi o Expresso Tiradentes, com média de 44,9 km/h, no horário de pico da tarde, no sentido Bairro -Centro. A menor velocidade foi no Corredor “Itapecerica – João Dias – Santo Amaro”, onde os ônibus no horário de pico da manhã registraram apenas 13,8 km/h no sentido Bairro – Centro.
Os desempenhos diferentes em cada corredor são explicados por fatores como estrutura e forma de operação.
No Expresso Tiradentes, há uma separação total dos ônibus em relação aos demais veículos. Nem os táxis têm acesso ao espaço. Além disso, por ser um BRT de fato, não há cobrança de passagem dento do ônibus e sim nas estações, o que faz com que os veículos fiquem menos tempo parados, aumentando a velocidade final.
Nos demais corredores também há um acúmulo de linhas, algumas sobrepostas, o que afeta o desempenho, com filas de ônibus em paradas e semáforos que não priorizam a passagem dos coletivos nos cruzamentos.
Com a licitação dos transportes, a prefeitura diz que vai reorganizar as linhas, diminuindo as sobreposições e frota, mas aumentado a velocidade dos ônibus.
No decorrer de quatro anos, segundo o balanço da prefeitura, aumentou a quantidade de ônibus de maior porte na frota, em especial no subsistema estrutural, das empresas.
O maior número de ônibus articulados no lugar de convencionais e de mídis (micrões) no lugar de micro-ônibus representou aumento de 8,8% a oferta de vagas no sistema de 2010 a 2014, de acordo com o balanço:
Outro objetivo da licitação, de acordo com a prefeitura, é continuar a tendência de reduzir a frota de ônibus, mas aumentar a quantidade de veículos de maior capacidade de passageiros.
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes










A Parte que fala sobre o IQT tem que ser revista. A Coper Pam foi a única empresa que estava avaliada como “ruim” no 1º Semestre e passou a ser avaliada como boa no 2º, não foi a única a ser avaliada como boa. Durante os dois semestres teve empresas que se mantiveram com boa em vários meses e na média semestral, como é o caso da Viação Gatusa que manteve seu índice como “Bom” em todos os meses do ano 2014 e foi considerada a melhor empresa do sistema no ano.
Amigos, boa noite.
Preliminarmente; PARABÉNS METRA !
“Pela obra se conhece o autor”
Ganhou até do metrô. essa foi demais.
Por que a Metra funciona ?
Porque trabalha, faz as coisas como tem de ser feitas e etc; e o que eu mais
adoro é que os buzões da Metra estão sempre limpos internamente.
Se já temos como modelo operacional do buzão a “metodologia Metra” é
só licenciar o know how e aplicar em Sampa, sai muito mais barato.
Outra solução simples, substitui a fiscalizadora pela Metra.
Pra que serve a fiscalizadora, se ela tem de pagar subsidiariamente débitos de “empresas” do buzão ???
É patente que este modelo é inviável economicamente; ou estatiza tudo e se paga tudo, porque da forma como está estamos pagando em dobro, a empresa cria o débito e a fiscalizadora paga o débito.
“Quem paga mal paga duas vezes”
Esse é um erro crasso que tem de ser eliminado na nova licitação, se não for é assinar o atestado de óbito do contribuinte, afinal o contribuinte terá de pagar esse prejuízo.
Na pior das hipóteses na nova licitação não pode haver essa relação de terceirização entre empresas e fiscalizadora, para que não haja o pagamento de débitos de forma subsidiária.
E tem um item que deve ser muito bem analisado nessa nova licitação, não adianta aumentar o número de lugares se até o momento não houve aumento de demanda nos buzões e muito menos migração do transporte individual para o buzão, nasce ai mais um elefantinho branquinho.
Metra valeu !
Att,
Paulo Gil
Concordo com você, Paulo, em parabenizar a Metra. Mas deixar o gerenciamento só com empresa particular, é impossível. Entendi seu tom quando disse isso. Mas infelizmente Metra, Gatusa, Leblon são exceções. Temos é de aperfeiçoar o trabalho das gerenciadoras públicas. O estado fiscaliza e gerencia e o privado opera. Não podemos nem deixar tudo com os empresários e nem com o poder público, acho que cada um tem uma vocação.
Eu uso a Metra e gosto muito de seus serviços. Tem coisas que precisam melhorar, mas vemos que é outra filosofia de trabalho.
Também parabenizo o Adamo pela notícia em primeira mão.
Abraços
Gabriel Gazim, boa noite.
Concordo com você, mas vejamos.
Sei que nada é 100%; mas o problema é que há décadas é a mesma
“ladainha”, não podemos em 2016 ainda permitir que isso continue ocorrendo.
Já pensou se os médicos dos prontos socorros trabalhassem devagar ?
Todo pronto socorro é adrenalina pura, porque só tem uma escolha, ou socorre ou socorre.
É impossível continuarmos com um sistema onde as operadoras de qualidade são exceção.
Isso endossa que a má qualidade é a regra.
Não tenho nada contra privado ou público, mas temos de optar pelo que realmente funciona.
Veja que interessante a própria EMTOSA gerencia o corredor ABD, não consegue licitar a área 5 do ABC e os outros metropolitanos estão em baixa.
Entendo que se o ABD funciona, só pode ser pela Metra.
Outra questão:
De que adianta ter a fiscalizadora se é ela quem tem de pagar débitos subsidiários ???
Não sou eu quem digo ou quero assim o assado, o próprio sistema “fala” qual o tipo do trabalho que ele faz.
Todo buzão de Sampa é sujo, agora é o Paulo Gil que diz isso ?
NÃO.
O próprio buzão se mostra a todos que está imundo; quem duvidar basta utilizar o sistema.
Outro dia eu vi ao vivo e a cores uma colisão frontal de ciclobykes.
Agora eu pergunto:
Porque não tem radar na ciclovia para multar o ciclobyke que comete infração grave (trafegar na contra mão) e por que as bykes não tem placas ????
Há mais de 50 anos atrás as bykes em Osasco tinham placas para poder trafegar na rua.
E se nesse acidente da ciclovia tivesse ocorrido um óbito ????
Como será o processamento, não há uma identificação prévia das bykes no serviço
público.
Ppor essas e outras que eu sempre opto pelo que funciona, afinal se trabalhar direito desse prejuízo a Metra já tinha falido.
Então, o buzão de Sampa já passou da hora de operar corretamente (tem até buzão com goteira); então na minha modesta opinião não podemos ter um sistema de buzão operando da forma como é operado hoje, sem atender o que o passageiro precisa.
Não tenho nada contra o lucro, quem trabalha tem o mérito de ganhar.
O problema do Brasil é que ele é ruim de conta, além de fazer cortesia com o chapéu do contribuinte, faz mal feito.
Só penso de forma pragmática; quem opera com qualidade deve operar; não importa se é a empresa A, B, C, n ; pública ou privada, mas tem de fazer o que tem de fazer só isso.
Até por uma questão simplérrima, estão ganhando para operar, não é filantropia.
Pena que não há indicadores de melhoras, nem com a nova licitação, a qual tecnicamente começa errada, pois querem fazer um sistema; o qual não podemos aplicar; afinal ainda não temos base estrutural para tal, é lamentável.
Abçs,
Paulo Gil
O que o Haddad tem na cabeça/?O banquinho da bicicleta. É fácil e barato encher a cidade de ciclovias e não sou contra elas mas vamos planejar melhor e não apostar tudo num só meio de transporte. demagogo. cadê os corredores de ônibus? os semáforos? ah, porque a prefeitura não publicou os lucros com as multa ????
PARABÉNS A METRA E A EMTU/RMSP-SP! Sem mais palavras!
Engraçado como foi esse relatório da Prefeitura, muita estatística para a nossa cabeça.
Querem fazer um novo sistema de operação ao invés de aperfeiçoar o sistema existente.
Mais uma manobra de criar obstáculos para o paulistano.
Sem mais comentários.
Qual base legal da lei e justiça, a Transwolff Transporte subtraiu o direito da Cooperativa Cooper Pam de operar no Transporte Coletivo Público Municipal de São Paulo. O contrato emergencial firmado e assinado com o sr., secretário da SMT., Jilmar Augustinho Tatto, e o sr., presidente da cooperativa cooper pam, Luiz Carlos Efigênio Pacheco (Pandora), sem licitação, a convite da SPTrans., qual serão suas afinidades. Que era de direito adquirido da cooperativa cooper pam, à continuidade deste referido contrato no mínimo até uma próxima licitação. Sendo que a mesma é licitada na concorrência número 013/2002. Se houve alguma irregularidade: falta de técnica operacional, e documental, desmerecendo a cooperativa cooper pam, na continuidade de sua operação no Sistema de Transporte Coletivo Público de Passageiros Municipais de São Paulo, assumisse uma outra empresa em operação: Legalizada–Permissionada– de bôa experiência técnica, e documental, como fez o prefeito Kassab na época, com a cooperativa cooperalthon, fechou-a, mas não deixou os seus operadores Permissionados–Licenciados com seus veículos em operação desamparados, responsabilizou outras cooperativas, dando-lhes o direito na continuidade de suas operações. Considero a Transwolff Transporte uma impostora à frente destas operações, há convite da SPTrans., e aceita pelo secretário da SMT., sr., Jilmar Augustinho Tatto, se beneficiando do cargo que oculpa, contemplando com este contrato emergencial sem licitação, provavelmente com a finalidade desta empresa obter experiência técnica, e documental, preparando-a para a nova licitação, isto foi disleal para com as novas empresas pretendentes nesta tão falada licitação. O que a Transwolff Transporte com seus diretores, que são os mesmos diretores da cooperativa cooper pam, estão fazendo com os operadores da cooperativa cooper pam>transwolff transporte, é cometendo abuso de poder em excesso: descontos abusivos, omissões de extratos de pagamentos, paralisando veículos, gerando dívidas insuportável em seus prefixos, na maioria somos individuais, e assustados, sem poder de reação. Seus intuitos é falì-los, assim futuramente assumirão todo um Sistema, conquistados por estes individuais operadores que tanto lutaram por este objetivo, e todos são pais de família desamparados pela Lei e Justiça até o presente momento. Não caberia uma abertura de um inquérito Cívil-Criminal-CPI., pela Promotoria Pública do Transporte de São Paulo. CPI., dos Transportes que não foi posta em pauta para votação no plenário da Câmera Municipal de são Paulo, por desaprovação dos Nobres Vereadores do PT/DEM., presidida pelo o Nobre Vereador Gilberto Natalini. Quem são estes diretores da cooperativa cooper pam>transwolff transporte, que afastaram os Operadores e seus Veículos, cooperados associados da cooperativa cooper pam de suas operações, protegidos por Sentença Judicial, veículos de prefixos: 78051-78862-78851-78968-66100-66658-66940-66982, relatando-os que são veículos, e operadores protegidos em suas operações na cooperativa cooper pam, e não na transwolff transporte, então não houve transformação da cooperativa cooper pam dos ex-cooperados associados para empresa, e sim uma imposição da transwolff ytansporte à frente da nossa cooperativa, contratando-nos apenas como prestadores de serviços, subtraindo-nos todo um objetivo, adiquirido por nós operadores, nestes longos anos de atendimentos aos usuários em transportá-los, com qualidade, e aceitação dos mesmos. Isto é um desrespeito ao estado de direito do cidadão, impedido de operar, por estes diretores, no Transporte Coletivo Público de Passageiros Municipais de São Paulo, enquanto que deveríamos, e por direito, sermos operadores sócios desta empresa, e não só de um dono, do sr., Luiz Carlos Efigênio Pacheco (Pandora).
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Parabéns METRA por mais esta conquista. Tenho orgulho de trabalhar em um grupo que se destaca pela qualidade, pelo reconhecimento do trabalhador e pela responsabilidade socioambiental. Estamos juntos!!!