Prefeitura de Santos vai tornar pública a frota dos trólebus da Piracicabana

trólebus santos

Trólebus em Santos devem se tornar frota pública.

Prefeitura de Santos deve tornar trólebus frota pública
No Diário Oficial da cidade, veículo foi considerado de utilidade pública, primeiro passo para desapropriação
ADAMO BAZANI – CBN
Com informações de Fernanda Haddad – A Tribuna
A prefeitura de Santos, no Litoral Paulista, deve desapropriar os trólebus da Viação Piracicabana e transformá-los em frota pública.
De acordo com o diretor de transportes públicos da CET – Companhia de Engenharia de Tráfego, Rogério Vilani, ao jornal “ATribuna”, os veículos serão comprados da Piracicabana.
“A desapropriação, em si, que é o ato de adquirir os trólebus, deve acontecer em breve”.
O objetivo é garantir a permanência dos veículos elétricos. Na próxima semana deve ser aberto um processo de licitação para o transporte público da cidade. Se a Piracicabana não se candidatar ou não ganhar a concorrência, os veículos podem ser retirados definitivamente de circulação.
O Blog Ponto de Ônibus apurou que o edital não deve exigir da concessionária particular que vencer a manutenção dos ônibus elétricos. Fontes ligadas à Piracicabana também afirmam que a empresa não tem mais interesse em manter estes veículos.
Existem apenas seis trólebus em Santos que operam a linha 20, que foi inaugurada em 1.988, ligando o bairro do Gonzaga ao Centro Histórico. Eles passariam a ser patrimônio da CET.
São veículos modelo Mafersa produzidos no ano de 1988 com algumas unidades reformadas. Ainda não há estimativa de preço divulgada.

Relação dos trólebus que devem passar para o patrimônio público

Relação dos trólebus que devem passar para o patrimônio público

O Brasil que já teve 15 sistemas de ônibus elétricos, agora possui apenas três: Capital Paulista (Ambiental Transportes – cerca de 200 veículos), Corredor Metropolitano ABD (Metra – aproximadamente 86 trólebus) e Santos (Piracicabana, até o momento – seis unidades).
Os trólebus de Santos pertenciam à empresa pública CSTC – Companhia Santista de Transportes Coletivos, cujas operações foram privatizadas em 1998.
O sistema de trólebus de Santos foi inaugurado em 12 de agosto de 1963, com 17 veículos. Em 1970, já eram 70.
Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes
Com informações de Fernanda Haddad – A Tribuna

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Comentários

Comentários

  1. Paulo Gil disse:

    Amigos, bom dia.

    Alem de nao ser atividade fim de um prefeitura, eses buzoes ja estao com quase 30 anos e nem a Mafersa existe mais (uma pena), quase uma sucata, fora o que vai ser gasto em infraestrutura e manutencao.

    Aguardem mais alguns anos e essa materia retornara com o fim previsivellllllllllllllllllllllll.

    Att,

    Paulo Gil

    1. vagligeirinho disse:

      A prefeitura de Santos, salvo engano, é a mantenedora do sistema de bondes da cidade. E tem uma certa dedicação por ela. Pense nisso ;)

  2. DEFENSOR DO TROLEBUS disse:

    A noticia é interessante no quesito de preservação cultural por outro lado, o operacional deveria ser exigido por qual motivo não se exigiu ao menos a expansão da rede haja visto que São Paulo e ABC embora não houve muita expansão ao menos comprou frota nova.

    1. Santos, vai vem mis ônibus ar condicionado e trólebus com ar condicionado 2015

  3. Ricardo disse:

    A primeira impressão é que é uma medida boa, mas analisando melhor vemos que vão deixar o onibus de um sistema obsoleto com veiculos antigos para a prefeitura arcar com as despesas, enquanto que o operador privado vai ficar com a parte boa do transporte.
    Do jeito que está sendo modulado o negócio, o sistema ficará estagnado em 6 veiculos sem qualquer possibilidade de expansão.
    A prefeitura deveria exigir do concessionário que o mesmo investisse em novos trolebus com piso baixo, ar condicionado e wi-fi e com expansão da frota da cidade.

  4. DEFENSOR DO TROLEBUS disse:

    Olha caro Paulo Gil, se eles hoje mantém o bonde turístico, o porquê eles não podem manter o trolebus de forma turística???? Claro que a maioria das peças são artesanais, mas há no mínimo uns 2 trolebus modernizados no quesito tração e controle coisa que pode ser feito com os outros no quesito funilaria também não se gasta muito, o que vai custar caro nestes trolebus e são artesanais são as máscaras, fora isso ele vai ser mantido para fins turísticos e se juntar aos bondes.

    1. Paulo Gil disse:

      Defensor do Troleibus, oi

      Entendo que o apelo turístico do bonde é bem maior e que gera receita para PMS.

      Porém, até esses Mafersas virarem relíquias e atrair turistas, vai demorar.

      Essas são medidas “pessoais” e não institucionais; pois o Troleibus de Santos era uma tradição a qual deixaram escapar pelo vão dos dedos.

      Se tivessem sido tratados institucionalmente toda a rede de antes estaria na ativa com veículos modernos.

      Att,

      Paulo Gil

  5. vagligeirinho disse:

    Provavelmente o foco vai ser transformar o sistema em turístico mesmo.

    Tem que se analisar se os custos compensam para manter um sistema destes por lá e se há demanda. Mas há uma coisa extra a se pensar: por que não fazem uma linha de orla de praia com trólebus, complementando o futuro serviço de VLTs? Refaz a rede e crie um sistema Santos-São Vicente à trólebus, para atender os banhistas e turistas.

    Se compensar pelos custos de combustível e manutenção, já temos um vencedor.

    Do jeito que as linhas hoje estão organizadas, isso gera trânsito, e como consequência, poluição.

    Fazer um sistema inteligente integrado de custo baixo dá mais conforto inclusive :)

    1. Paulo Gil disse:

      Vagligeirinho, boa tarde.

      Ótima ideia.

      Torço para que implantem a sua ideia, tem tudo a ver, mar, praia e troleibus não poluente, mas só que modelo 2015 da BYD.

      Parabéns.

      Abçs,

      Paulo Gil

      1. jair disse:

        Amigos,boa noite
        Quero Lembra-los que a CMTC operou os trolebus ACF BRILL modelos fabricados em 1946 e 1947,adquiridos usados nos EEUU por volta de 1954, e que os operou até 2002, quando o governo da Marta\Jilmar Tato resolveu baixa-los e extinguir suas linhas.
        Tem 1 modelo preservado no Museu da CMTC modelo de 1946 e outro preservado pela SPTRANS de 1947 (motor e eixos não originais) reformado na administração do Prefeito Janio Quadros.
        Então façamos as contas: 2002-1946= 56 anos de uso.ininterrupto. (talvez estivessem operando até hoje se não tivessem baixados, com troca de seus componentes por nacionais.
        Os trolebus recem substituidos na capital foram adquiridos na gestão do prefeito Olavo Setubal\Mario Covas e tiveram suas carrocerias trocadas na administração do prefeito Celso Pitta.
        Havendo conservação e interesse poderão durar muito tempo

      2. vagligeirinho disse:

        Tudo é questão de analise.

        O ônibus à bateria da BYD ainda está em fase de testes. Não sei se já passou em alguma região litorânea para saber se isso atinge, prejudica ou ajuda em seus componentes (o Rio de Janeiro acho que teve uma visita deste ônibus uma vez). As baterias são de lítio, e este tipo de material é bem sensível à calor. Imagine 40º em cima da bateria?

        Ainda vai demorar um tempo para tecnologias de veículos à bateria se massificarem e atenderem a população. Enquanto isso, podemos trabalhar com tecnologias atuais já estabilizadas, como as de trólebus.

      3. Paulo Gil disse:

        Jair, bom dia.

        Legal ler seus comentarios novamente.

        Neste caso primeiro temos de analisar se o quanto foi gastos em tantas reformas realmente teve uma relacao custo beneficio positivs, md referindo ao montante gssto com as reformss.

        Os Torinos recem “afsstados”, se viavel podiam ser doados para Santos.

        Outra coisa a ser considerada e que antigamente os produtos ersm feitos para durar, diferente dos produtos fabricados na ultima decada.

        E isso.

        Abcs,

        Paulo Gil

      4. Paulo Gil disse:

        Vagligeirinho, bom dia.

        Entao que se mantenham os Mafersas 88, nao so no afan da ideia de Santos, mas nas proximas decadas tambem, desde que nao haja prejuizos financeiros para o erario publico.

        Abcs,

        Paulo Gil

      5. vagligeirinho disse:

        Eu tinha lido uma pesquisa uma vez, acho que por aqui, que dizia que trólebus tem mais durabilidade que ônibus à Diesel, já que usa motorização mais durável e com menor número de partes móveis e que sofrem com atrito ou qualquer outra forma de stress mecânico. Motores a Diesel tem vida útil média de 5 a 10 anos. Entre estes 5 anos adicionais, motores à combustão começam a sofrer reparos e manutenções mais costumeiras.

        Motores elétricos, apesar da simplicidade, tem um detalhe: sua manutenção exige técnicos mais especializados e uma manutenção de precisão para que o veículo sempre mantenha a mesma performance.

  6. jair disse:

    Paulo Gil,

    Sou fã do sistema trolebus. Sua manutenção é mais simples do que os demais sistemas. Envolve menos peças e tem menos funções conjugadas. com custo muito menor.
    Veja o caso dos chamados Torinos, que na verdade, os de chassi Scania, foram reencarroçados após mais de 10 anos de uso.
    Assim, custo beneficio, vale a pena conservar.
    Quanto a doa-los a Santos, depende de politica, mas condições de operação teriam. Bastaria uma reforma de carroceria.
    abraços

  7. vai ter trólebus na Ponta Praia, Orquidário e Zona Noroeste, Marapé também.

  8. vai ter ônibus articulado em Santos no Bairro José Menino, Ponta Praia no Terminal Valongo Zona Noroeste e no Orquidário

  9. as linhas de ônibus com ar condicionado e sem ar vai ter moto automático, vai ter linhas novas de ônibus em Santos

  10. adilson disse:

    nas ruas de santos, vai ter linhas novas ônibus em 2016

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